<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469</id><updated>2012-02-15T06:08:29.212-08:00</updated><category term='Ficha de leitura'/><category term='Exame Nacional'/><category term='poesia'/><category term='concurso'/><category term='falar verdade a mentir'/><category term='conto popular'/><category term='objectivos para o teste'/><category term='Teste de conhecimentos'/><category term='Testes de avaliação'/><category term='teste intermédio'/><category term='Autores'/><category term='actividades'/><category term='Gil Vicente'/><category term='vídeo'/><category term='clube contadores de histórias'/><category term='Teste de avaliação'/><category term='apontamentos'/><category term='ambiente'/><category term='entrevista'/><category term='objetivos para o teste'/><category term='ficha trabalho'/><title type='text'>profsilva</title><subtitle type='html'>"A maioria pensa com a sensibilidade, eu sinto com o pensamento. Para o homem vulgar, sentir é viver e pensar é saber viver. Para mim, pensar é viver e sentir não é mais que o alimento de pensar."

Fernando Pessoa</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>81</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-1138561706662417287</id><published>2012-02-15T06:05:00.002-08:00</published><updated>2012-02-15T06:08:29.221-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='clube contadores de histórias'/><title type='text'>Clube Contadores de Histórias</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-oy3OVxmJeSM/Tzu8QZJBxtI/AAAAAAAAAMM/aAVWBaEFzqE/s1600/image%255B3%255D.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 275px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-oy3OVxmJeSM/Tzu8QZJBxtI/AAAAAAAAAMM/aAVWBaEFzqE/s400/image%255B3%255D.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5709363942434916050" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Leïla&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Leïla tem dez anos. Nasceu no grande deserto, onde os Beduínos viajam em camelos, no infinito das dunas movediças. Leïla é viva e veloz como um pássaro. Na tribo, chamam-‑lhe Leïla – a indomável. O pai, o xeque Tarik, é justo. Por isso é respeitado em todos os acampamentos do deserto. Mas Tarik não sabe como acalmar a natureza selvagem da filha.&lt;br /&gt;Leïla tem seis irmãos. Slimane é o mais velho. É o filho preferido do xeque Tarik. Só ele sabe como acalmar Leïla quando ela se irrita, quando se exalta. Só ele a faz rir quando está sombria e triste. E todos os dias Leïla acompanha Slimane através do oásis.&lt;br /&gt;Certa manhã, quando as últimas estrelas se extinguem, Slimane deixa o acampamento. Monta o cavalo do pai e atravessa o deserto, procurando novas pastagens. Lá do alto de uma duna, Leïla e o pai acenam a Slimane que se afasta. Mas os dias passam e Slimane não regressa.&lt;br /&gt;Tarik parte à procura do filho. Avança de duna em duna, de oásis em oásis. Leïla acompanha-o. Os pastores dizem-lhes que viram o cavalo branco, no horizonte, mas que este não levava cavaleiro algum.Os mercadores, com os seus camelos carregados de mercadoria, falam dos grandes espaços que atravessaram. Dizem a Tarik:&lt;br /&gt;— Só Alá sabe onde se encontra o teu filho.&lt;br /&gt;Então, Tarik compreende que o filho foi engolido pelas areias, como já acontecera a tantos Beduínos. E diz a Leïla que não voltará a ver Slimane. Leïla chora e grita. Ninguém pode levar-lhe o irmão, nem mesmo Alá! &lt;br /&gt;Por fim, Tarik consegue acalmá-la. Regressam, vagarosamente, ao acampamento. Tarik fica em silêncio. Durante vários dias, permanece sentado na entrada da tenda, não tocando sequer nas deliciosas refeições que lhe oferecem os seus servidores. Leïla vagueia pelo oásis, como cega. Ao fim de sete dias, Tarik sai da tenda. Junta o seu povo e diz-lhe: &lt;br /&gt;— A partir de hoje, qualquer um de vós que pronuncie o nome de Slimane será severamente punido. Quero esquecer! &lt;br /&gt;O seu olhar é duro e frio. Todos os Beduínos baixam a cabeça. Sentem-se mal, mas ninguém ousa falar. Leïla também ouve a decisão do pai. Mas, apesar disso, todos os dias, sempre algo lhe fala de Slimane. Quando vê as crianças a brincar, lembra-se dos jogos que Slimane lhe ensinava. Quando passa pelas mulheres, recorda as histórias que lhes contava Slimane. Ao encontrar os pastores a guardar os rebanhos, pensa no pequeno cabritinho negro que o irmão adorava. A cada recordação Leïla quer gritar o nome de Slimane. Mas cala-se. E cada vez se torna mais selvagem e mais violenta. Os Beduínos afastam-se quando ela passa. Leïla sente-se mais só do que nunca.&lt;br /&gt;Um dia, Leïla vê os irmãos fazerem um jogo que Slimane lhes ensinara. Então, sem pensar, diz-‑lhes:&lt;br /&gt;— Slimane não jogava assim.&lt;br /&gt;Os irmãos detêm-se de imediato, olhando-a com ar assustado. Ela tinha quebrado o silêncio.&lt;br /&gt;Leïla vai visitar as mulheres à tenda e começa a contar-lhes uma história — uma daquelas que Slimane lhes contava. A mãe de Leïla protesta, angustiada:&lt;br /&gt;— Pára, Leïla, se o teu pai ouve... &lt;br /&gt;Pouco a pouco, as mulheres foram-se calando para ouvir, a sorrir e com um ar sonhador, a história de Leïla. Mas esta apercebe-se do ar inquieto da mãe. Queria fazer-lhe compreender... Mas só consegue gritar:&lt;br /&gt;— Tenho de falar dele, tenho mesmo! &lt;br /&gt;E sai a correr. &lt;br /&gt;Leïla vai juntar-se aos pastores da montanha que, ao ouvirem o nome interdito, fogem. Mas Leïla vai atrás deles.&lt;br /&gt;Fala-lhes do amor que o irmão sentia pelo pequeno cabrito negro. Pouco a pouco, os pastores aproximam-se dela. Quanto mais Leïla fala de Slimane, mais ele lhe parece próximo e presente. Agora sente-se em paz. Em breve todos a ouvem, a sorrir. É como se Slimane vivesse de novo entre eles.&lt;br /&gt;Certa noite, um dos pastores mais jovens aproxima-se da tenda de Leïla. Chama-a: &lt;br /&gt;— Anda, vem ver como o cabrito de Slimane cresceu.&lt;br /&gt;Abre-se o pano da tenda e é Tarik que aparece. O seu olhar é mais gelado do que a aurora do deserto. As suas palavras ferem como o sabre mais cruel.&lt;br /&gt;— Pastor, proibi que pronunciassem o nome do meu filho. Mas tu desobedeceste. Expulso-te deste oásis. Não voltes mais.&lt;br /&gt;O pastor afasta-se, chorando. Os Beduínos baixam os olhos em silêncio. Estão infelizes. Têm medo. Afastam-se de Leïla, deitando-lhe um olhar de reprovação. Leïla quer gritar: “Slimane!”, mas guarda para si as palavras que lhe afloram aos lábios. Sente que a raiva aumenta. Sufoca. A sua paz é destruída. Parece que Slimane se afasta uma vez mais.&lt;br /&gt;Na manhã seguinte, muito cedo, Leïla decide falar com o pai. Tarik está sentado na tenda, pensativo. Leïla aparece bruscamente à sua frente. Fala em voz baixa e reprimida:&lt;br /&gt;— O pai não irá roubar-me o meu irmão. Não deixarei que o faça....&lt;br /&gt;Tarik lança-lhe um olhar ameaçador mas Leila não lhe dá tempo para falar. Continua: &lt;br /&gt;— Consegue ver o rosto de Slimane? Ouve a sua voz?&lt;br /&gt;Tarik fica petrificado de espanto. Diz a tremer:&lt;br /&gt;— Não, não consigo. Apesar disso, fico horas e horas no deserto.&lt;br /&gt;Os olhos de Tarik enchem-se de lágrimas. Leïla diz-lhe docemente:&lt;br /&gt;— Sei de uma maneira, pai, ora ouça...&lt;br /&gt;Então Leïla começa a falar de Slimane. Como ele passeava com ela e o que dizia; como brincava e o que contava. Como a acalmava ou a fazia rir quando ela se irritava. Fala-lhe de alegria, de ternura e de vida... Quando acaba, diz:&lt;br /&gt;— Pai, já consegue ver-lhe o rosto? Ouve agora a sua voz?&lt;br /&gt;Tarik baixa a cabeça e, pela primeira vez desde há algum tempo, sorri.&lt;br /&gt;— Está a ver — murmura Leïla — Slimane pode ainda viver entre nós.&lt;br /&gt;Por algum tempo Tarik fica sonhador. Depois, volta-se para Leïla:&lt;br /&gt;— Diz ao meu povo que venha juntar-se aqui.&lt;br /&gt;Quando os Beduínos se reúnem em volta de Tarik, este declara: &lt;br /&gt;— A minha filha Leïla soube trazer-me de volta o meu filho Slimane. Por isso, daqui em diante, chamar-lhe-eis Leïla – a mais sábia. Quero que o seu nome e o de Slimane sejam honrados em todos os acampamentos do deserto.&lt;br /&gt;Dias mais tarde, o jovem pastor expulso regressou ao oásis.&lt;br /&gt;E Slimane viveu de novo no coração de todos aqueles que dele se recordavam.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Sue Alexander&lt;br /&gt;Leïla&lt;br /&gt;Porto, Ed. Edinter,1989&lt;br /&gt;(Adaptação)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-1138561706662417287?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/1138561706662417287/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=1138561706662417287' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/1138561706662417287'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/1138561706662417287'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2012/02/clube-contadores-de-historias.html' title='Clube Contadores de Histórias'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-oy3OVxmJeSM/Tzu8QZJBxtI/AAAAAAAAAMM/aAVWBaEFzqE/s72-c/image%255B3%255D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-1321357892301844902</id><published>2012-02-09T14:48:00.000-08:00</published><updated>2012-02-09T14:58:33.572-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='objetivos para o teste'/><title type='text'>Objetivos Gerais Teste 7º ano - Turmas G e H</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-YQTVVf07dzo/TzRPk-6WHTI/AAAAAAAAAMA/PotVkhW39XU/s1600/o_cavaleiro_da_dinamarca_72_1251295290.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-YQTVVf07dzo/TzRPk-6WHTI/AAAAAAAAAMA/PotVkhW39XU/s400/o_cavaleiro_da_dinamarca_72_1251295290.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5707274124566863154" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Grupo I (50 pontos)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Texto A (Questões de resposta fechada - escolha múltipla)&lt;br /&gt;- Compreender um texto informativo;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Texto B (Questões de resposta aberta)&lt;br /&gt;- Compreender um excerto da obra &lt;span style="font-style:italic;"&gt;O Cavaleiro da Dinamarca&lt;/span&gt;;&lt;br /&gt;- Conhecer as categorias da narrativa;&lt;br /&gt;- Conhecer os modos de representação do discurso;&lt;br /&gt;- Identificar a estrutura da ação e a organização das sequências narrativas;&lt;br /&gt;- Identificar recursos expressivos (figuras de estilo);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grupo II (20 pontos)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conhecimento Explícito da Língua:&lt;br /&gt;- Identificar as classes e subclasses de palavras - &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;classes abertas de palavras&lt;/span&gt;: nome, adjetivo, verbo, advérbio e interjeição / &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;classes fechadas de palavras&lt;/span&gt;: pronome, determinante, quantificador, preposição, conjunção (coordenativas);&lt;br /&gt;- Classificar palavras, quanto à flexão - género, número e grau; tempo, modo, pessoa e número;&lt;br /&gt;- Classificar sintaticamente frases - &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;funções ao nível da frase&lt;/span&gt; (Sujeito e Predicado); &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;funções internas ao grupo verbal&lt;/span&gt; (Complementos Direto, Indireto e Oblíquo; Modificador);&lt;br /&gt;- Identificar os constituintes de frase (&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;grupos&lt;/span&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grupo III (30 pontos)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Expressão escrita (realizada na aula de 45 minutos - obrigatória a apresentação da planificação do texto)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nota: Os Grupos I e II - duração - 70 minutos&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-1321357892301844902?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/1321357892301844902/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=1321357892301844902' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/1321357892301844902'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/1321357892301844902'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2012/02/objetivos-gerais-teste-7-ano-turmas-g-e.html' title='Objetivos Gerais Teste 7º ano - Turmas G e H'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-YQTVVf07dzo/TzRPk-6WHTI/AAAAAAAAAMA/PotVkhW39XU/s72-c/o_cavaleiro_da_dinamarca_72_1251295290.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-8596308681117876450</id><published>2012-01-16T14:32:00.000-08:00</published><updated>2012-01-16T14:32:07.408-08:00</updated><title type='text'>Entrevista a Sophia de Mello Breyner Andresen</title><content type='html'>&lt;iframe width="480" height="270" src="http://www.youtube.com/embed/cgxQ75Lwo-8?fs=1" frameborder="0" allowFullScreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-8596308681117876450?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/8596308681117876450/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=8596308681117876450' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/8596308681117876450'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/8596308681117876450'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2012/01/entrevista-sophia-de-mello-breyner.html' title='Entrevista a Sophia de Mello Breyner Andresen'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/cgxQ75Lwo-8/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-649257451420024441</id><published>2011-12-03T14:20:00.000-08:00</published><updated>2011-12-03T14:24:50.689-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='clube contadores de histórias'/><title type='text'>Clube Contadores de Histórias</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-trtt8zozjIY/TtqhozNerNI/AAAAAAAAALo/S_eNgYx477U/s1600/natal_nas_trincheiras%255B1%255D.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 217px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-trtt8zozjIY/TtqhozNerNI/AAAAAAAAALo/S_eNgYx477U/s400/natal_nas_trincheiras%255B1%255D.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5682031602194885842" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;NATAL NAS TRINCHEIRAS&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A única coisa que separava os dois exércitos, naquela noite fria de Dezembro de 1914era um pedaço de terra lamacenta chamado Terra de Ninguém. De repente, um cântico rompeu o ar gelado, celebrando o Natal em alemão, e logo um outro se lhe seguiu, em inglês.&lt;br /&gt;Durante algum tempo, os inimigos deixaram de se guerrear e comportaram-se como amigos. Estima-se que, nesta trégua de Natal não oficial, participaram cerca de cem mil soldados.&lt;br /&gt;Foi um momento único na história da humanidade.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Os presentes tinham sido abertos e o jantar acabara. Depois de um longo passeio pelos campos cobertos de neve, o jovem Thomas aconchegou-se junto do avô e disse:&lt;br /&gt;— Avô, este Natal foi o meu preferido. E tu, tens algum Natal favorito?&lt;br /&gt;— Tenho, Thomas — respondeu o avô Francis. — Passei-o muito longe de casa, durante o primeiro Inverno da Grande Guerra.&lt;br /&gt;— Estiveste na guerra, avô? — perguntou a pequena Nora, subindo para o colo dele. — Foste um herói?&lt;br /&gt;O avô sorriu e sugeriu:&lt;br /&gt;— E se começássemos pelo princípio?&lt;br /&gt;As duas crianças aproximaram-se ainda mais dele.&lt;br /&gt;— Foi em 1914. Os meus companheiros e eu estávamos há já várias semanas no campo de batalha. Sentíamo-nos sozinhos e assustados, embora tentássemos ser corajosos. Tínhamos passado um mês longo e frio em trincheiras lamacentas, que eram, naquela altura, a nossa casa.&lt;br /&gt;Sabíamos que não haveria tréguas no combate e que passaríamos o Natal ali mesmo. Aquela véspera de Natal aconteceu numa noite igual à de hoje. Os céus estavam a clarear e a geada cobria a Terra de Ninguém, o campo que nos separava dos soldados alemães.&lt;br /&gt;E ali estávamos nós, diante das trincheiras inimigas, à espera… Aparte as bombas e as batalhas, a guerra consiste em esperar. Esperar para ver quem vai dar o próximo passo. Nessa noite, sentimos que iam ser os Alemães. E tínhamos razão. De repente, uma sentinela fez sinal a pedir silêncio e ficámos todos calados. &lt;br /&gt;Foi então que um som rasgou o frio da noite gelada.&lt;br /&gt;O som provinha do lado inimigo da Terra de Ninguém e um soldado inglês que sabia alemão disse tratar-se de um cântico de Natal. Em breve, todos os Alemães entoavam a mesma canção. Quando terminaram, decidimos responder-lhes com um cântico de Natal que todos conhecíamos.&lt;br /&gt;Depois, os Alemães entoaram “Noite Feliz”, ao qual nos juntámos, com a letra cantada em inglês. Foi como se a terra inteira entoasse o mesmo cântico… Nunca pensei que cantar fosse tão sagrado. De repente, a sentinela de vigia gritou:&lt;br /&gt;— Aproxima-se alguém!&lt;br /&gt;E, enquanto apontávamos as espingardas à escuridão de Dezembro, deparámos com algo de extraordinário. Uma figura vinha até nós através da Terra de Ninguém. Numa mão trazia uma bandeira branca, e na outra uma árvore de Natal cheia de velinhas. Era um gesto tão surpreendente e corajoso que não pude deixar de saltar da trincheira e de ir ter com aquele soldado.&lt;br /&gt;Fui o primeiro de muitos. Em breve, todos os soldados de ambos os lados se encontravam fora das trincheiras. Era tudo tão novo e estranho que, no início, estávamos nervosos. Passado pouco tempo, porém, trocávamos já pequenas lembranças – chocolates, conservas de carne, tudo o que pudéssemos partilhar. Quando mostrámos uns aos outros fotografias de casa e da família, deixámos de ser soldados e de ser inimigos. Éramos apenas filhos e pais, longe da família e de casa. &lt;br /&gt;Um dos nossos rapazes trouxe um acordeão e um dos deles começou a tocar violino. E acabámos por improvisar… um baile. Foi uma bela festa de Natal! Mas a alvorada em breve nos anunciou que tínhamos de regressar. Regressar às trincheiras, voltar a esperar. Pensar no que nos tinha acontecido e em qual seria o nosso próximo passo.&lt;br /&gt;Esta é minha recordação favorita de Natal. Hoje sou um homem diferente por causa do rapaz que fui naquela noite.&lt;br /&gt;O avô abraçou os netos com força. &lt;br /&gt;— Será que fui um herói? Penso que, naquela noite, todos fomos heróis.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;NOTA HISTÓRICA&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Embora este conto seja um relato ficcional, a trégua de Natal de 1914 foi um facto histórico, e teve lugar na linha de batalha entre a costa da Bélgica, a norte, e a fronteira da Suíça, a sul.&lt;br /&gt;Quatro meses antes, no início da Grande Guerra, como a Primeira Guerra Mundial ficou conhecida, milhões de homens por toda a Europa tinham-se alistado em resposta aos apelos dos seus líderes. Muitos achavam que a guerra seria curta e que estaria terminada no Natal. Mas, quando o Inverno começou, milhares de soldados tinham já sido mortos ou feridos e a dura realidade do campo de batalha impôs-se.&lt;br /&gt;Em Dezembro de 1914, as Forças Aliadas (Bélgica, França, e Inglaterra) estavam num impasse com os Alemães, cada um dos lados à espera de que o outro capitulasse. As tropas estavam protegidas por trincheiras cavadas à pressa. Estas valas estreitas, embora mais fundas do que a altura dos soldados, eram parca protecção para o frio invernal.&lt;br /&gt;Entre os dois exércitos havia uma extensão de terreno árido chamada Terra de Ninguém, mais larga do que dois campos de futebol juntos. Nalguns sítios, porém, o intervalo entre as duas facções não excedia os 30 metros. Nestes locais, os inimigos estavam tão perto que conseguiam ouvir-se falar.&lt;br /&gt;Assim tão perto, muito terão pensado no aspecto que teria o inimigo. Estariam satisfeitos por se encontrarem naqueles buracos húmidos, a lutar em nome do Kaiser ou do Rei, ou prefeririam estar em casa? À medida que se aproximava a véspera de Natal, muitos soldados devem ter pensado em casa e na paz. Alguns tinham recebido encomendas da família com ofertas festivas. As próprias famílias reais da Alemanha e da Inglaterra tinham enviado prendas para as suas tropas e a Alemanha tinha mesmo enviado árvores de Natal para os homens que combatiam na frente. &lt;br /&gt;Naquela noite, foram muitos os que quiseram parar de lutar, por breves horas que fosse. Alguns chegaram mesmo a fazer o relato desse evento em diários e cartas. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;John McCutcheon; Henri Sørensen&lt;br /&gt;Christmas in the trenches&lt;br /&gt;Atlanta, Peachtree Publishers, 2006&lt;br /&gt;(Tradução e adaptação)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-649257451420024441?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/649257451420024441/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=649257451420024441' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/649257451420024441'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/649257451420024441'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2011/12/clube-contadores-de-historias.html' title='Clube Contadores de Histórias'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-trtt8zozjIY/TtqhozNerNI/AAAAAAAAALo/S_eNgYx477U/s72-c/natal_nas_trincheiras%255B1%255D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-7303940055852837107</id><published>2011-11-25T13:52:00.000-08:00</published><updated>2011-11-25T14:11:50.807-08:00</updated><title type='text'>Objetivos Gerais Teste 7º ano - Turmas G e H - 2º teste</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 20px; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Grupo I (50 pontos)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style="font-size: 15px; "&gt;Texto A&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px; "&gt; (Questões de resposta fechada -  escolha múltipla)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px; "&gt;- Compreender um texto oral;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style="font-size: 15px; "&gt;Texto B &lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px; "&gt;(Questões de resposta aberta)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px; "&gt;- Compreender um texto narrativo: lenda, mito, conto popular ou narrativa juvenil&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px; line-height: 20px; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px; line-height: 20px; "  &gt;- Conhecer as características do texto apresentado;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px; line-height: 20px; "  &gt;- Conhecer as categorias da narrativa;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 20px; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px; "&gt;- Identificar recursos expressivos;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Grupo II (20 pontos)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px; "&gt;&lt;b&gt;Conhecimento Explícito da Língua:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px; "&gt;- Identificar as classes e subclasses de palavras - &lt;b&gt;classes abertas de palavras&lt;/b&gt;: nome, adjetivo, verbo, advérbio e interjeição / &lt;b&gt;classes fechadas de palavras&lt;/b&gt;: pronome, determinante, quantificador, preposição, conjunção;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px; "&gt;- Classificar palavras, quanto à flexão - género, número e grau; tempo, modo, pessoa e número&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px; line-height: 20px; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 20px; background-color: rgb(255, 255, 255); "  &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px; "&gt;- Classificar sintacticamente frases;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px; "&gt;- Identificar as relações gráficas e fonéticas entre palavras:Homofonia, Homografia; Homonímia e Paronímia;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 20px; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px; "  &gt;- Identificar as relações semânticas entre palavras: Hiperonímia e Hiponímia ;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 20px; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px; "  &gt;- Distinguir frases simples/complexa e transformar frases simples em complexas;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 20px; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px; "  &gt;- Dividir e classificar orações coordenadas;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 20px; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px; "  &gt;- Transformar frases de discurso direto para indireto e vice-versa, identificando a transformações realizadas ;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 20px; background-color: rgb(255, 255, 255); "  &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Grupo III (30 pontos)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px; "&gt;Expressão escrita (realizada na aula de 45 minutos - obrigatória a apresentação da planificação do texto)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 20px; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px; "  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 20px; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px; "  &gt;&lt;b&gt;Nota: Os Grupos I e II - duração - 70 minutos&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-7303940055852837107?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/7303940055852837107/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=7303940055852837107' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/7303940055852837107'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/7303940055852837107'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2011/11/objetivos-gerais-teste-7-ano-turmas-g-e.html' title='Objetivos Gerais Teste 7º ano - Turmas G e H - 2º teste'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-7291780745788574981</id><published>2011-11-25T13:48:00.000-08:00</published><updated>2011-11-25T13:51:35.301-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='clube contadores de histórias'/><title type='text'>Clube Contadores de Histórias</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-ygJjUyp785E/TtAN3QQY9BI/AAAAAAAAALc/e3B4u_Q-Nbc/s1600/FicheiroTyto_alba_close_up.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 220px; height: 247px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-ygJjUyp785E/TtAN3QQY9BI/AAAAAAAAALc/e3B4u_Q-Nbc/s400/FicheiroTyto_alba_close_up.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5679054373021873170" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center" style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; background-color: white; text-align: center; line-height: 26px; text-indent: 21.25pt; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="line-height: 48px; color: rgb(162, 0, 0); font-size: 18pt; "&gt;&lt;em&gt;O desejo de Nathan&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; background-color: white; text-align: center; line-height: 19px; text-indent: 21.25pt; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; "&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; background-color: white; text-align: justify; line-height: 22px; text-indent: 21.3pt; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; "&gt;&lt;span style="color: rgb(162, 0, 0); "&gt;A minha vizinha, Miss Sandy, é reabilitadora de aves de rapina, ou seja, toma conta de aves feridas, como corujas e falcões, até elas serem capazes de voar de novo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; background-color: white; text-align: justify; line-height: 22px; text-indent: 21.3pt; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; "&gt;&lt;span style="color: rgb(162, 0, 0); "&gt;Todos os dias, vejo-a misturar medicamentos, distribuir comida e limpar as grandes gaiolas que tem no pátio. Por muito cansada ou ocupada que esteja, Miss Sandy tem sempre tempo para falar comigo acerca dos pássaros.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; background-color: white; text-align: justify; line-height: 22px; text-indent: 21.3pt; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; "&gt;&lt;span style="color: rgb(162, 0, 0); "&gt;O meu maior desejo era poder andar sozinho para poder ajudá-la nas tarefas, em vez de estar apenas a observar. Mas, como tenho paralisia cerebral, os meus músculos não têm força suficiente para que eu ande sem cadeira de rodas ou andarilho.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; background-color: white; text-align: justify; line-height: 22px; text-indent: 21.3pt; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; "&gt;&lt;span style="color: rgb(162, 0, 0); "&gt;Certo dia, Miss Sandy mostra-me uma coruja-das-torres, que tem uma asa partida. Embora a asa esteja dentro de uma tala, a coruja tenta escapar debatendo-se contra as paredes da caixa de madeira onde foi colocada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; background-color: white; text-align: justify; line-height: 22px; text-indent: 21.3pt; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; "&gt;&lt;span style="color: rgb(162, 0, 0); "&gt;— Vai ter de ficar aqui até a asa sarar — diz Miss Sandy. — Que nome achas que lhe devemos dar, Nathan? — pergunta-me.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; background-color: white; text-align: justify; line-height: 22px; text-indent: 21.3pt; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; "&gt;&lt;span style="color: rgb(162, 0, 0); "&gt;Os olhos brilhantes e amarelos da coruja faíscam, zangados.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; background-color: white; text-align: justify; line-height: 22px; text-indent: 21.3pt; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; "&gt;&lt;span style="color: rgb(162, 0, 0); "&gt;— Que tal Fogo? — proponho.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; background-color: white; text-align: justify; line-height: 22px; text-indent: 21.3pt; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; "&gt;&lt;span style="color: rgb(162, 0, 0); "&gt;— Parece-me um bom nome — concorda Miss Sandy. — Espero que em breve a Fogo acalme.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; background-color: white; text-align: justify; line-height: 22px; text-indent: 21.3pt; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; "&gt;&lt;span style="color: rgb(162, 0, 0); "&gt;Contudo, em cada dia que passa, a Fogo continua a lutar para ser livre e preocupo-me que se magoe de novo. Finalmente, Miss Sandy tira a tala da asa e coloca a coruja numa gaiola.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; background-color: white; text-align: justify; line-height: 22px; text-indent: 21.3pt; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; "&gt;&lt;span style="color: rgb(162, 0, 0); "&gt;— A Fogo precisa de exercitar a asa — explica-me.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; background-color: white; text-align: justify; line-height: 22px; text-indent: 21.3pt; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; "&gt;&lt;span style="color: rgb(162, 0, 0); "&gt;À medida que as semanas passam, a asa torna-se cada vez mais forte e a Fogo é colocada numa gaiola maior. Por vezes, ignora os ratos mortos que Miss Sandy lhe traz e prefere perscrutar o céu. Percebo que gostaria de caçar a sua própria comida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; background-color: white; text-align: justify; line-height: 22px; text-indent: 21.3pt; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; "&gt;&lt;span style="color: rgb(162, 0, 0); "&gt;— Quanto tempo falta para ela poder voar de novo? — pergunto, um dia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; background-color: white; text-align: justify; line-height: 22px; text-indent: 21.3pt; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; "&gt;&lt;span style="color: rgb(162, 0, 0); "&gt;— Uma asa partida demora muito a ficar curada — respondeu Miss Sandy. — Pareces tão impaciente quanto ela, Nathan!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; background-color: white; text-align: justify; line-height: 22px; text-indent: 21.3pt; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; "&gt;&lt;span style="color: rgb(162, 0, 0); "&gt;E estou. Estou ansioso que a Fogo seja de novo livre. Quando estou na escola e vejo um pássaro a voar lá fora, penso na Fogo e deixo de ouvir o professor.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; background-color: white; text-align: justify; line-height: 22px; text-indent: 21.3pt; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; "&gt;&lt;span style="color: rgb(162, 0, 0); "&gt;À noite, quando oiço um grito estridente vindo do pátio, pergunto-me se a Fogo estará a chamar os amigos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; background-color: white; text-align: justify; line-height: 22px; text-indent: 21.3pt; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; "&gt;&lt;span style="color: rgb(162, 0, 0); "&gt;Um dia, vejo a gaiola dela vazia. Miss Sandy colocou-a numa pequena caixa que segura nas mãos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; background-color: white; text-align: justify; line-height: 22px; text-indent: 21.3pt; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; "&gt;&lt;span style="color: rgb(162, 0, 0); "&gt;— Vou pô-la na gaiola de voo, para ver até onde consegue ir — explica-me.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; background-color: white; text-align: justify; line-height: 22px; text-indent: 21.3pt; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; "&gt;&lt;span style="color: rgb(162, 0, 0); "&gt;Enquanto a sigo, oiço o coração a bater nos meus ouvidos. Se a Fogo voar bem, Miss Sandy irá libertá-la hoje! Sustenho a respiração enquanto ela vira a caixa gentilmente, de forma à coruja pousar no chão da gaiola. A Fogo dá um salto e voa, forte e bonita.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; background-color: white; text-align: justify; line-height: 22px; text-indent: 21.3pt; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; "&gt;&lt;span style="color: rgb(162, 0, 0); "&gt;Contudo, de repente, inclina-se para o lado e começa a descer. Embora tenha os olhos bem fechados, consigo ouvir o baque suave da sua aterragem desajeitada. E quando abro os olhos, vejo Miss Sandy a abanar a cabeça. Dou-me conta, de repente, de que a Fogo nunca será libertada. Não tem a asa suficientemente forte para sobreviver na floresta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; background-color: white; text-align: justify; line-height: 22px; text-indent: 21.3pt; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; "&gt;&lt;span style="color: rgb(162, 0, 0); "&gt;— Pobre Fogo — lamenta Miss Sandy. — Queria tanto ser livre!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; background-color: white; text-align: justify; line-height: 22px; text-indent: 21.3pt; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; "&gt;&lt;span style="color: rgb(162, 0, 0); "&gt;Viro-me para que ela não veja as lágrimas no meu rosto. Sei muito bem o que é ter um desejo que não se pode realizar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; background-color: white; text-align: justify; line-height: 22px; text-indent: 21.3pt; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; "&gt;&lt;span style="color: rgb(162, 0, 0); "&gt;Depois desse dia, a luz dos olhos da Fogo apaga-se. Recusa a comida e nem sequer tenta sair da gaiola.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; background-color: white; text-align: justify; line-height: 22px; text-indent: 21.3pt; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; "&gt;&lt;span style="color: rgb(162, 0, 0); "&gt;— Por favor, não desistas! — sussurro-lhe.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; background-color: white; text-align: justify; line-height: 22px; text-indent: 21.3pt; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; "&gt;&lt;span style="color: rgb(162, 0, 0); "&gt;Mas ela continua imóvel como uma estátua, em cima do poleiro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; background-color: white; text-align: justify; line-height: 22px; text-indent: 21.3pt; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; "&gt;&lt;span style="color: rgb(162, 0, 0); "&gt;Deve haver uma forma de ajudar esta coruja. Procuro, no computador, informação sobre aves feridas. Deparo com um corujão-orelhudo quase cego que toma conta de corujinhas órfãs até estas terem idade para serem libertadas. Talvez a Fogo consiga fazer o mesmo. Imprimo a informação e mostro-a a Miss Sandy, que diz:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; background-color: white; text-align: justify; line-height: 22px; text-indent: 21.3pt; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; "&gt;&lt;span style="color: rgb(162, 0, 0); "&gt;— Vale a pena tentar. Tenho três crias que ficaram órfãs na tempestade da semana passada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; background-color: white; text-align: justify; line-height: 22px; text-indent: 21.3pt; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; "&gt;&lt;span style="color: rgb(162, 0, 0); "&gt;Miss Sandy põe as três crias na gaiola da Fogo. As corujinhas balançam as cabecinhas e emitem uns pios engraçados. Mas a Fogo não parece interessada em crias esfomeadas ou no que quer que seja.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; background-color: white; text-align: justify; line-height: 22px; text-indent: 21.3pt; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; "&gt;&lt;span style="color: rgb(162, 0, 0); "&gt;Como não suporto vê-la tão infeliz, decido ficar em casa alguns dias, cheio de tristeza por ela e por mim. Uma noite, Miss Sandy toca à nossa porta e entra de rompante.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; background-color: white; text-align: justify; line-height: 22px; text-indent: 21.3pt; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; "&gt;&lt;span style="color: rgb(162, 0, 0); "&gt;— Vem comigo, Nathan! — pede. — Tens de ver a Fogo!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; background-color: white; text-align: justify; line-height: 22px; text-indent: 21.3pt; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; "&gt;&lt;span style="color: rgb(162, 0, 0); "&gt;Antes de me aperceber do que está a acontecer, já Miss Sandy conduz a minha cadeira aos tropeções até casa dela. Finalmente, estaciona-me junto da gaiola da Fogo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; background-color: white; text-align: justify; line-height: 22px; text-indent: 21.3pt; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; "&gt;&lt;span style="color: rgb(162, 0, 0); "&gt;— Olha! — sussurra.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; background-color: white; text-align: justify; line-height: 22px; text-indent: 21.3pt; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; "&gt;&lt;span style="color: rgb(162, 0, 0); "&gt;Nem posso acreditar no que vejo. A Fogo pega num pedaço de carne que estava no chão e leva-o, aos saltos, até à gaiola-ninho, onde o depõe no bico de uma das crias. Embora o seu desejo de ser livre não possa realizar-se, a coruja encontrou algo de importante para fazer. &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(162, 0, 0); "&gt;E isso dá-me uma ideia!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; background-color: white; text-align: justify; line-height: 22px; text-indent: 21.3pt; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; "&gt;&lt;span style="color: rgb(162, 0, 0); "&gt;No dia seguinte, vou até casa de Miss Sandy e olho para o pátio. Posso não poder andar sozinho, mas vou encontrar uma forma de a ajudar nas suas tarefas! Sei que os baldes são demasiado pesados; contudo, posso encher as tinas de banho das aves com a mangueira. Demoro bastante tempo a desdobrá-la e a arrastá-la até cada uma das gaiolas. Mas não desisto até as tinas estarem todas cheias.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; background-color: white; text-align: justify; line-height: 22px; text-indent: 21.3pt; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; "&gt;&lt;span style="color: rgb(162, 0, 0); "&gt;Quando vejo a carrinha do correio a aproximar-se, vou até ao fim da alameda e recebo a correspondência para Miss Sandy. Enfio as cartas no bolso do meu casaco e levo-as até casa dela. Quando são horas de alimentar os pássaros, ofereço-me para ficar no escritório a atender os telefonemas. O telefone toca quatro vezes e anoto os recados.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; background-color: white; text-align: justify; line-height: 22px; text-indent: 21.3pt; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; "&gt;&lt;span style="color: rgb(162, 0, 0); "&gt;Antes de ir-me embora, Miss Sandy abraça-me e diz:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; background-color: white; text-align: justify; line-height: 22px; text-indent: 21.3pt; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; "&gt;&lt;span style="color: rgb(162, 0, 0); "&gt;— Ajudaste-me muito hoje, Nathan.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; background-color: white; text-align: justify; line-height: 22px; text-indent: 21.3pt; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; "&gt;&lt;span style="color: rgb(162, 0, 0); "&gt;Fico corado e baixo a cabeça. Mas sorrio. Agora sei o quão orgulhosa a Fogo se sente!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; background-color: white; text-align: justify; line-height: 19px; text-indent: 21.3pt; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; "&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="right" style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; background-color: white; text-align: right; text-indent: 21.25pt; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; "&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: rgb(162, 0, 0); font-size: 10pt; "&gt;Laurie Lears&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; background-color: white; text-align: right; text-indent: 21.25pt; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; "&gt;&lt;span style="color: rgb(162, 0, 0); font-size: 10pt; "&gt;&lt;em&gt;Nathan’s wish: a story about cerebral palsy&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; background-color: white; text-align: right; text-indent: 21.25pt; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; "&gt;&lt;span style="color: rgb(162, 0, 0); font-size: 10pt; "&gt;Illinois, Albert Whitman &amp;amp; Co,&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(162, 0, 0); font-size: 10pt; "&gt; 2005&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; background-color: white; text-align: right; text-indent: 21.25pt; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; "&gt;&lt;span style="color: rgb(162, 0, 0); font-size: 10pt; "&gt;(Tradução e adaptação)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-7291780745788574981?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/7291780745788574981/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=7291780745788574981' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/7291780745788574981'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/7291780745788574981'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2011/11/clube-contadores-de-historias.html' title='Clube Contadores de Histórias'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-ygJjUyp785E/TtAN3QQY9BI/AAAAAAAAALc/e3B4u_Q-Nbc/s72-c/FicheiroTyto_alba_close_up.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-3229411622182360895</id><published>2011-10-27T14:31:00.000-07:00</published><updated>2011-10-27T14:54:07.396-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='objetivos para o teste'/><title type='text'>Objetivos Gerais Teste 7º ano - Turmas G e H</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-a9_-fZvUsKg/TqnS-mPIJwI/AAAAAAAAALQ/QTmpJBslmSw/s1600/di%25C3%25A1rio.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 346px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-a9_-fZvUsKg/TqnS-mPIJwI/AAAAAAAAALQ/QTmpJBslmSw/s400/di%25C3%25A1rio.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5668293578880198402" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(72, 72, 72); font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; line-height: 20px; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Grupo I (50 pontos)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style="font-size: 15px; "&gt;Texto A&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px;"&gt; (Questões de resposta fechada - Verdadeiro/Falso; escolha múltipla)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px;"&gt;- Compreender um texto informativo;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style="font-size: 15px; "&gt;Texto B &lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px; "&gt;(Questões de resposta aberta)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px;"&gt;- Compreender um texto narrativo: diário, memórias, conto popular&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(72, 72, 72); font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 20px; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px; line-height: 20px;"&gt;- Conhecer as características do texto apresentado;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px; line-height: 20px;"&gt;- Conhecer as categorias da narrativa;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(72, 72, 72); font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; line-height: 20px; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px;"&gt;- Identificar recursos expressivos;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Grupo II (20 pontos)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px;"&gt;&lt;b&gt;Conhecimento Explícito da Língua:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px;"&gt;- Identificar as classes e subclasses de palavras - &lt;b&gt;classes abertas de palavras&lt;/b&gt;: nome, adjetivo, verbo, advérbio e interjeição / &lt;b&gt;classes fechadas de palavras&lt;/b&gt;: pronome, determinante, quantificador, preposição, conjunção;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px;"&gt;- Classificar palavras, quanto à flexão - género, número e grau; tempo, modo, pessoa e número&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(72, 72, 72); font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 20px; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(72, 72, 72); font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; line-height: 20px; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px;"&gt;- Classificar sintacticamente frases;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px;"&gt;- Identificar as relações gráficas e fonéticas entre palavras;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(72, 72, 72); font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; line-height: 20px; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px;"&gt;- Classificar os sons (vogal, semivogal, ditongo, hiato)&lt;br /&gt;- Distinguir frases simples/complexa e transformar frases simples em complexas;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(72, 72, 72); font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; line-height: 20px; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px;"&gt;- Dividir e classificar orações coordenadas (somente para o 7ºH)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(72, 72, 72); font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; line-height: 20px; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px;"&gt;- Pontuar textos e justificar a utilização de sinais auxiliares de escrita;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(72, 72, 72); font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; line-height: 20px; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Grupo III (30 pontos)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px;"&gt;Expressão escrita (realizada na aula de 45 minutos - obrigatória a apresentação da planificação do texto)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(72, 72, 72); font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; line-height: 20px; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(72, 72, 72); font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; line-height: 20px; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px;"&gt;&lt;b&gt;Nota: Os Grupos I e II  - duração - 70 minutos &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-3229411622182360895?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/3229411622182360895/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=3229411622182360895' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/3229411622182360895'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/3229411622182360895'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2011/10/objetivos-gerais-teste-7-ano-turmas-g-e.html' title='Objetivos Gerais Teste 7º ano - Turmas G e H'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-a9_-fZvUsKg/TqnS-mPIJwI/AAAAAAAAALQ/QTmpJBslmSw/s72-c/di%25C3%25A1rio.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-8521685100965638076</id><published>2011-09-08T13:14:00.001-07:00</published><updated>2011-09-08T13:14:53.200-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='clube contadores de histórias'/><title type='text'>Clube Contadores de Histórias</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;&lt;div align="center" style="text-align: center; margin-top: 12pt; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: maroon; font-size: 20pt; "&gt;Caminhos sem nome&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-top: 0cm; margin-right: 3cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 3cm; "&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-top: 0cm; margin-right: 3cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 2cm; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: maroon; "&gt;Um campo de neve deserto.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" style="text-align: right; margin-top: 0cm; margin-right: 56.65pt; margin-bottom: 18pt; margin-left: 3cm; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: maroon; "&gt;Um pardal pousa.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-top: 0cm; margin-right: 3cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 2cm; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: maroon; "&gt;O Jardim das Hortênsias.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-top: 0cm; margin-right: 3cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 2cm; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: maroon; "&gt;Ao amanhecer, uma pequena tartaruga atravessa lentamente.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" style="text-align: right; margin-top: 0cm; margin-right: 56.65pt; margin-bottom: 18pt; margin-left: 3cm; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: maroon; "&gt;Ninguém a vê.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-top: 0cm; margin-right: 3cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 2cm; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: maroon; "&gt;Dois namorados estendidos na relva&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-top: 0cm; margin-right: 3cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 2cm; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: maroon; "&gt;em silêncio contemplam a noite e os astros.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" style="text-align: right; margin-top: 0cm; margin-right: 56.65pt; margin-bottom: 18pt; margin-left: 3cm; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: maroon; "&gt;Uma estrela cadente desliza.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-top: 0cm; margin-right: 3cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 2cm; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: maroon; "&gt;No bosque por detrás da cidade,&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-top: 0cm; margin-right: 3cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 2cm; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: maroon; "&gt;uma aranha lança o primeiro fio de prata&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" style="text-align: right; margin-top: 0cm; margin-right: 56.65pt; margin-bottom: 18pt; margin-left: 3cm; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: maroon; "&gt;até ao ramo mais alto.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 2cm; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: maroon; "&gt;Em cima dos telhados, por entre as chaminés,&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-top: 0cm; margin-right: 3cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 2cm; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: maroon; "&gt;uma auto-estrada invisível&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" style="text-align: right; margin-top: 0cm; margin-right: 56.65pt; margin-bottom: 18pt; margin-left: 3cm; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: maroon; "&gt;por onde as andorinhas vão e vêm.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-top: 0cm; margin-right: 3cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 2cm; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: maroon; "&gt;Uma longa caravana de formigas&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 26px; margin-top: 0cm; margin-right: 3cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 2cm; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: maroon; "&gt;em direcção ao biscoito caído no pátio.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" style="text-align: right; margin-top: 0cm; margin-right: 56.65pt; margin-bottom: 18pt; margin-left: 3cm; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: maroon; "&gt;Sara lancha no terraço ao sol.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-top: 0cm; margin-right: 3cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 2cm; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: maroon; "&gt;Na tarde de Verão, o mar tranquilo.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-top: 0cm; margin-right: 3cm; margin-bottom: 6pt; margin-left: 2cm; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: maroon; "&gt;Ondas que desenham anéis vermelhos.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" style="text-align: right; margin-top: 0cm; margin-right: 56.65pt; margin-bottom: 0pt; margin-left: 3cm; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: maroon; "&gt;Uma onda vai mais longe,&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" style="text-align: right; margin-top: 0cm; margin-right: 56.65pt; margin-bottom: 6pt; margin-left: 3cm; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: maroon; "&gt;até ao castelo que as crianças construíram na areia.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-top: 0cm; margin-right: 3cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 3cm; "&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-top: 0cm; margin-right: 3cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 2cm; "&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: maroon; "&gt;Nem todos os caminhos têm nome.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" style="text-align: right; margin-top: 0cm; margin-right: 56.65pt; margin-bottom: 0pt; margin-left: 3cm; "&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: maroon; "&gt;Há caminhos que passam em silêncio.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-top: 0cm; margin-right: 56.65pt; margin-bottom: 0pt; margin-left: 2cm; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: maroon; "&gt;No sossego do quarto onde te escondes,&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 26px; margin-top: 0cm; margin-right: 56.65pt; margin-bottom: 0pt; margin-left: 2cm; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: maroon; "&gt;se tivesses ouvidos de morcego,&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" style="text-align: right; margin-top: 0cm; margin-right: 56.65pt; margin-bottom: 0pt; margin-left: 2cm; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: maroon; "&gt;escutarias as ondas a atravessar os muros&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" style="text-align: right; margin-top: 0cm; margin-right: 56.65pt; margin-bottom: 0pt; margin-left: 2cm; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: maroon; "&gt;e a noite oferecendo-te a música do mundo.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-top: 6pt; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color: maroon; "&gt;Que &lt;b&gt;confusão&lt;/b&gt;! Parece um &lt;b&gt;carnaval&lt;/b&gt;!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: maroon; "&gt;Tambores e címbalos&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: maroon; "&gt; de ferro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: maroon; "&gt;Camiões&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: maroon; "&gt; que esburacam montanhas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: maroon; "&gt;Canções&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: maroon; "&gt; sem palavras. &lt;b&gt;Palavras&lt;/b&gt; na escuridão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: maroon; "&gt;Melodias&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: maroon; "&gt; de salão. &lt;b&gt;Rotas&lt;/b&gt; sonâmbulas de navios mercantes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: maroon; "&gt;Aviões &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: maroon; "&gt;perdidos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-top: 0cm; margin-right: 56.65pt; margin-bottom: 0pt; margin-left: 2cm; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: maroon; "&gt;Mas tu não tens ouvidos de morcego.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 14px; margin-top: 0cm; margin-right: 56.65pt; margin-bottom: 0pt; margin-left: 2cm; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: maroon; "&gt;Tens ouvidos aquáticos que escutam&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" style="text-align: right; margin-top: 0cm; margin-right: 56.65pt; margin-bottom: 0pt; margin-left: 2cm; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: maroon; "&gt;o baile das algas nos corais.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-top: 0cm; margin-right: 56.65pt; margin-bottom: 0pt; margin-left: 2cm; "&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-top: 0cm; margin-right: 56.65pt; margin-bottom: 0pt; margin-left: 2cm; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: maroon; "&gt;Ouvidos de caramujo que escutam&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-top: 0cm; margin-right: 56.65pt; margin-bottom: 0pt; margin-left: 2cm; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: maroon; "&gt;o crepitar da chuva no bambu.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-top: 0cm; margin-right: 56.65pt; margin-bottom: 0pt; margin-left: 2cm; "&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" style="text-align: right; margin-top: 0cm; margin-right: 56.65pt; margin-bottom: 0pt; margin-left: 2cm; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: maroon; "&gt;E dizes: &lt;i&gt;estrela marinha&lt;/i&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-top: 0cm; margin-right: 56.65pt; margin-bottom: 0pt; margin-left: 2cm; "&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-top: 0cm; margin-right: 56.65pt; margin-bottom: 0pt; margin-left: 2cm; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: maroon; "&gt;E as tuas palavras são minúsculas&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-top: 0cm; margin-right: 56.65pt; margin-bottom: 0pt; margin-left: 2cm; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: maroon; "&gt;como ninhos de colibri.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-top: 0cm; margin-right: 3cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 3cm; "&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" style="text-align: right; margin-top: 0cm; margin-right: 3cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 3cm; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: maroon; "&gt;Com o nariz colado à janela,&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" style="text-align: right; margin-top: 0cm; margin-right: 3cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 3cm; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: maroon; "&gt;Viste a garça voar até ao norte.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-top: 0cm; margin-right: 3cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 3cm; "&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" style="text-align: right; margin-top: 0cm; margin-right: 3cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 3cm; "&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="text-align: center; margin-top: 0cm; margin-right: 3cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 3cm; "&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: maroon; "&gt;Quando fores pelos caminhos do mundo, não esqueças nunca a linha que ela desenhava no céu.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-top: 0cm; margin-right: 3cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 3cm; "&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="color: maroon; font-size: 10pt; "&gt;Anna Castagnoli&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: maroon; font-size: 10pt; "&gt;Caminos sin nombre&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="color: maroon; font-size: 10pt; "&gt;Pontevedra, OQO Editora, 2007&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="color: maroon; font-size: 10pt; "&gt;(Tradução e adaptação)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-8521685100965638076?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/8521685100965638076/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=8521685100965638076' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/8521685100965638076'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/8521685100965638076'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2011/09/clube-contadores-de-historias.html' title='Clube Contadores de Histórias'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-4439429305890546985</id><published>2011-07-10T07:27:00.000-07:00</published><updated>2011-07-10T07:31:12.053-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='clube contadores de histórias'/><title type='text'>Clube Contadores de Histórias</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-AsUllS7ihIU/Thm3nceSRmI/AAAAAAAAALI/HfmsNf1E5WE/s1600/ambiente2%255B2%255D.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 108px; height: 150px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-AsUllS7ihIU/Thm3nceSRmI/AAAAAAAAALI/HfmsNf1E5WE/s400/ambiente2%255B2%255D.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5627731097662146146" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Da erva à árvore&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Eram dunas e dunas, a perder de vista. Montes de areia para o vento brincar...&lt;br /&gt;Hoje, fazia uma duna maior aqui, amanhã apagava-a, para fazê-la mais além e, sempre segundo os seus caprichos, onde estavam montes, cavava vales, onde estavam vales, amoldava montes. O vento era uma vassoura enorme. Cabeleiras dóceis de ervinhas rasteiras deixavam-se pentear, despentear, ao sabor do vento gigante. Ele é que mandava.&lt;br /&gt;Uma delas, à beira de um tojo só picos, cresceu. Delgadinha que era arriscou-se à vida. Rompera a areia e apontava para cima. Ela lá sabia. De dentes a ranger, o vento passou. Partiu-se o tronquinho? Não se partiu. Fincava as raízes, segurava-se com toda a força e, quando o vento descia, inclinava-se à vontade dele. Tinha de ser assim. Lá se foi aguentando. &lt;br /&gt;O vento, a princípio, nem dava por ela. Era uma erva como as outras. Senhor daquelas dunas, o que ele queria era disciplina, ordem, submissão. A erva, que erva afinal não era, submetia-se. Óptimo. Foi crescendo e o vento sem dar por ela. Era um tronco já, uma arvorezinha de Natal para casa de bonecas. Outras ervinhas como, dantes, ela tinha sido, despontavam também, na mesma duna.&lt;br /&gt;Ali havia uma pequena nação de pinheiros novos. A ordem era: persistir. Por enquanto, persistir. Resistir, seria para depois. E foram vingando. Quando o vento deu por eles, teve uma grande cólera e soprou, dias a fio, sobre a duna, donde nascia, miudamente, frágil ainda, um sinal de rebeldia ao seu poder. Nada conseguiu. Os pinheiros sabiam que eram pinheiros. Tinham raça e coragem para fazer frente ao vento. Uns e outros, os maiores e os mais pequenos, começaram a olhar para a sombra. &lt;br /&gt;Alastravam para outras dunas. Guerreiros chamavam por outros guerreiros e desafiavam o vento. “Nada podes contra nós”, gritavam-lhe. O maior, o chefe, o mais velho, que da erva se fez tronco, do tronco se fez árvore, comandava a defesa e dizia aos mais novos, nas alturas em que o vento lhes fazia ranger os ramos: “Aguentem, que já passámos por pior”.&lt;br /&gt;Eles aguentavam. &lt;br /&gt;E foi assim que o vento, o gigante caprichoso que dantes arrasava dunas, teve de deixar de fazer castelos na areia.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;António Torrado&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;www.historiadodia.pt&lt;br /&gt;(adaptação&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-4439429305890546985?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/4439429305890546985/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=4439429305890546985' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/4439429305890546985'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/4439429305890546985'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2011/07/clube-contadores-de-historias.html' title='Clube Contadores de Histórias'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-AsUllS7ihIU/Thm3nceSRmI/AAAAAAAAALI/HfmsNf1E5WE/s72-c/ambiente2%255B2%255D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-688901084111558716</id><published>2011-05-10T00:54:00.000-07:00</published><updated>2011-05-10T00:56:27.160-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Exame Nacional'/><title type='text'>EXAME LÍNGUA PORTUGUESA 9º ANO - 2011</title><content type='html'>Informações sobre o exame Nacional de Língua Portuguesa 2011&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.gave.min-edu.pt/np3content/?newsId=340&amp;amp;fileName=IE_Lingua_portuguesa_22_11.pdf"&gt;http://www.gave.min-edu.pt/np3content/?newsId=340&amp;amp;fileName=IE_Lingua_portuguesa_22_11.pdf&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-688901084111558716?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/688901084111558716/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=688901084111558716' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/688901084111558716'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/688901084111558716'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2011/05/exame-lingua-portuguesa-9-ano-2011.html' title='EXAME LÍNGUA PORTUGUESA 9º ANO - 2011'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-2885508702932767384</id><published>2011-02-28T15:09:00.000-08:00</published><updated>2011-02-28T15:24:29.229-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='objectivos para o teste'/><title type='text'>Objectivos Gerais Teste 9º ano - Março 2011</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-GgsIgxF-DTw/TWwuDTkz23I/AAAAAAAAAK8/KZ78IYBq-8Y/s1600/camoes.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 225px; height: 250px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-GgsIgxF-DTw/TWwuDTkz23I/AAAAAAAAAK8/KZ78IYBq-8Y/s400/camoes.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5578884672734354290" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Grupo I (50 pontos)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Texto A&lt;br /&gt;- Interpretar um texto narrativo;&lt;br /&gt;- Identificar recursos estilísticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Texto B&lt;br /&gt;- Interpretar um excerto de &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Os Lusíadas&lt;/span&gt;, de Luís de Camões;&lt;br /&gt;- Identificar recursos estilísticos;&lt;br /&gt;- Conhecer as estruturas interna e externa e os planos narrativos;&lt;br /&gt;- Analisar formalmente uma estrofe (escansão; tipos de rima; classificação de estrofes e versos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grupo II (20 pontos)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Conhecimento Explícito da Língua:&lt;br /&gt;- Identificar as classes e subclasses de palavras;&lt;br /&gt;- Classificar palavras quanto à flexão;&lt;br /&gt;- Classificar sintacticamente frases;&lt;br /&gt;- Dividir e classificar orações;&lt;br /&gt;- Conjugar verbos (tempos simples e compostos; conjugação pronominal simples e reflexa, em todos os tempos/modos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grupo III (30 pontos)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Produzir um texto relacionado com os temas abordados no estudo da obra camoniana.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-2885508702932767384?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/2885508702932767384/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=2885508702932767384' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/2885508702932767384'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/2885508702932767384'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2011/02/objectivos-gerais-teste-9-ano-marco.html' title='Objectivos Gerais Teste 9º ano - Março 2011'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-GgsIgxF-DTw/TWwuDTkz23I/AAAAAAAAAK8/KZ78IYBq-8Y/s72-c/camoes.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-2830239413962542942</id><published>2011-02-22T00:37:00.000-08:00</published><updated>2011-02-22T00:41:19.364-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='vídeo'/><title type='text'>Inês de Castro e D. Pedro</title><content type='html'>Trailer do filme Inês de Portugal, de José Carlos Oliveira, 1999.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe title="YouTube video player" width="480" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/9TsF9_gtlJs" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-2830239413962542942?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/2830239413962542942/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=2830239413962542942' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/2830239413962542942'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/2830239413962542942'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2011/02/ines-de-castro-e-d-pedro.html' title='Inês de Castro e D. Pedro'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/9TsF9_gtlJs/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-1798557973941007491</id><published>2011-02-21T15:04:00.000-08:00</published><updated>2011-02-21T15:05:46.033-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='vídeo'/><title type='text'>Inês de Castro</title><content type='html'>Inês de portugal, (1999)um filme de  José Carlos de Oliveira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe title="YouTube video player" width="480" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/cbH5lIk6TnU" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-1798557973941007491?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/1798557973941007491/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=1798557973941007491' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/1798557973941007491'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/1798557973941007491'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2011/02/ines-de-castro.html' title='Inês de Castro'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/cbH5lIk6TnU/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-3248657154324509222</id><published>2011-01-12T13:33:00.000-08:00</published><updated>2011-01-12T13:44:40.113-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='teste intermédio'/><title type='text'>Teste Intermédio 2010</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/TS4gvyyo6DI/AAAAAAAAAKs/wXwfxDWF2Xk/s1600/testes-intermedios-lp.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 213px; height: 213px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/TS4gvyyo6DI/AAAAAAAAAKs/wXwfxDWF2Xk/s400/testes-intermedios-lp.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5561418595309250610" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Consulta e realiza o teste intermédio 2010 &lt;a href="http://www.gave.min-edu.pt/np3content/?newsId=9&amp;amp;fileName=LP_9_t1_enunciado_2010.pdf"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;div&gt;Agora, clica &lt;a href="http://www.gave.min-edu.pt/np3content/?newsId=9&amp;amp;fileName=LP_9_t1_criterios_2010.pdf"&gt;aqui&lt;/a&gt;, consulta os critérios de classificação e corrige as tuas respostas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Bom trabalho!!!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-3248657154324509222?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/3248657154324509222/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=3248657154324509222' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/3248657154324509222'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/3248657154324509222'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2011/01/teste-intermedio-2010.html' title='Teste Intermédio 2010'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/TS4gvyyo6DI/AAAAAAAAAKs/wXwfxDWF2Xk/s72-c/testes-intermedios-lp.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-2689922397768218504</id><published>2011-01-10T13:25:00.000-08:00</published><updated>2011-01-10T13:30:16.816-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='teste intermédio'/><title type='text'>Matriz Teste Intermédio Língua Portuguesa 2011</title><content type='html'>Consulta &lt;a href="http://www.gave.min-edu.pt/np3content/?newsId=9&amp;amp;fileName=Info_2_2011_LingPortuguesa_3CEB.pdf"&gt;aqui&lt;/a&gt; a matriz do Teste Intermédio de Língua Portuguesa 2011.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-2689922397768218504?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/2689922397768218504/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=2689922397768218504' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/2689922397768218504'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/2689922397768218504'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2011/01/matriz-teste-intermedio-lingua.html' title='Matriz Teste Intermédio Língua Portuguesa 2011'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-4025998009352009195</id><published>2011-01-02T14:16:00.001-08:00</published><updated>2011-01-02T14:16:29.076-08:00</updated><title type='text'>Auto da Barca do Inferno</title><content type='html'>Check out this SlideShare Presentation: &lt;div style="width:425px" id="__ss_470893"&gt;&lt;strong style="display:block;margin:12px 0 4px"&gt;&lt;a href="http://www.slideshare.net/rsn/auto-da-barca-do-inferno" title="Auto da Barca do Inferno"&gt;Auto da Barca do Inferno&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;object id="__sse470893" width="425" height="355"&gt;&lt;param name="movie" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=auto-da-barca-do-inferno-1213660370289329-8&amp;stripped_title=auto-da-barca-do-inferno&amp;userName=rsn" /&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"/&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"/&gt;&lt;embed name="__sse470893" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=auto-da-barca-do-inferno-1213660370289329-8&amp;stripped_title=auto-da-barca-do-inferno&amp;userName=rsn" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="355"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div style="padding:5px 0 12px"&gt;View more &lt;a href="http://www.slideshare.net/"&gt;presentations&lt;/a&gt; from &lt;a href="http://www.slideshare.net/rsn"&gt;Rosalina Simão Nunes&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-4025998009352009195?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/4025998009352009195/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=4025998009352009195' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/4025998009352009195'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/4025998009352009195'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2011/01/auto-da-barca-do-inferno.html' title='Auto da Barca do Inferno'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-837872189480121193</id><published>2010-12-01T13:12:00.000-08:00</published><updated>2010-12-01T13:18:11.739-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='clube contadores de histórias'/><title type='text'>Clube Contadores de Histórias</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/TPa7hPifPoI/AAAAAAAAAKg/1ZKDMpaekqs/s1600/imgres.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 213px; height: 236px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/TPa7hPifPoI/AAAAAAAAAKg/1ZKDMpaekqs/s400/imgres.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5545826170934607490" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial, sans-serif; font-size: 12.5px; border-collapse: collapse; "&gt;&lt;div style="line-height: 22px; margin-top: 12pt; margin-right: 0cm; margin-bottom: 3pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span &gt;&lt;span style="color: rgb(0, 51, 0); "&gt;&lt;em&gt;&lt;span &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 22px; margin-top: 12pt; margin-right: 0cm; margin-bottom: 3pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span &gt;&lt;span style="color: rgb(0, 51, 0); "&gt;&lt;em&gt;&lt;span &gt;Bolo-Rei&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="text-align: center; line-height: 22px; "&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; line-height: 22px; text-indent: 1cm; margin-top: 6pt; margin-right: 0cm; margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 51, 0); "&gt;Todos os anos, quando os velhos Reis Magos acabam de atravessar pequena estrada de areia que se esboça entre caminhos de musgo e lagos feitos de bocados de espelho partido; quando a estrela de prata que se suspende entre os dois exemplares de “A Paleta e o Mundo” de Mário Dionísio se recolhe para regressar à velha caixa de papelão, com trinta anos de viagens, cheia de bocados de jornal amachucados que ainda guardam notícias de dias que já foram e onde se embrulham os cordeirinhos, os pastores, as oferendas várias que o Menino Jesus recebeu, apesar de já lhe faltar a mãozinha direita que alguém partiu em excesso de limpeza; todos os anos, dizia, recordo a história que o Fernando Midões me contou, certa tarde em que misturámos poemas com lágrimas.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; line-height: 22px; text-indent: 1cm; margin-top: 6pt; margin-right: 0cm; margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 51, 0); "&gt;De calças à golfe, lacinho à Baptista Bastos, fato de ver a Deus e celebrar o Dia de Reis, Fernando foi com a mãe jantar a casa das senhoras, gente de talher de prata, criadas de avental branco e crista engomada, cheias de silêncios e reverências.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; line-height: 22px; text-indent: 1cm; margin-top: 6pt; margin-right: 0cm; margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 51, 0); "&gt;Com olhos de amora madura, esse sorriso que ainda hoje conserva, sempre molhado de uma melancolia que tem de adivinhar-se mais do que ver-se, Fernando entrou na sala de jantar das anfitriãs, cujas portas só o espírito natalício abria, raros que eram os gestos de caridade e partilha. Assim se explicava a presença do rapazinho e sua mãe, viúva recente e que ali trabalhava de manhã à noite, para que a vida se assemelhasse ao que já fora.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; line-height: 22px; text-indent: 1cm; margin-top: 6pt; margin-right: 0cm; margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 51, 0); "&gt;Servidos os manjares da época: a canja onde as bolhas de gordura lembravam pequenos sóis fumegantes, o leitão de maçã vermelha na boca que olhava Fernando em gritos de sufoco que só ele, poeta em germinação, conseguia ouvir; os fritos vários que nas travessas exibiam a abastança, chegou finalmente e foi colocado em lugar de honra, no centro da mesa, ladeado por dois castiçais onde as velas vermelhas ardiam, o bolo-rei, roda magnífica de cores, frutas, pinhões, bocados de açúcar que lembravam neve e cujo esplendor ofuscava o dourado das filhós, os reflexos das garrafas de licor, o brilho dos copos de cristal.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; line-height: 22px; text-indent: 1cm; margin-top: 6pt; margin-right: 0cm; margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 51, 0); "&gt;Fernando, pequenino, queixo tocando a toalha de renda, olhava aqueles mistérios de cor e perfume e falava, falava, dizia coisas tão a propósito que as senhoras, enlevadas, não se cansavam de sorrir e felicitar a mãe que tal filho tinha. Então, a mais velha, cabeção de renda e camafeu de marfim a fechar as golas, pega na faca de prata e com solenidade, meticulosamente, parte o bolo. A criada ajuda à distribuição nos pratinhos de sobremesa.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; line-height: 22px; text-indent: 1cm; margin-top: 6pt; margin-right: 0cm; margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 51, 0); "&gt;— Agora, não se esqueçam: aquele ou aquela a quem calhar a fava terá de pagar o bolo-rei no ano que vem!&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; line-height: 22px; text-indent: 1cm; margin-top: 6pt; margin-right: 0cm; margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 51, 0); "&gt;E entre comentários de enlevo, gula, elogios à tessitura e ponto ideal do levedo da massa, à abundância das frutas, à maciez e agrado do paladar, se comeu a sobremesa.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; line-height: 22px; text-indent: 1cm; margin-top: 6pt; margin-right: 0cm; margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 51, 0); "&gt;A prenda calhou à criada.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; line-height: 22px; text-indent: 1cm; margin-top: 6pt; margin-right: 0cm; margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 51, 0); "&gt;— Que sorte! Mostre lá!&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; line-height: 22px; text-indent: 1cm; margin-top: 6pt; margin-right: 0cm; margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 51, 0); "&gt;— Olhe que medalha tão bonita! Parece uma libra de verdade. Até pode usar no fio que ninguém diz que não é autêntica.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; line-height: 22px; text-indent: 1cm; margin-top: 6pt; margin-right: 0cm; margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 51, 0); "&gt;— E tu, Fernandinho, não acabas de comer a tua fatia de bolo?&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; line-height: 22px; text-indent: 1cm; margin-top: 6pt; margin-right: 0cm; margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 51, 0); "&gt;— Come que está bom e fofinho!&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; line-height: 22px; text-indent: 1cm; margin-top: 6pt; margin-right: 0cm; margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 51, 0); "&gt;Fernando, subitamente silencioso, abanava a cabeça em negativas.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; line-height: 22px; text-indent: 1cm; margin-top: 6pt; margin-right: 0cm; margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 51, 0); "&gt;— Então, filho! Não sabes falar? Responde às senhoras: queres mais um bocadinho de bolo?&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; line-height: 22px; text-indent: 1cm; margin-top: 6pt; margin-right: 0cm; margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 51, 0); "&gt;— Ao menos acaba esse!&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; line-height: 22px; text-indent: 1cm; margin-top: 6pt; margin-right: 0cm; margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 51, 0); "&gt;— Está cansado, coitadinho! Deixe-o lá.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; line-height: 22px; text-indent: 1cm; margin-top: 6pt; margin-right: 0cm; margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 51, 0); "&gt;Fernando baixava a cabeça, cabelos lisos na testa. A noite ia adiantada. A Miguel Bombarda, onde moravam, ainda ficava longe. Sim, minha senhora, amanhã às oito cá estarei, se Deus quiser, para cortar o vestido novo e pôr em prova a saia do “tailleur”. Foi uma noite muito bonita. Muito obrigada! Fernando dá um beijo às senhoras e agradece. Diz obrigado, Fernando!&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; line-height: 22px; text-indent: 1cm; margin-top: 6pt; margin-right: 0cm; margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 51, 0); "&gt;Fernando deu o beijo às senhoras, esticou a cara, pôs-se em bicos dos pés, encheu os olhos de gratidão.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; line-height: 22px; text-indent: 1cm; margin-top: 6pt; margin-right: 0cm; margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 51, 0); "&gt;— Diz obrigado, filho! Mas o que te aconteceu?&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; line-height: 22px; text-indent: 1cm; margin-top: 6pt; margin-right: 0cm; margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 51, 0); "&gt;— Deixe-o lá, coitadinho, perdeu a língua. É o sono, não é?&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; line-height: 22px; text-indent: 1cm; margin-top: 6pt; margin-right: 0cm; margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 51, 0); "&gt;Descem o elevador, abrem a porta da rua. A mãe, agastada, ralha:&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; line-height: 22px; text-indent: 1cm; margin-top: 6pt; margin-right: 0cm; margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 51, 0); "&gt;— Mas que vergonha! Umas senhoras tão boas, recebem-nos como família, estavas a portar-te tão bem e agora isto, nem uma palavra de agradecimento, nem boa noite, é esta a educação que te tenho dado? Se o teu pai fosse vivo…&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; line-height: 22px; text-indent: 1cm; margin-top: 6pt; margin-right: 0cm; margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 51, 0); "&gt;Então, já na rua, o frio de Janeiro a gelar-lhe as mãos e o nariz, a névoa a transfigurar a rua e as pessoas, Fernando, finalmente, abre a boca e lá do fundo deixa voar o mistério da sua inesperada mudez:&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; line-height: 22px; text-indent: 1cm; margin-top: 6pt; margin-right: 0cm; margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 51, 0); "&gt;— É que me calhou a fava, mãezinha. Eu sei que tu não tens dinheiro para, no ano que vem, comprares um bolo-rei igual àquele.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; line-height: 22px; text-indent: 1cm; margin-top: 6pt; margin-right: 0cm; margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 51, 0); "&gt;E, na palma da mão pequenina, cuspiu a fava que ali nascia, quente ainda, do esconderijo em que estivera.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; line-height: 22px; text-indent: 1cm; margin-top: 6pt; margin-right: 0cm; margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 51, 0); "&gt;E ainda hoje, nas horas mais dolorosas, quando se esquece de mastigar a comida que arrefece no tabuleiro da cantina e prefere viajar no país da infância, Fernando Midões, meu irmão mais antigo, sente a ternura solidária do abraço e o húmido das lágrimas com que a mãe o aconchegou junto de si.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; line-height: 22px; text-indent: 1cm; margin-top: 6pt; margin-right: 0cm; margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 51, 0); "&gt;Sem palavras, mãe.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; line-height: 22px; text-indent: 1cm; margin-top: 6pt; margin-right: 0cm; margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 51, 0); "&gt;Sem palavras.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" style="text-align: right; line-height: 22px; text-indent: 1cm; margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; "&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="right" style="text-align: right; line-height: 22px; text-indent: 1cm; margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="line-height: 24px; color: rgb(0, 51, 0); font-size: 10pt; "&gt;Maria Rosa Colaço&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" style="text-align: right; line-height: 22px; text-indent: 1cm; margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;span style="line-height: 24px; color: rgb(0, 51, 0); font-size: 10pt; "&gt;Viagem com Homem dentro &lt;i&gt;(adaptação)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" style="text-align: right; line-height: 22px; text-indent: 1cm; margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="line-height: 24px; color: rgb(0, 51, 0); font-size: 10pt; "&gt;Leiria, Editorial Diferença, 1998&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-837872189480121193?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/837872189480121193/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=837872189480121193' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/837872189480121193'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/837872189480121193'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2010/12/clube-contadores-de-historias.html' title='Clube Contadores de Histórias'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/TPa7hPifPoI/AAAAAAAAAKg/1ZKDMpaekqs/s72-c/imgres.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-3560669953078622230</id><published>2010-11-26T15:38:00.000-08:00</published><updated>2010-11-26T15:47:38.446-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='objectivos para o teste'/><title type='text'>Objectivos Gerais Teste 9º ano - Nov. 2010</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/TPBG2keaeqI/AAAAAAAAAKY/fn8gaxhLzIc/s1600/imgres.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 261px; height: 193px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/TPBG2keaeqI/AAAAAAAAAKY/fn8gaxhLzIc/s400/imgres.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5544009044611201698" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 12.5px; line-height: 20px; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large; "&gt;GRUPO I&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; line-height: 20px; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;- Interpretar um excerto de uma cena da obra vicentina &lt;i&gt;Auto da Barca do inferno&lt;/i&gt;;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;- Identificar os recursos expressivos;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;- Conhecer os tipos de cómico e registos de língua;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;- Conhecer as categorias do texto dramático;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;- Relacionar várias cenas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 12.5px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large; "&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 12.5px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large; "&gt;&lt;b&gt;GRUPO II&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 12.5px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large; "&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 12.5px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium; "&gt;CONHECIMENTO EXPLÍCITO DA LÍNGUA&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 12.5px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 12.5px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium; "&gt;- Classificar sintacticamente frases;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 12.5px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium; "&gt;- Identificar as classes e subclasses de palavras e classificá-las quanto à flexão;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 12.5px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium; "&gt;- Conhecer os processos de evolução da língua: evolução fonética e semântica; palavras divergentes/convergentes; via erudita/popular;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 12.5px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium; "&gt;- Conjugar verbos em todos os tempos/modos e nas conjugações pronominais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 12.5px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 12.5px; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large; "&gt;GRUPO IIII&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 12.5px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Expressão escrita&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-3560669953078622230?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/3560669953078622230/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=3560669953078622230' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/3560669953078622230'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/3560669953078622230'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2010/11/objectivos-gerais-teste-9-ano-nov-2010.html' title='Objectivos Gerais Teste 9º ano - Nov. 2010'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/TPBG2keaeqI/AAAAAAAAAKY/fn8gaxhLzIc/s72-c/imgres.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-8258654669675776343</id><published>2010-10-30T10:18:00.000-07:00</published><updated>2010-10-30T10:30:23.058-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='objectivos para o teste'/><title type='text'>Objectivos Gerais Teste 9º ano</title><content type='html'>&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;GRUPO I&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;TEXTO A&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Interpretar um texto lírico (poema);&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Identificar recursos expressivos;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Analisar formalmente um poema.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;TEXTO B&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Interpretar um excerto de uma cena da obra vicentina &lt;i&gt;Auto da Barca do inferno&lt;/i&gt;;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Identificar os recursos expressivos;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Conhecer os tipos de cómico e registos de língua;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Conhecer as categorias do texto dramático;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;GRUPO II&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;CONHECIMENTO EXPLÍCITO DA LÍNGUA&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;- Classificar sintacticamente frases;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;- Identificar as classes e subclasses de palavras e classificá-las quanto à flexão;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;- Conhecer os processos de evolução da língua;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;- Conhecer as relações entre palavras: semântica; fonética e por hierarquia;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;- Dividir e classificar orações.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;GRUPO IIII&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Expressão escrita&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-8258654669675776343?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/8258654669675776343/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=8258654669675776343' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/8258654669675776343'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/8258654669675776343'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2010/10/objectivos-gerais-teste-9-ano.html' title='Objectivos Gerais Teste 9º ano'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-8776894166742065099</id><published>2010-07-09T07:43:00.000-07:00</published><updated>2010-07-09T08:06:46.279-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='clube contadores de histórias'/><title type='text'>Clube Contadores de Histórias</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/TDc6tTIkZrI/AAAAAAAAAI4/KVwswwi22Lw/s1600/images%5B2%5D.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 132px; height: 150px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/TDc6tTIkZrI/AAAAAAAAAI4/KVwswwi22Lw/s400/images%5B2%5D.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5491922820506347186" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;As crianças da mina&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;— Tenham cuidado ao sair. O solo está escorregadio — avisou o professor, enquanto abria a porta pesada. &lt;br /&gt;Apesar da advertência, os alunos tiveram dificuldade em resistir a uma pequena corrida, tanto mais que tinham passado a manhã toda sentados. Iniciou-se uma perseguição, um soco derrapou no gelo fino, e a brincadeira acabou em gargalhadas. &lt;br /&gt;De todos os alunos, apenas dois não partilharam o bom humor reinante. &lt;br /&gt;— Louis e Tounet! — exclamou o professor. — O que fazem aqui? As aulas já acabaram.&lt;br /&gt;— Queríamos despedir-nos de si — murmurou Tounet.&lt;br /&gt;— Sim, queríamos — confirmou Louis. — Amanhã descemos os dois e não vamos poder voltar. &lt;br /&gt;A fisionomia do professor alterou-se e uma profunda tristeza invadiu os seus olhos.&lt;br /&gt;— Já me tinha esquecido — disse.&lt;br /&gt;Ficou calado por uns instantes e depois apertou demoradamente a mão de cada um dos rapazes.&lt;br /&gt;— Vão, meus filhos, e sejam prudentes.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Nessa noite de Inverno, Louis e Tounet deixaram a escola para sempre. No dia seguinte, iriam descer à mina. A mina engolia todas as crianças que fizessem dez anos. Era essa a regra, tanto em Saint-Étienne, como em toda a França. Os dois rapazes pararam para saudar o cavalinho Tambour pela última vez. Fizesse chuva ou sol, o animal esperava--os sempre por detrás da cerca. &lt;br /&gt;— Adeus, Tambour, vamos sentir a tua falta.&lt;br /&gt;Depois da despedida, abalaram para suas casas, que ficavam nos arredores da cidade. &lt;br /&gt;Na manhã seguinte, às cinco horas, os mineiros partiram para o trabalho. Eram cinco os que afrontavam a noite e o vento glacial: Louis e o primo, Émile, acompanhados por Tounet, pelo pai deste, Isidore, e pelo irmão, Charles. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;— Eis-nos chegados! — resmungou Isidore, depois de uns longos minutos de caminhada. &lt;br /&gt;As instalações da mina surgiram, devagar, diante dos olhos do grupo. Por entre um conjunto de barracas, chaminés e carris de comboio, distinguiam-se as silhuetas de dois pontões. Estavam construídos na vertical dos poços e sustentavam os cabos dos ascensores. &lt;br /&gt;Cada poço tinha um nome. Louis e Tounet trabalhariam no Châtelus nº 1. A estrutura de madeira erguia-se com orgulho junto da via-férrea que conduzia a Firminy. À entrada do pontão, começava todo um labirinto de construções e de passagens.&lt;br /&gt;— Vamos perder-nos — inquietou-se Tounet. &lt;br /&gt;Mas chegaram sem problemas ao local onde cada um recebia a sua lâmpada. Charles repetiu os avisos:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;— Nunca levantem a grelha da vossa lâmpada! Se a chama ficar azulada e aumentar, é sinal de grisu.&lt;br /&gt;O grisu, um gás explosivo libertado pelo carvão, estava sempre na origem de vários acidentes. Três anos antes, por exemplo, tinha matado 70 pessoas no poço Jabin, a leste da cidade. Para evitar as explosões, as lâmpadas estavam equipadas com uma fina grelha metálica, que impedia que o grisu que houvesse na mina se inflamasse. Daí o aviso de Charles.&lt;br /&gt;De repente, sem se aperceberem, já estavam diante do elevador, à espera de que uma das cabinas subisse. Os cabos desfilavam a toda a velocidade. Ouvia-se um barulho de trovão algures. &lt;br /&gt;— Tens medo? — perguntou Tounet a Louis.&lt;br /&gt;— Não. E tu?&lt;br /&gt;— Eu também não — retorquiu o rapazinho. &lt;br /&gt;Mas, apesar do esforço para aparentar a calma, estavam ambos muito pálidos. &lt;br /&gt;Por entre um barulho de ferragens, uma cabina surgiu do poço para os levar para o fundo da mina. Mal se instalaram, a porta fechou-se com um ruído surdo. De repente, como se o chão fugisse debaixo dos pés, a cabina desceu a pique com uma rapidez incrível. Os dois rapazinhos tiveram a impressão de que o estômago ia sair-lhes pela boca. &lt;br /&gt;Um vento escaldante fustigou-lhes o rosto. Foram sacudidos com violência: da esquerda para a direita, de frente para trás, de encontro às grades, de encontro às pernas dos mineiros. O vazio abriu-se debaixo deles e Louis pensou que ia desmaiar. Depois, a cabina travou bruscamente e imobilizou-se. &lt;br /&gt;— Chegámos, rapazes!&lt;br /&gt;Viam finalmente a mina de que tanto tinham ouvido falar. Diante deles estava uma sala, da qual partiam duas galerias. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;— Toca a andar! Não estamos aqui para ver a paisagem! — disse Charles.&lt;br /&gt;As equipas separaram-se. Louis foi com Émile para o estaleiro, enquanto Tounet acompanhava o irmão às cavalariças. &lt;br /&gt;A equipa encabeçada por Émile atravessou dezenas de galerias, embrenhando-se cada vez mais no coração da terra. Quando chegou ao estaleiro, Émile disse:&lt;br /&gt;— É aqui! O tecto está quase a abater. Temos de substituir a madeira toda num percurso de dez metros. &lt;br /&gt;Louis foi encarregado de transportar as pranchas desde o armazém, a algumas dezenas de metros dali. A temperatura era insuportável e o rapaz já tinha saudades do vento glacial do exterior. Por volta do meio-dia, a refeição magra que tinham levado foi bem-vinda. Os mineiros contaram histórias como a do cavalo que se embebedara com o vinho do palafreneiro ou a do mineiro que jurava ter encontrado Belzebu numa mina de Ricamarie.&lt;br /&gt; Findas a refeição e a brincadeira, o trabalho foi retomado, no meio de uma humidade impressionante. Por volta das quatro da tarde, iniciou-se o regresso à superfície. Louis reencontrou Tounet, que tinha sido encarregado de conduzir um dos cavalos da mina. &lt;br /&gt;— O meu cavalo chama-se Apolo — disse, com orgulho. &lt;br /&gt;Os dois amigos tinham mil coisas a contar um ao outro, depois deste primeiro dia. De volta a casa, tomaram banho, a última tarefa da jornada de um mineiro. Mas Louis sabia, por ter visto outros mineiros, que a poeira do carvão não sairia só com um banho…&lt;br /&gt;As duas crianças desembaraçaram-se bem nas primeiras semanas de trabalho. Contudo, um incidente entre Louis e Ratel, um dos encarregados da mina, veio estragar o bom ambiente. Ao manobrar um tronco pesado demais, Louis magoou acidentalmente o encarregado num joelho. &lt;br /&gt;— Imbecil! — gritou o homem. — Nem vês o que fazes!&lt;br /&gt; — É o meu primito. Está a começar — desculpou-o Émile. &lt;br /&gt;— É teu primo? Então tiro-te dois francos por não o teres ensinado a respeitar os superiores. Tu — continuou, falando com Louis — vens comigo. Tenho um óptimo trabalho para um idiota do teu estilo.&lt;br /&gt;Louis foi empurrar vagões no sector oeste da mina, uma zona em que as galerias eram antigas, confusas e perigosas. Os mineiros chamavam a este sector “O Inferno”. Enquanto empurrava um vagão carregado com mais de cem quilos de carvão, Louis tentava encontrar um apoio para fincar os pés no solo lamacento. O seu trabalho consistia em conduzir as carruagens desde o local de extracção do carvão até à galeria principal. Aqui, os vagões eram atrelados de forma a constituir pequenos comboios, que iriam ser puxados por cavalos até à cabina.&lt;br /&gt;“O Inferno” fazia jus ao nome: respirava-se com muita dificuldade e o calor era mais forte do que em qualquer outro lado da mina. Ainda por cima, o local tinha fama de estar cheio de grisu, devido às características do carvão aí existente. Os mineiros tinham muito cuidado com as candeias e respeitavam todas as normas de segurança, para não pôr em perigo a sua vida e a dos seus camaradas de trabalho. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;continua…&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-8776894166742065099?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/8776894166742065099/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=8776894166742065099' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/8776894166742065099'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/8776894166742065099'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2010/07/clube-contadores-de-historias.html' title='Clube Contadores de Histórias'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/TDc6tTIkZrI/AAAAAAAAAI4/KVwswwi22Lw/s72-c/images%5B2%5D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-3295895845311131594</id><published>2010-05-31T08:15:00.000-07:00</published><updated>2010-05-31T08:23:37.183-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='objectivos para o teste'/><title type='text'>Objectivos 8º ano</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/TAPUWecRRoI/AAAAAAAAAII/KbLFiT1hgOw/s1600/gato%5B1%5D.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 148px; height: 145px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/TAPUWecRRoI/AAAAAAAAAII/KbLFiT1hgOw/s400/gato%5B1%5D.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5477455054406502018" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;- Interpretar/compreender um excerto da obra O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá, de Jorge Amado;&lt;br /&gt;- Conhecer as categorias da Narrativa;&lt;br /&gt;- Identificar os recursos estilísticos;&lt;br /&gt;- Conhecer os modos de representação e expressão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grupo II (Conhecimento Explícito da Língua)&lt;br /&gt;- Identificar as classes e subclasses de palavras*:&lt;br /&gt;- Classificar as palavras quanto à flexão;&lt;br /&gt;- Classificar sintacticamente frases.&lt;br /&gt;- Dividir e classificar orações;&lt;br /&gt;- Transformar discurso directo em indirecto (vice-versa).&lt;br /&gt;* Verbos (regulares/Irregulares; Copulativos, Transitivos e Intransitivos; Conjugações - 1ª; 2ª; 3ª; Modos: Indicativo; Conjuntivo; Condicional; Imperativo; Infinitivo; Tempos simples e Compostos; Conjugação pronominal e pronominal reflexa).&lt;br /&gt;Grupo III- Produção de um texto relacionado com os temas abordados.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-3295895845311131594?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/3295895845311131594/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=3295895845311131594' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/3295895845311131594'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/3295895845311131594'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2010/05/objectivos-8-ano.html' title='Objectivos 8º ano'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/TAPUWecRRoI/AAAAAAAAAII/KbLFiT1hgOw/s72-c/gato%5B1%5D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-4483286345596707295</id><published>2010-05-30T14:20:00.000-07:00</published><updated>2010-05-30T14:27:54.941-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='clube contadores de histórias'/><title type='text'>Clube Contadores de Histórias</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/TALXrk_-mDI/AAAAAAAAAIA/0Y4NvgTtbXQ/s1600/images%5B8%5D.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 128px; height: 90px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/TALXrk_-mDI/AAAAAAAAAIA/0Y4NvgTtbXQ/s400/images%5B8%5D.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5477177240502310962" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Espelho&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Humberto fecha as portas de casa com estrondo e atira a pasta para um canto.&lt;br /&gt;– Outra vez um 1 a matemática!&lt;br /&gt;– Ah, que figura horrorosa! – grita Humberto para a imagem que vê no espelho.&lt;br /&gt;A imagem à sua frente não parece estar com medo e devolve-lhe o olhar, furiosa. Até levanta a mão e aponta para Humberto.&lt;br /&gt;– Tu é que és ridículo!&lt;br /&gt;– Eu? – gagueja Humberto.&lt;br /&gt;– Olha só os teus pés, que tropeçam em tudo!&lt;br /&gt;Ou as tuas mãos desajeitadas, que partem tudo!&lt;br /&gt;Ou a tua boca, que gagueja de cada vez que lês!&lt;br /&gt;Ou o teu pescoço, que nunca está limpo!&lt;br /&gt;Ou os teus olhos, que durante as aulas estão sempre a olhar lá para fora!&lt;br /&gt;Ou a tua cabeça, que nunca se lembra de todos os trabalhos de casa que trazes para fazer e se engana sempre nas contas de matemática.&lt;br /&gt;– “Sempre… Nunca… Mal…” Passo o dia todo a ouvir isto! Não preciso que mo andes sempre a repetir! – Helmut está furioso. Ninguém gosta que uma imagem o acuse desta forma! Prepara a mão para infligir uma bofetada bem forte a si próprio… mas alguma coisa se mexe atrás dele… &lt;br /&gt;Uma segunda imagem aparece no espelho por detrás da sua. É a da irmã, Eva, que se põe em frente dele e lhe diz:&lt;br /&gt;– Eu sei que os teus pés correm tanto, que conseguem afastar quem me quer insultar.&lt;br /&gt;Eu sei que as tuas mãos fazem aviões de papel que voam como nenhuns outros.&lt;br /&gt;Eu sei que a tua boca consegue contar histórias que, embora não sendo verdadeiras, são muito cativantes.&lt;br /&gt;Eu sei que os teus olhos conseguem ver lagartas e borboletas maravilhosas que eu nunca veria.&lt;br /&gt;E eu sei que a tua cabeça está cheia de ideias que não queres contar a mais ninguém.&lt;br /&gt;Humberto espanta-se.&lt;br /&gt;– E és tu que dizes isso? Tu, que te queixas cem vezes ao dia que tens um irmão tão palerma?&lt;br /&gt;– Sim – responde Eva. – Dizemos sempre mal daqueles que não compreendemos. – Eva aponta com o dedo para a imagem atrás das costas. – Mas nem vale a pena tentar explicar-&lt;br /&gt;-lhe isso, porque ela não entende essas coisas.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Wolfgang Wagerer&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Jutta Modler (org.)&lt;br /&gt;Brücken Bauen&lt;br /&gt;Wien, Herder, 1987&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-4483286345596707295?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/4483286345596707295/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=4483286345596707295' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/4483286345596707295'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/4483286345596707295'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2010/05/clube-contadores-de-historias.html' title='Clube Contadores de Histórias'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/TALXrk_-mDI/AAAAAAAAAIA/0Y4NvgTtbXQ/s72-c/images%5B8%5D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-1348856283522600318</id><published>2010-05-07T03:11:00.000-07:00</published><updated>2010-05-07T03:16:04.181-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='objectivos para o teste'/><title type='text'>Objectivos para o teste 8º ano</title><content type='html'>Grupo I&lt;br /&gt;- Interpretar um excerto da obra &lt;em&gt;Falar Verdade a Mentir&lt;/em&gt;, de Almeida Garrett;&lt;br /&gt;- Conhecer as categorias do texto Dramático e as suas principais características:&lt;br /&gt;- Identificar os tipos de cómico;&lt;br /&gt;- Conhecer alguns dados biográficos e bibliográficos do autor da obra em estudo.&lt;br /&gt;Grupo II (Conhecimento Explícito da Língua)&lt;br /&gt;- Identificar as classes e subclasses de palavras*:&lt;br /&gt;- Classificar as palavras quanto à flexão;&lt;br /&gt;- Classificar sintacticamente frases.&lt;br /&gt;- Dividir e classificar orações;&lt;br /&gt;- Transformar discurso directo em indirecto (vice-versa).&lt;br /&gt;* Verbos (regulares/Irregulares; Copulativos, Transitivos e Intransitivos; Conjugações - 1ª; 2ª; 3ª; Modos: Indicativo; Conjuntivo; Condicional; Imperativo; Infinitivo; Tempos simples e Compostos; Conjugação pronominal e pronominal reflexa);&lt;br /&gt;Grupo III- Produção de um texto relacionado com os temas abordados.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-1348856283522600318?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/1348856283522600318/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=1348856283522600318' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/1348856283522600318'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/1348856283522600318'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2010/05/objectivos-para-o-teste-8-ano.html' title='Objectivos para o teste 8º ano'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-3121780875208165444</id><published>2010-03-29T03:57:00.000-07:00</published><updated>2010-03-29T04:04:24.323-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teste de conhecimentos'/><title type='text'>Teste de compreensão Global da obra</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Clica&lt;/strong&gt; no link abaixo apresentado e realiza o teste disponível para avaliares os teus conhecimentos sobre a obra que estás, neste momento, a estudar &lt;em&gt;FALAR VERDADE A MENTIR&lt;/em&gt;, de Almeida Garrett.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.malhatlantica.pt/lpo/JOAOV/LeituraIntegral.htm"&gt;http://www.malhatlantica.pt/lpo/JOAOV/LeituraIntegral.htm&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-3121780875208165444?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/3121780875208165444/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=3121780875208165444' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/3121780875208165444'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/3121780875208165444'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2010/03/teste-de-compreensao-global-da-obra.html' title='Teste de compreensão Global da obra'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-6252976240849903026</id><published>2010-03-17T04:27:00.000-07:00</published><updated>2010-03-17T04:31:18.463-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='falar verdade a mentir'/><title type='text'>Falar Verdade a Mentir - a reportagem</title><content type='html'>&lt;embed src="http://rd3.videos.sapo.pt/play?file=http://rd3.videos.sapo.pt/u0qzK67KAGbMsjDzH0iL/mov/1" type="application/x-shockwave-flash" allowFullScreen="true" width="400" height="350"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://videos.sapo.pt/u0qzK67KAGbMsjDzH0iL&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-6252976240849903026?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/6252976240849903026/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=6252976240849903026' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/6252976240849903026'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/6252976240849903026'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2010/03/falar-verdade-mentir-reportagem.html' title='Falar Verdade a Mentir - a reportagem'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-7875026082541649309</id><published>2010-02-05T07:41:00.000-08:00</published><updated>2010-02-05T07:46:03.210-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ficha trabalho'/><title type='text'>Fichas de  trabalho</title><content type='html'>Clica nas imagens para acederes às fichas de trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/S2w8aT2RGPI/AAAAAAAAAHw/5YkACEWMXYk/s1600-h/ficha_trabalho_n%C2%BA6_An%C3%A1lise_sint%C3%A1ctica2-0.bmp"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 283px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/S2w8aT2RGPI/AAAAAAAAAHw/5YkACEWMXYk/s400/ficha_trabalho_n%C2%BA6_An%C3%A1lise_sint%C3%A1ctica2-0.bmp" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5434785273031497970" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/S2w8s1yGqFI/AAAAAAAAAH4/ADcwPEr90DE/s1600-h/ficha_trabalho_n%C2%BA6_An%C3%A1lise_sint%C3%A1ctica2-1.bmp"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 283px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/S2w8s1yGqFI/AAAAAAAAAH4/ADcwPEr90DE/s400/ficha_trabalho_n%C2%BA6_An%C3%A1lise_sint%C3%A1ctica2-1.bmp" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5434785591378487378" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-7875026082541649309?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/7875026082541649309/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=7875026082541649309' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/7875026082541649309'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/7875026082541649309'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2010/02/ficha-de-trabalho.html' title='Fichas de  trabalho'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/S2w8aT2RGPI/AAAAAAAAAHw/5YkACEWMXYk/s72-c/ficha_trabalho_n%C2%BA6_An%C3%A1lise_sint%C3%A1ctica2-0.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-203737079161213586</id><published>2010-02-01T14:37:00.000-08:00</published><updated>2010-02-01T14:49:04.383-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='objectivos para o teste'/><title type='text'>Objectivos para o teste de avaliação sumativa - 8º ano</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/S2dZ1DeJ4OI/AAAAAAAAAHo/zmMJ18I_Hd8/s1600-h/fig_lendas%5B1%5D.gif"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 143px; height: 177px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/S2dZ1DeJ4OI/AAAAAAAAAHo/zmMJ18I_Hd8/s400/fig_lendas%5B1%5D.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5433410243445514466" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Grupo I &lt;br /&gt;- Reconhecer e compreender textos da tradição oral;&lt;br /&gt;- Conhecer as principais características das lendas e dos contos populares:&lt;br /&gt;- Conhecer os tipos de lenda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grupo II (Conhecimento Explícito da Língua)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Identificar as classes e subclasses de palavras*:&lt;br /&gt;- Classificar as palavras quanto à flexão;&lt;br /&gt;- Classificar sintacticamente frases.&lt;br /&gt;- Identificar os processos de formação de palavras: composição; derivação (por prefixação; por sufixação; por prefixação e sufixação; por parassíntese; derivação imprópria e regressiva);&lt;br /&gt;* Verbos (regulares/Irregulares; Copulativos, Transitivos e Intransitivos; Conjugações - 1ª; 2ª; 3ª; Modos: Indicativo; Conjuntivo; Condicional; Imperativo; Infinitivo; Tempos simples e Compostos; Conjugação pronominal e pronominal reflexa);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grupo III&lt;br /&gt;- Produção de um texto relacionado com os temas abordados.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-203737079161213586?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/203737079161213586/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=203737079161213586' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/203737079161213586'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/203737079161213586'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2010/02/objectivos-para-o-teste-de-avaliacao.html' title='Objectivos para o teste de avaliação sumativa - 8º ano'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/S2dZ1DeJ4OI/AAAAAAAAAHo/zmMJ18I_Hd8/s72-c/fig_lendas%5B1%5D.gif' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-6587854387883553627</id><published>2010-01-28T13:46:00.000-08:00</published><updated>2010-01-28T13:50:19.590-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='clube contadores de histórias'/><title type='text'>Clube Contadores de Histórias</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/S2IGilQraZI/AAAAAAAAAHg/BMtf7HiNuis/s1600-h/Rugs%5B1%5D.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 189px; height: 289px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/S2IGilQraZI/AAAAAAAAAHg/BMtf7HiNuis/s400/Rugs%5B1%5D.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5431911291749624210" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;OS TAPETES PARA A PROCISSÃO&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Prólogo&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A semana antes da Páscoa chama-se Semana Santa. Em Antigua, uma cidade colonial construída pelo Espanhóis no final do século XVI, procissões de pessoas costumam deambular pelas ruas, transportando estátuas velhas de séculos, numa tentativa de fazer reviver a morte e a ressurreição de Cristo. Esta tradição é tão forte hoje quanto o era no tempo dos Espanhóis, embora tenha sido transformada pelo contacto com a cultura indígena da Guatemala.&lt;br /&gt;Como penhor da sua fé, os habitantes fazem tapetes de serradura, flores e frutas coloridas, que são colocados no pavimento por onde passarão as procissões. Todos os anos são feitos tapetes com desenhos diferentes. E todos os anos as procissões os calcam, destruindo os seus padrões tão primorosamente desenhados! &lt;br /&gt;Passei a infância na Guatemala. A minha família era chinesa e adepta da religião budista, mas a Semana Santa era diferente de todas as outras, mesmo para uma família tão tradicional como a nossa. Juntávamo-nos sempre nos passeios com os vizinhos para ver os tapetes, antes de os cortejos os pisarem. Enquanto assistia à procissão, sentia que a história de que falavam estava a acontecer naquele preciso momento. A beleza daqueles tapetes efémeros, feitos com tanto amor, ficou para sempre na minha memória e no meu coração.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A cor tradicional da Semana Santa é o roxo. Por isso é que a minha mãe vende tantos rolos de tecido dessa cor durante a época da Páscoa. Um dia, o carteiro trouxe um envelope com letras prateadas impressas.&lt;br /&gt;— Um convite! — exclamou a minha mãe.&lt;br /&gt;Como não sabia ler espanhol muito bem, deu-o a ler à minha irmã.&lt;br /&gt;— Diz aqui que o tio Colocho e a tia Malía nos convidam para o baptizado do bebé, no Domingo de Páscoa.&lt;br /&gt;Um pedaço de papel escrito em chinês caiu do envelope. A minha mãe leu-o, porque nós não conseguíamos ler chinês, embora oralmente percebêssemos tudo o que era dito em casa.&lt;br /&gt;— Também nos convidam para passar lá a Semana Santa antes do baptismo. Claro que vamos! — exclamou a minha mãe, cheia de alegria.&lt;br /&gt;Todos saltámos de contentamento.&lt;br /&gt;Na Quinta-Feira Santa, enfiámo-nos no nosso carro ferrugento e viajámos para a cidade de Antigua. O meu pai encheu a bagageira com as nossas coisas, às quais juntou uma caixa de refrigerantes e um cesto de laranjas. Durante a viagem, cantámos como se fossemos autênticos mariachis. Soubemos que tínhamos chegado a Antigua porque o carro começou, de repente, a percorrer ruas empedradas.&lt;br /&gt;O tio Colocho, a tia Malía e os nossos primos estavam à nossa espera à porta da loja. Para cabermos todos ao almoço, tinham colocado uma mesa enorme no centro do estabelecimento.&lt;br /&gt;Durante a refeição, semeada de palavras cantonesas, contámos anedotas aos nossos primos e fartámo-nos de rir. &lt;br /&gt;De repente, algo me chamou a atenção no canto da sala. Era uma estatueta da Virgem de Guadalupe, colocada junto de Kuan Yin, a deusa chinesa. Pareciam amigas, envolvidas pelo incenso que ardia junto delas.&lt;br /&gt;A minha mãe disse à tia Malía em chinês:&lt;br /&gt;— Lembras-te de quando éramos pequenas na China e íamos para a ponte para ver a corrida dos barcos no rio?&lt;br /&gt;A tia Malía sorriu:&lt;br /&gt;— Era o Festival do Barco do Dragão. Nesse dia, costumávamos atirar tamais[1] chineses ao rio, para nos darem sorte.&lt;br /&gt;Riram-se muito. Depois ficaram em silêncio, talvez a recordar aqueles dias longínquos. A tia Malía disse então:&lt;br /&gt;— Meninos, amanhã de madrugada vai realizar-se a procissão que sai de La Merced, a igreja que fica ao fundo da rua. Os vizinhos estão a fazer tapetes de serradura por todo o bairro. Ide ver!&lt;br /&gt;Tapetes de serradura!&lt;br /&gt;O passeio estava cheio de redes com agulhas de pinheiro, girassóis, e flores roxas e amarelas. Havia sacas cheias de serradura tingida de cores brilhantes: magenta, turquesa, laranja e verde. Vagens de marfim vegetal enchiam o ar com o seu cheirinho a mar e a palmeiras.&lt;br /&gt;Don Ortiz, que vivia do outro lado da rua, estava a fazer um tapete. Primeiro, colocava no chão uma camada de serradura natural e molhava-a. Depois, os seus ajudantes faziam desenhos com serradura colorida, por cima dessa camada. Havia tábuas suspensas sobre o tapete para poderem decorar tudo sem estragar o que já tinham feito. Usavam peneiras para espalhar a serradura colorida por cima de estênciles de cartão, perfurados de forma a formar padrões. Mediam os desenhos com cuidado, e segundo as instruções de Don Ortiz. Por fim, um ajudante percorria o tapete todo com um borrifador de água, para que a serradura se mantivesse bem plana.&lt;br /&gt;Era tão bonito! Parecia um tapete verdadeiro!&lt;br /&gt;— Queres ajudar, minha menina? — perguntou Don Ortiz, quando me viu a olhar.&lt;br /&gt;Dei um salto e respondi:&lt;br /&gt;— Quero, sim.&lt;br /&gt;— Então traz aquela serradura vermelha para as rosas e a farinha para os lírios. E vê se encontras a peneira mais pequena, porque estas flores são muito delicadas.&lt;br /&gt;Por cima da tapeçaria de serradura colorida, os artesãos colocavam flores de marfim vegetal e agulhas de pinheiro. Um a um, os tapetes foram aparecendo pela rua abaixo. Estava já escuro quando a tia Malía disse:&lt;br /&gt;— Vão para a cama. A procissão sai de manhã bem cedo.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Sexta-Feira Santa amanheceu enevoada. Havia muita gente à porta da igreja. Don Ortiz, vestido de nazareno, viu-nos e disse:&lt;br /&gt;— Meninos, querem os restos de serradura?&lt;br /&gt;— Queremos, sim — respondi, excitada. — Vamos fazer um tapete pequenino, com o desenho de uma casa. Despachem-se, vem aí a procissão!&lt;br /&gt;Fizemos rapidamente uma cabaninha com um telhado vermelho e paredes amarelas. Usamos serradura roxa para o céu e agulhas de pinheiro para a relva. Também colocamos ramos de buganvília. Pétalas das flores do pátio compuseram um coração e estrelas e os cometas foram feitos com bagos de arroz e girassóis. Ainda consegui colocar uma bordadura de laranjas e regar tudo com água. Que bonito!&lt;br /&gt;De repente, alguém sussurrou:&lt;br /&gt;— Vem aí a procissão!&lt;br /&gt;Ao som de um tambor, todos os nazarenos colocaram uma plataforma de madeira enorme aos ombros, na qual estava uma estátua de Jesus a carregar a Cruz. A estátua era rodeada por orquídeas e musgo da floresta e os seus olhos brilhavam. O meu coração vibrava, embora a coroa de espinhos e o sangue da face me fizessem tremer. Todos se ajoelharam.&lt;br /&gt;O Cristo movia-se ao som da música triste tocada pela banda que fechava a procissão. Parecia uma pessoa real. Os nazarenos, vestidos de roxo e curvados sob o peso do andor, estavam envoltos por uma nuvem de incenso branco.&lt;br /&gt;Seguia-se o andor da Virgem Maria, carregado por mulheres. Uma espada espetada no coração de Nossa Senhora simbolizava a sua enorme dor. Chorava lágrimas de cristal porque o seu Filho em breve morreria. A banda tocava uma marcha destinada a consolá-la a ela e a nós.&lt;br /&gt;A procissão tinha finalmente atingido a nossa parte da rua. De repente, dei-me conta de que os nazarenos iriam calcar o nosso lindo tapete! A cada passo que eles davam, o meu coração sentia-se mais apertado. Então, pus-me em frente do nosso tapete. Não queria que o destruíssem. “Não passem por aqui! Não passem por aqui!”, dizia mentalmente.&lt;br /&gt;Don Ortiz pegou-me na mão e puxou-me dali para fora.&lt;br /&gt;— Filha, isto faz parte da tradição. Fazemos destes tapetes ofertas à vida. Não reparaste nisso? As flores desabrocham e logo morrem, mas deixam sementes para que outras cresçam. À morte segue-se a vida e à vida segue-se a morte.&lt;br /&gt;Não consegui detê-los. Passo a passo, os pés dos nazarenos rasgaram a relva, as paredes e o telhado da nossa casa. Apagaram as estrelas e os cometas. Esborrataram as cores. Pisaram as flores e espalharam as laranjas com os pés. O nosso tapete era agora um rio triste que corria pelo meio da rua, cheirando a mar e a palmeiras.&lt;br /&gt;Seguimos a banda. Debaixo de um sol escaldante, a procissão da Semana Santa desenrolava-se lentamente pelas ruas empedradas. Cristo já tinha morrido a estas horas. Havia homens vestidos como romanos e nazarenos vestidos de negro. Estes transportavam o Cristo morto num caixão magnífico, feito de ouro e cristal.&lt;br /&gt;Deambulámos pelas ruas, em busca de outras procissões. Na maioria das vezes, apenas encontrámos vestígios arruinados de tapetes maravilhosos.&lt;br /&gt;Nessa noite, chegámos a casa cansados e tristes. &lt;br /&gt;No dia seguinte, a minha mãe e a tia Malía fizeram tamais chineses para o baptizado.&lt;br /&gt;— As procissões são tão comoventes — disseram em chinês.&lt;br /&gt;A minha mãe acrescentou:&lt;br /&gt;— São tão bonitas como os festivais que celebramos na China. Realizam-se todos os anos, mas são sempre diferentes.&lt;br /&gt;No Domingo de Páscoa, a igreja estava engalanada com cores alegres porque era o dia da Ressurreição, o dia em que Cristo voltou à vida. O meu priminho foi baptizado com o nome de Angel. Angel Sem Quan. Quando lhe deitaram água sobre a cabeça, desatou a chorar e o seu pranto ecoou pela cúpula da igreja.&lt;br /&gt;Nessa mesma tarde, na festa, Don Ortiz falou sobre o tapete que faríamos no ano seguinte. Falou de um com pombas e pães com forma de crocodilos. Pensei logo em fazer um com borboletas e pássaros. Don Ortiz tinha razão. Depois de o tapete que tínhamos feito para a procissão ter sido destruído, podíamos pensar em fazer logo outro.&lt;br /&gt;No seu pequeno altar, a Virgem de Guadalupe e a deusa Kuan Yin brilhavam à luz da vela.&lt;br /&gt;Fizemos uma grande festa no pátio. Coube-me a mim dar a última pancada no pote de barro que tínhamos suspenso. Parti-o e os rebuçados aterraram todos na minha cabeça. O meu priminho, o Angel, achou muita graça.&lt;br /&gt;E assim terminou a Semana Santa.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Amelia Lau Carling&lt;br /&gt;Sawdust Carpets&lt;br /&gt;Toronto, Groundwood Books, 2005&lt;br /&gt;(Tradução e adaptação)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-6587854387883553627?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/6587854387883553627/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=6587854387883553627' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/6587854387883553627'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/6587854387883553627'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2010/01/clube-contadores-de-historias.html' title='Clube Contadores de Histórias'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/S2IGilQraZI/AAAAAAAAAHg/BMtf7HiNuis/s72-c/Rugs%5B1%5D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-8313302920572534648</id><published>2009-12-03T13:01:00.000-08:00</published><updated>2009-12-03T13:06:32.128-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='clube contadores de histórias'/><title type='text'>Clube Contadores de Histórias</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/SxgoNbGs9CI/AAAAAAAAAHU/tUZDBaBuzX0/s1600-h/pai%2520natal%5B1%5D.bmp"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 313px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/SxgoNbGs9CI/AAAAAAAAAHU/tUZDBaBuzX0/s400/pai%2520natal%5B1%5D.bmp" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5411119163364930594" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O Primeiro Natal em Portugal&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;É véspera de Natal. Mas não para Irina. Para ela só será Natal a 7 de Janeiro, quando as aulas tiverem recomeçado.&lt;br /&gt;A mãe aproveita umas horas extra, na pastelaria, para preparar fornadas de bolos-reis.&lt;br /&gt;O pai, antes de sair, marcou-lhe páginas e páginas de trabalhos de casa. É preciso, para poder acompanhar os colegas,&lt;br /&gt;Folheando o dicionário, a pequena ucraniana procura as palavras portuguesas que há-de escrever em frente das que tão bem conhece.&lt;br /&gt;ОЛiВЕДЬ — lápis&lt;br /&gt;ЗОШИТ — caderno&lt;br /&gt;КИГА — livro&lt;br /&gt;ШКОЛА — escola&lt;br /&gt;Tudo diferente! Até o abecedário... Na escola, os outros fazem pouco dela e chamam-lhe “língua de trapos”. Que quererá isso dizer?&lt;br /&gt;Vai à página 190, logo em seguida à 293. Era de calcular...&lt;br /&gt;Tem, no entanto, orgulho em ser a melhor a matemática. Ninguém a bate em contas. Quando a professora entrega os testes e lhe dá vinte, há sempre um grupinho irritado que, no recreio seguinte, se junta, numa roda, à sua volta, cantarolando:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Irina, Irina, Irina,&lt;br /&gt;Que menina tão fina!&lt;br /&gt;Tem cara cor de sal,&lt;br /&gt;Olhos cor de piscina.&lt;br /&gt;Cabelos cor de margarina.&lt;br /&gt;Ai, doem-te as saudades?&lt;br /&gt;Vai tomar aspirina.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Na Ucrânia deixou tantos amigos...&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Evita aqueles olhos escuros que se fixam nela, uns curiosos, outros trocistas, outros indiferentes.&lt;br /&gt;Sente-se como uma extraterrestre. Porque é que os pais a mandaram vir?&lt;br /&gt;Isola-se no recreio, a um canto, tentando desvendar a algaraviada das conversas. Às vezes, o Afonso murmura-lhe ao ouvido um segredo:&lt;br /&gt;— Pareces uma fada! &lt;br /&gt;E foge logo a correr.&lt;br /&gt;Que palavrão será “fada”? Nem vale a pena procurar no dicionário. Algumas palavras que lhe dizem nem sequer lá vêm. A princípio ainda perguntou à mulher da limpeza o que significavam mas ela empurrou-a com a esfregona.&lt;br /&gt;— Ordinária! Estes imigrantes mal sabem falar mas fixam logo a porcaria... Porque não voltam para o sítio de onde vieram?&lt;br /&gt;Com lágrimas nos olhos, Irina vai agora à janela e vê as luzinhas acender e apagar nas árvores despidas. Por trás das paredes deslavadas das velhas casas, decerto se celebra a consoada. Como será?&lt;br /&gt;Doze pratos se punham na mesa de festa no Natal da sua terra. Uma em memória de cada apóstolo.&lt;br /&gt;É Natal em Portugal. Que interessa? A família está dispersa. A mãe a fazer bolos-reis que não vai provar porque para os ortodoxos é tempo de sacrifício e jejum. O pai lá anda, na construção civil. Como mais ninguém queria trabalhar na noite de 24, foi, sozinho, pintar um café que está a ser remodelado, ao fundo da rua. Os dois irmãos mais novos ficaram em Priluki, lá longe, com a avó.&lt;br /&gt;Irina aquece a sopa e arranja uma sandes de queijo. Como pesa o silêncio!&lt;br /&gt;De repente, sente um grito abafado no andar de cima. Algum assalto? Alguém que caiu? Não sentiu passos nem o baque de uma queda...&lt;br /&gt;Com o coração a bater, põe-se a espreitar pelo óculo. Nada!&lt;br /&gt;— Acudam! Acudam!&lt;br /&gt;Mais ninguém se encontra no prédio. As lojas do rés-do-chão estão fechadas, os vizinhos do primeiro andar foram de férias. Por cima, na mansarda, mora uma rapariga nova, gorda, pálida.&lt;br /&gt;Irina abalança-se a subir. A porta encontra-se apenas encostada e a miúda entra, a medo. Já ninguém grita. Um gemido fraco ecoa ao fundo do corredor.&lt;br /&gt;Haverá feridos? Tem horror ao sangue. Por um momento, pensa em voltar para trás. Mas prossegue, pé ante pé, até ao quarto.&lt;br /&gt;Deitada na cama, a moça, que ela conhece de vista, geme, agarrada à barriga enorme. Irina aproxima-se, repara que está alagada em suor.&lt;br /&gt;— Ladrão atacar tu? Estar doente?&lt;br /&gt;Tremendo, a outra responde:&lt;br /&gt;— Chama o 112. O bebé vai nascer.&lt;br /&gt;Que será o 112? Estará ela a delirar? Quase desfalece.&lt;br /&gt;Então Irina precipita-se pela escada abaixo. A rua encontra-se deserta. Não conhece ninguém nas redondezas. Corre até ao café onde o pai está a pintar paredes.&lt;br /&gt;— Pai, pai! — grita ela.&lt;br /&gt;Anton desce do escadote, pousa o rolo, inquieto ao ver a filha naquela aflição.&lt;br /&gt;— Que foi? Aconteceu alguma desgraça?&lt;br /&gt;Mal sabe o que se passa, marca um número no telemóvel, dá a morada, pede urgência. Segue-a em passo apressado. Sobre eles desaba uma chuva gelada. Ficam com os cabelos a escorrer, encharcam os sapatos nas poças que, num instante, se formam.&lt;br /&gt;Chegados ao prédio, o ucraniano galga os degraus dois a dois, entra sozinho no quarto da vizinha. A filha fica à espera.&lt;br /&gt;— Irina, ferve uma panela de água. Traz-me um frasco de álcool, uma tesoura, toalhas.&lt;br /&gt;A miúda obedece, confusa.&lt;br /&gt;— Traz-me roupa lavada, para me mudar!&lt;br /&gt;O pintor despe o fato-macaco, sujo de tinta e de pó, na casa de banho, enfia uma camisa branca, umas calças desbotadas. Esfrega as mãos e a tesoura com álcool.&lt;br /&gt;— Irina, a água já ferve?&lt;br /&gt;De novo no quarto, fala pausadamente com a rapariga, em voz alta. Ouve-se tudo cá fora.&lt;br /&gt;— Força! Coragem! Está quase...&lt;br /&gt;De súbito ouve-se o choro de um bebé.&lt;br /&gt;— Entra, Irina — diz, pouco depois, o pai. — Vem ajudar. Já és crescida. &lt;br /&gt;Entrega-lhe o recém-nascido.&lt;br /&gt;A rapariga, na cama desalinhada, sorri.&lt;br /&gt;— Embrulha-o num xailinho. Está na gaveta do meio.&lt;br /&gt;Irina aconchega aquele corpo tão pequenino e frágil. Embala-o devagarinho, como fazia com as bonecas. Uma minúscula mãozinha aperta então o seu polegar.&lt;br /&gt;O alarme de uma ambulância apita. Pára à entrada do edifício. Duas enfermeiras precipitam-se pela porta dentro.&lt;br /&gt;— Então, viram-se atrapalhados? Um parto faz sempre confusão, principalmente aos homens.&lt;br /&gt;— Sou médico — confessa o ucraniano. — Mas, em Portugal, ando nas obras... &lt;br /&gt;As enfermeiras cruzam um olhar subitamente triste. Examinam a criança.&lt;br /&gt;— O bebé nasceu no dia de Natal. É o nosso Menino Jesus. &lt;br /&gt;A mãe olha para o homem e pergunta:&lt;br /&gt;— Como é que o doutor se chama?&lt;br /&gt;— Anton.&lt;br /&gt;— António? Quer ser o padrinho? Vou pôr-lhe o seu nome. &lt;br /&gt;As enfermeiras levam a rapariga e o bebé para a ambulância.&lt;br /&gt;— Vão dar um passeio até à maternidade. Estão ambos óptimos.&lt;br /&gt;— Manhã nós visitar! — exclama a garota.&lt;br /&gt;Já passa da meia-noite. Pai e filha descem até ao patamar do primeiro andar. Na escada nunca há luz. Felizmente a gente do 112 usa lanternas... Mas, logo que o pessoal da ambulância se afasta, a escuridão instala-se. Às apalpadelas, o pai mete a chave na fechadura. Tropeça num embrulho.&lt;br /&gt;— Que será? — espanta-se ele. — Esta é uma noite de surpresas. &lt;br /&gt;Sobre o tapete de cairo está um embrulho enfeitado com um laçarote cor-de-rosa. Traz um bilhete preso com fita-cola.&lt;br /&gt;Para uma fada loura.&lt;br /&gt;com amizade&lt;br /&gt;A menina abre-o. É um conjunto de canetas de ponta de feltro.&lt;br /&gt;— O Pai Natal português não se esqueceu de ti — ri-se o médico.&lt;br /&gt;— O Afonso é a única pessoa que me trata por fada — replica a Irina, um bocadinho corada.&lt;br /&gt;Corre para o dicionário, passando as páginas até à número 159 e exclama, radiante:&lt;br /&gt;OЗНАКА — fada&lt;br /&gt;Depois, pega numa folha de papel e desenha, a amarelo, uma estrela a brilhar, a brilhar, a brilhar.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Luísa Ducla Soares&lt;br /&gt;Há sempre uma estrela no Natal&lt;br /&gt;Porto, Civilização Editora, 2006&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-8313302920572534648?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/8313302920572534648/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=8313302920572534648' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/8313302920572534648'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/8313302920572534648'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2009/12/clube-contadores-de-historias.html' title='Clube Contadores de Histórias'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/SxgoNbGs9CI/AAAAAAAAAHU/tUZDBaBuzX0/s72-c/pai%2520natal%5B1%5D.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-7351220718712368479</id><published>2009-11-30T08:23:00.000-08:00</published><updated>2009-11-30T08:31:30.498-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='clube contadores de histórias'/><title type='text'>Clube Contadores de Histórias</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/SxPzS71ayDI/AAAAAAAAAHM/WtReC10zZB8/s1600/bolo%5B1%5D.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 310px; height: 240px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/SxPzS71ayDI/AAAAAAAAAHM/WtReC10zZB8/s320/bolo%5B1%5D.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5409935084027037746" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O bolo-rei&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O bolo-rei tomava-se muito a sério. Não havia discussão: ele era o rei dos bolos.&lt;br /&gt;Como tal, quando lhe caiu uma passa da coroa, ordenou ao bolo-inglês:&lt;br /&gt;— Traz-me essa passa de volta.&lt;br /&gt;O bolo-inglês fez-se desentendido e respondeu:&lt;br /&gt;— Sorry! I don’t understand...&lt;br /&gt;O que queria dizer, na língua dele, que pedia desculpa, mas não tinha entendido.&lt;br /&gt;Então, o bolo-rei virou-se para um bolo de natas e deu a mesma ordem. Queria, outra vez, a passa a ornamentar-lhe a coroa.&lt;br /&gt;O bolo de natas tinha uma fala atrapalhada, por causa do excesso de natas.&lt;br /&gt;— Flá, plefe, pflu, pfló...&lt;br /&gt;Não se percebia nada.&lt;br /&gt;O bolo-rei, muito irritado, ordenou o mesmo ao bolo de amêndoa, que lhe respondeu:&lt;br /&gt;— Também a mim me caiu uma amêndoa torrada e não me queixo.&lt;br /&gt;O bolo-rei, cada vez mais exasperado, deu a mesma ordem a um pudim de gelatina, mas o pudim de gelatina era muito frágil, muito nervoso e só tremeu, tremeu, incapaz de dizer ou fazer o que quer que fosse.&lt;br /&gt;— São uns rebeldes estes meus súbditos — concluiu, numa grande exaltação, o bolo-rei. — Condeno-os a que sejam todos cortados às fatias. &lt;br /&gt;E assim aconteceu. Mas nem o bolo-rei escapou.&lt;br /&gt;António torrado&lt;br /&gt;www.historiadodia.pt&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-7351220718712368479?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/7351220718712368479/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=7351220718712368479' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/7351220718712368479'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/7351220718712368479'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2009/11/clube-contadores-de-historias.html' title='Clube Contadores de Histórias'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/SxPzS71ayDI/AAAAAAAAAHM/WtReC10zZB8/s72-c/bolo%5B1%5D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-5992325248048361745</id><published>2009-11-24T14:17:00.000-08:00</published><updated>2009-11-24T14:21:39.628-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='conto popular'/><title type='text'>Conto Popular</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/SwxcZ6CNmNI/AAAAAAAAAHE/R2u-B9Q-ERY/s1600/malvadezmald%5B1%5D.gif"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 318px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/SwxcZ6CNmNI/AAAAAAAAAHE/R2u-B9Q-ERY/s320/malvadezmald%5B1%5D.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5407798852710144210" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O conto é um tipo de narrativa que se opõe, pela extensão, quer à novela, quer ao romance. De facto, é sempre uma narrativa pouco extensa e a sua brevidade tem implicações estruturais: reduzido número de personagens; concentração do espaço e do tempo, acção simples e decorrendo de forma mais ou menos linear.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Alexandre Parafita, os contos populares fazem parte de um universo cultural que tem como suporte a tradição oral de um povo, não sendo de fácil definição porque se confunde frequentemente com outros conceitos, como por exemplo a lenda e o mito. Mesmo assim arrisca dizer que um conto popular é um texto narrativo, curto, que procura deleitar, entreter ou educar o ouvinte, e que é geralmente ficcionado ou então de conteúdo presumivelmente verídico sem que isso constitua factor relevante na avaliação do acto narrativo em si mesmo. É um texto que tem uma origem anónima, faz parte da tradição oral de uma comunidade e reflecte os mais variados sentimentos da alma de um povo, os seus hábitos, usos, costumes, vícios e índole.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora o conto seja hoje uma forma literária reconhecida e utilizada por inúmeros escritores, a sua origem é muito mais humilde. Na verdade, nasceu entre o povo anónimo. Começou por ser um relato simples e despretensioso de situações imaginárias, destinado a ocupar os momentos de lazer. Um contador de histórias narra a um auditório reduzido e familiar um episódio considerado interessante. Os constrangimentos de tempo, a simplicidade da assembleia e as limitações da memória impõem que a "história" seja curta. Essas mesmas circunstâncias determinam, como já vimos, a limitação do número de personagens, a sua caracterização vaga e estereotipada, a redução e imprecisão das referências espaciais e temporais, bem como a simplificação da acção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dada a sua origem popular, o conto de que falamos aqui não tem propriamente um autor, entendido como um ser humano determinado, ainda que desconhecido. Na realidade ele constitui uma criação colectiva, dado que cada "contador" lhe introduz inevitavelmente pequenas alterações ("Quem conta um conto, acrescenta um ponto.").&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, é bom ter consciência de que os contos populares com que hoje nos defrontamos são diferentes daqueles que, durante séculos, foram transmitidos oralmente de geração em geração. Em primeiro lugar, porque o seu registo por escrito implicou necessariamente alguma re-elaboração. Em segundo lugar, porque no acto de narração oral o código linguístico era acompanhado por outros códigos, variáveis de contador para contador e irreproduzíveis na escrita (a entoação, a ênfase, os movimentos corporais, a mímica...).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também não podemos esquecer que o auditório estava fisicamente presente e condicionava o acto de narração, fazendo comentários ou perguntas e restringindo, com a sua censura implícita, a imaginação criadora do contador. É essa censura latente que ajuda a compreender a permanência dos elementos essenciais, independentemente do tempo e do espaço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O interesse dos intelectuais pelo conto popular surgiu no século XVII, quando, em 1697, Charles Perraut publicou a primeira recolha de contos populares franceses, que incluía histórias tão conhecidas como "A Gata Borralheira", "O Capuchinho Vermelho" e "O Gato das Botas". Esse interesse pela literatura popular acentuou-se no século XIX, com os trabalhos dos irmãos Grimm, na Alemanha, e Hans Christian Andersen, na Dinamarca. Em Portugal destacaram-se nessa tarefa investigadores como Teófilo Braga, Adolfo Coelho, Leite Vasconcelos e Consiglieri Pedroso. O próprio Almeida Garrett recolheu no seu Romanceiro numerosas narrativas em verso, que são afinal parentes próximos do conto popular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estrutura&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fruto da sua origem oral, estes contos têm quase sempre uma estrutura muito simples e fixa. A própria fórmula inicial ("Era uma vez...") e final ("...e foram felizes para sempre.") revelam isso. Essa estrutura pode ser traduzida da seguinte forma:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ordem existente - situação inicial; &lt;br /&gt;Ordem perturbada - a situação de equilíbrio inicial é destruída, o que dá origem a uma série de peripécias que só se interrompem com o aparecimento de uma força rectificadora; &lt;br /&gt;Ordem restabelecida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Personagens&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A caracterização das personagens é sumária e estereotipada: os heróis concentram em si os traços positivos, enquanto os vilões evidenciam todos os aspectos negativos da personalidade humana. Dessa maneira personifica-se o bem e o mal e manifesta-se insistentemente a vitória do primeiro sobre o segundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A caracterização indirecta prevalece sobre a directa, visto que é sobretudo pelas suas acções que as personagens revelam o seu carácter. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tempo e espaço&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fórmula inicial ("Era uma vez..." ou outra equivalente) remete para o passado e, desse modo, funciona como um sinal de que se vai passar do mundo real para um mundo irreal, o mundo da fantasia, onde tudo é possível. Esse mergulho no imaginário termina com a fórmula final: "...e viveram felizes para sempre." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao longo do conto as indicações de natureza temporal são sempre limitadas e vagas, não permitindo determinar com rigor a duração da acção ou a localização num contexto histórico preciso. O mesmo acontece relativamente ao espaço: um palácio, uma casa, uma fonte, uma floresta... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade, as vagas referências espácio-temporais aparecem apenas porque são uma exigência da narrativa, visto que nada acontece fora do tempo e do espaço. Não é o onde nem o quando que interessa, mas sim o que acontece, a acção. As próprias personagens são um mero suporte da acção, daí a sua caracterização estereotipada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A conjugação dessas características (personagens estereotipadas e espaço e tempo indeterminados) concede às histórias um carácter atemporal e universal, que permite a sua reactualização permanente: é algo que poderia acontecer em qualquer tempo e em qualquer lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Simbologia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os contos tradicionais estão carregados de simbologia: dizem mais do que parecem dizer. A manifestação mais evidente é a referência sistemática ao número três, símbolo da perfeição desde tempos imemoriais. Mas há mais... A rosa aparece como símbolo do amor puro e total. O beijo desperta e faz renascer. A heroína é frequentemente a mais nova (e por isso a mais pura e inocente) e afirma-se por oposição às irmãs mais velhas e mesmo aos pais. O herói quase sempre tem que enfrentar uma série de provas antes de alcançar o objecto - símbolo do amadurecimento que fará dele um homem. Outras vezes sai da casa paterna em busca da autonomia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Funções (importância) do conto &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em maior ou menor grau, o conto popular tinha as seguintes funções: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;preencher os tempos de lazer; &lt;br /&gt;propor aos ouvintes modelos de comportamento; &lt;br /&gt;transmitir os valores e concepções do mundo próprios daquela sociedade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em síntese, podemos dizer que os contos tinham (têm) uma função de entretenimento e uma função educativa. Por um lado, constituíam uma das formas de ocupar os tempos livres, geralmente os serões, reforçando os laços de convivialidade entre os membros da comunidade e despertando a imaginação dos assistentes; por meio deles era possível compensar a dureza e a monotonia da vida quotidiana, fugindo para mundos distantes e vivendo papéis e situações empolgantes. Por outro, concediam aos mais velhos um instrumento privilegiado para levarem os mais novos a interiorizarem valores e comportamentos considerados aceitáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Classificação dos contos populares &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São muitos os temas tratados nos contos populares, daí que sejam possíveis várias classificações. Por comodidade podemos reduzi-los a cinco tipos: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;maravilhosos ou de encantamento; &lt;br /&gt;jocosos e divertidos;&lt;br /&gt;de fórmula;&lt;br /&gt;de exemplo; &lt;br /&gt;religiosos ou morais; &lt;br /&gt;de animais; &lt;br /&gt;etiológicos (relativos à fundação de um local). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                            http://www.cm-mirandela.pt/index.php?oid=3936&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-5992325248048361745?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/5992325248048361745/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=5992325248048361745' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/5992325248048361745'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/5992325248048361745'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2009/11/conto-popular.html' title='Conto Popular'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/SwxcZ6CNmNI/AAAAAAAAAHE/R2u-B9Q-ERY/s72-c/malvadezmald%5B1%5D.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-6666880652330650615</id><published>2009-11-24T05:42:00.000-08:00</published><updated>2009-11-24T06:04:54.186-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='objectivos para o teste'/><title type='text'>Objectivos Gerais para o Teste 8º ano (2º)</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/Swvn-yrVvPI/AAAAAAAAAGc/e5E8j5vlZos/s1600/images%5B2%5D.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 116px; height: 105px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/Swvn-yrVvPI/AAAAAAAAAGc/e5E8j5vlZos/s320/images%5B2%5D.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5407670843529870578" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Grupo I &lt;br /&gt;- Reconhecer e compreender textos da tradição oral;&lt;br /&gt;- Conhecer as principais características do conto tradicional:&lt;br /&gt;- estrutura; linguagem e estilo; funções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grupo II (Conhecimento Explícito da Língua)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Identificar as classes e subclasses de palavras*:&lt;br /&gt;- Classificar as palavras quanto à flexão;&lt;br /&gt;- Colocar no plural os nomes e adjectivos compostos;&lt;br /&gt;- Classificar sintacticamente frases.&lt;br /&gt;- Conhecer os registos de língua;&lt;br /&gt;- Identificar o processo de formação de palavras: derivação (prefixação e sufixação) e composição (aglutinação e justaposição)&lt;br /&gt;* Verbos (regulares/Irregulares; Copulativos, Transitivos e Intransitivos; Conjugações - 1ª; 2ª; 3ª; Modos: Indicativo; Conjuntivo; Condicional; Imperativo; Infinitivo));&lt;br /&gt;- Classificar as palavras quanto ao número de sílabas e quanto à posição da sílaba tónica;&lt;br /&gt;- Identificar os tipos e formas de frase;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grupo III&lt;br /&gt;- Produção de um texto relacionado com os temas abordados.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-6666880652330650615?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/6666880652330650615/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=6666880652330650615' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/6666880652330650615'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/6666880652330650615'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2009/11/objectivos-gerais-para-o-teste-8-ano-2.html' title='Objectivos Gerais para o Teste 8º ano (2º)'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/Swvn-yrVvPI/AAAAAAAAAGc/e5E8j5vlZos/s72-c/images%5B2%5D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-830757180450137710</id><published>2009-10-25T14:17:00.000-07:00</published><updated>2009-10-25T14:50:37.640-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='objectivos para o teste'/><title type='text'>Objectivos Gerais para o Teste 8º ano</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/SuTHuO-Y-fI/AAAAAAAAAGU/4THst6HBRM8/s1600-h/jornais%5B1%5D.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 316px; height: 250px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/SuTHuO-Y-fI/AAAAAAAAAGU/4THst6HBRM8/s320/jornais%5B1%5D.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5396657850604386802" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Grupo I &lt;br /&gt;- Identificar e compreender um texto jornalístico;&lt;br /&gt;- Identificar e compreender um texto em Banda desenhada;&lt;br /&gt;- Conhecer as características e a estrutura de uma notícia;&lt;br /&gt;- Conhecer a estrutura da Banda desenhada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grupo II (Conhecimento Explícito da Língua)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Identificar as classes e subclasses de palavras*:&lt;br /&gt;- Classificar as palavras quanto à flexão;&lt;br /&gt;- Colocar no plural os nomes compostos;&lt;br /&gt;- Classificar sintacticamente frases.&lt;br /&gt;- Conhecer os registos de língua;&lt;br /&gt;- Identificar neologismos;&lt;br /&gt;- Identificar o processo de formação de palavras: derivação (prefixação e sufixação) e composição (aglutinação e justaposição)&lt;br /&gt;* Verbos (regulares/Irregulares; Copulativos, Transitivos e Intransitivos; Conjugações - 1ª; 2ª; 3ª; Modos: Indicativo; Conjuntivo; Condicional; Imperativo; Infinitivo));&lt;br /&gt;- Classificar as palavras quanto ao número de sílabas e quanto à posição da sílaba tónica;&lt;br /&gt;- Identificar os tipos de frase;&lt;br /&gt;- Indicar o campo lexical de uma palavra ou expressão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grupo III&lt;br /&gt;- Produção de um texto relacionado com os temas abordados.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-830757180450137710?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/830757180450137710/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=830757180450137710' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/830757180450137710'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/830757180450137710'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2009/10/objectivos-gerais-para-o-teste-8-ano.html' title='Objectivos Gerais para o Teste 8º ano'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/SuTHuO-Y-fI/AAAAAAAAAGU/4THst6HBRM8/s72-c/jornais%5B1%5D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-3881323141088515614</id><published>2009-10-05T14:40:00.000-07:00</published><updated>2009-10-05T14:47:36.300-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='clube contadores de histórias'/><title type='text'>Clube Contadores de Histórias</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/SsppVA1NvuI/AAAAAAAAAGM/EhtookA7PII/s1600-h/avo%5B1%5D.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 254px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/SsppVA1NvuI/AAAAAAAAAGM/EhtookA7PII/s320/avo%5B1%5D.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5389235713823588066" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;As sextas-feiras de Nana&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;As noites de sexta-feira em casa da avó Nana começam logo de manhã cedo na&lt;br /&gt;cozinha. Nós comemos pão com doce de pêssego, que é o nosso preferido.&lt;br /&gt;Nana bebe chá, que está muito quente, e sopra para dentro da taça antiga de porcelana chinesa, fazendo pequenas ondas.&lt;br /&gt;— Hoje não tenho escola! — digo a cantar. — Que sorte que eu tenho!&lt;br /&gt;— Hoje não tens escola! — responde. — Que sorte que EU tenho!&lt;br /&gt;— Agora fala-me da noite de hoje – peço.&lt;br /&gt;— Vem a família toda! Vem para o Sabbath e nós temos muito que fazer!&lt;br /&gt;Nana apressa-se a fazer a cama e a limpar os quartos. Eu estou encarregada de alisar as almofadas.&lt;br /&gt;Nana lava as porcelanas chinesas e passa a ferro os vincos da renda da toalha de mesa.&lt;br /&gt;Eu dobro guardanapos com bordos de renda.&lt;br /&gt;Nana inspecciona se faltam botões no seu vestido de Sabbath, azul marinho, de gola branca e punhos brancos também.&lt;br /&gt;— É altura de fazer a tarte? — pergunto.&lt;br /&gt;— Daqui a pouco, Jennie.&lt;br /&gt;Eu puxo e volto a puxar o lustro a dois candelabros.&lt;br /&gt;— Já é altura agora?&lt;br /&gt;— É – diz Nana, estendendo a massa, e eu deito açúcar nas maçãs para a tarte. Em seguida, ela entrança os challah (Challah – Pão tradicional para o Sabbath e outras festas judaicas.) e mete-os no forno.&lt;br /&gt;Ao meio-dia comemos sandes no parque, perto do rio. Bebemos também uma chávena de cacau.&lt;br /&gt;O céu está cinzento e o vento sopra do rio, levantando-nos o cabelo, e nós dançamos para nos mantermos quentes, com os ponchos vestidos e as luvas calçadas.&lt;br /&gt;Depois, andamos pela cidade de mãos dadas, à procura de flores roxas, que são as nossas preferidas.&lt;br /&gt;— Oh, obrigada! — diz Nana.&lt;br /&gt;— Obrigada — repito, saltitando pelo passeio com as flores.&lt;br /&gt;Quando regressamos a casa de Nana, pomo-las numa jarra alta com água.&lt;br /&gt;— É altura de nos vestirmos? — pergunto.&lt;br /&gt;— Daqui a pouco, Jennie.&lt;br /&gt;Mais para o fim da tarde, a casa está toda esfregada, a sopa de cevada já ferve e os challah estão a arrefecer. O frango aloura no forno e as batatas também.&lt;br /&gt;— Agora já é altura?&lt;br /&gt;— É — diz Nana. &lt;br /&gt;Nós vestimos os nossos vestidos, ambos azul-marinho. Os sapatos também são azuis. Nana põe batom nos lábios, olhando-se ao espelho.&lt;br /&gt;Pomos a mesa, contamos os talheres de prata e as taças da sopa, os copos que cintilam.&lt;br /&gt;Nana pica o frango para ver se está tenro.&lt;br /&gt;Lá fora escurece.&lt;br /&gt;— Nana, olha! Neve!&lt;br /&gt;A campainha da porta toca e a família precipita-se para dentro, abraçando Nana.&lt;br /&gt;Também me abraçam a mim, pincipalmente os meus pais, e eu faço cócegas ao meu irmão bebé, o Lewis, metido no fatinho de bebé.&lt;br /&gt;A campainha toca de novo e entra mais família de rompante. Os tios, as tias e os primos. Toda a gente fala ao mesmo tempo, tiram os sapatos aos pontapés, atiram os&lt;br /&gt;sobretudos para cima das cadeiras.&lt;br /&gt;No forno, a minha tarte já começa a cheirar.&lt;br /&gt;— Já é altura? — pergunto.&lt;br /&gt;— Agora é — diz Nana, e finalmente chega o melhor momento da noite.&lt;br /&gt;Nana acende as velas e os nossos vestidos tocam um no outro; ela murmura orações de Sabbath e todos ficam em silêncio. Até o Lewis.&lt;br /&gt;Daí a pouco, estamos a mastigar os challah e a passar taças de sopa, e todos falam ao mesmo tempo sentados à comprida mesa de jantar.&lt;br /&gt;Lá fora, o vento uiva. A neve levanta-se em lindos rodopios brancos.&lt;br /&gt;Mas aqui dentro as velas tremulam. Um cântico de Sabbath está no ar. É altura da tarte, e nós estamos todos juntos na sexta-feira de Nana.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Amy Hest&lt;br /&gt;The Friday nights of Nana&lt;br /&gt;Cambridge, Candlewick Press, 2001&lt;br /&gt;Tradução e adaptação&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-3881323141088515614?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/3881323141088515614/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=3881323141088515614' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/3881323141088515614'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/3881323141088515614'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2009/10/clube-contadores-de-historias.html' title='Clube Contadores de Histórias'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/SsppVA1NvuI/AAAAAAAAAGM/EhtookA7PII/s72-c/avo%5B1%5D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-6802731633495264261</id><published>2009-09-30T14:42:00.000-07:00</published><updated>2009-09-30T14:43:29.183-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='clube contadores de histórias'/><title type='text'>Clube Contadores de Histórias</title><content type='html'>Eu, sozinho, no Fim do Mundo (continuação)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Quando chegou o Outono, Constantino Brilho tinha terminado a sua estalagem, que ostentava pórticos, torres e espigões. Uma a uma, as folhas caíram das árvores e despenharam-se pela borda do mundo. Gostava de as ver, a rodopiar. Caíam aos meus pés, vindas do céu.&lt;br /&gt;Quando as cores estavam mesmo brilhantes, o Alberto, o Júlio e a Margarida chegaram da cidade. Corremos a estalagem de uma ponta à outra, brincámos com os elevadores, e eles pediram que lhes servissem peru e pastilha elástica no quarto.&lt;br /&gt;Alugámos quatro planadores e atirámo-nos dos rochedos no Fim do Mundo. Gritámos quando sentimos o sangue afluir todo aos nossos pés.&lt;br /&gt;— Nada de lágrimas! — avisou o Sr. Brilho, que estava em terra firme. — Nada de lamúrias! É tempo de divertimento! Senhores e Senhoras, coloquem-se em fila. Saltem hoje e esqueçam o amanhã!&lt;br /&gt;No Inverno, a neve caiu nas árvores, nos rochedos e nos túmulos. Observei os flocos a caírem em silêncio sobre a terra. Um dia, apareceu um trenó, com o Alberto, o Júlio e a Margarida. Cuspimos nas mãos, apertámo-las e piscámos o olho.&lt;br /&gt;Divertimo-nos imenso. Vimos espectáculos de sombras de marionetas à noite, enquanto o vento soprava. Alugámos patins e fizemos figuras de oito nas Cataratas Pataratas e figuras de nove no Lago Conta-Gotas. As pessoas gritavam, enquanto se balançavam nos pinheiros. Os hóspedes patinavam e esquiavam em massa, descendo as encostas aos saltos e deslizando por longas rampas.&lt;br /&gt;— Isto é ou não divertido? — perguntava o Sr. Brilho. — Divertimento a sério. Sentem-se sozinhos, Senhores e Senhoras? Na Estalagem do Brilho, nunca!&lt;br /&gt;O Júlio, o Alberto, e a Margarida voltaram na Primavera. Não se ouvia o vento soprar através dos pinheiros eriçados. O barulho das festas era demasiado alto na floresta. Homens de bigode ensinavam o fox-trot a duquesas e a herdeiras de lavandarias vestidas de seda. Os monstros já não se mostravam quando os relâmpagos surgiam com as chuvas da Primavera. Tinham medo do barulho e das máquinas. O Júlio, o Alberto, a Margarida e eu corríamos pelos caminhos através das florestas, caminhos agora cheios de lixo. Também jogávamos às escondidas.&lt;br /&gt;A cabana onde eu vivia estava rodeada de carrinhos. Já não conseguia encontrar ossos de dinossauros ou moedas de oiro antigas. Os pavilhões e as escadas rolantes tinham-nos coberto.&lt;br /&gt;No Verão, as multidões eram imensas e a estalagem estava aberta para casais em lua-de-mel que vinham em busca do sossego e dos pores do sol de quatro horas. Só que estes mal se viam devido à bruma que cobria o paredão e provinha das luzes artificiais das arcadas.&lt;br /&gt;— Quero ver mais divertimentos! — gritava o Sr. Brilho ao megafone, pendurado num prego que parecia vindo do céu. — Nada de silêncios solenes no Fim do Mundo! Só gargalhadas! E saltos! Senhoras e senhores, recomendo-lhes vivamente as vertigens!&lt;br /&gt;Não dormia há sete dias. Havia sempre alguma coisa para me distrair. Tentei falar com os meus amigos:&lt;br /&gt;— Sabem, estive a pensar…&lt;br /&gt;— Não há tempo para pensar! — interrompeu o Sr. Brilho. — É tempo para se divertirem! Vejam, minha gente, o Fim do Mundo! Que vista magnífica, sublime e resplandecente! Vou construir tudo aquilo que quiserem! Deixem tudo o que estão a fazer! Não há tempo para tristezas ou ideias! Vamos DIVERTIR-NOS! DIVERTIR-NOS sem PARAR!&lt;br /&gt;A Margarida estava toda suada.&lt;br /&gt;— Anda lá! — insistiu comigo.&lt;br /&gt;— Aqui vimos nós! — gritava o Júlio.&lt;br /&gt;— Aqui vamos nós! — ria-se o Alberto, rangendo os dentes e rasgando a camisa nas tropelias.&lt;br /&gt;— Penso que é tempo de ir também — disse para comigo.&lt;br /&gt;Tirei o chapéu de papel da cabeça e as luvas das mãos. Enrolei-as e dei-as ao Júlio.&lt;br /&gt;Depois disse-lhe:&lt;br /&gt;— Tenho de ir embora. Sinto falta do vento.&lt;br /&gt;E fui embora.&lt;br /&gt;Agora vivo sozinho no Topo do Mundo. É uma montanha muito alta. Consigo ver a borda da montanha. Os dias passam-se devagar e bem. Como biscoitos salgados e cartilagens. Limpo as rochas e encontro fósseis. Procuro tesouros em velhos mapas de impérios decadentes. Sento-me no alpendre da minha cabana e escrevo cartas aos meus amigos na cidade, Alberto, Júlio e Margarida. Um dia destes vou visitá-los.&lt;br /&gt;Às tardes, escuto o rumor do vento por entre os ramos dos pinheiros eriçados.&lt;br /&gt;Sinto a suavidade da solidão a cair.&lt;br /&gt;Por ora, sinto-me bem, sozinho, aqui no Topo do Mundo.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;FIM&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;M. T. Anderson; Kevin Hawkes&lt;br /&gt;Me, All Alone, at the End of the World&lt;br /&gt;London, Walker Books, 2007&lt;br /&gt;(Tradução e adaptação)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-6802731633495264261?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/6802731633495264261/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=6802731633495264261' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/6802731633495264261'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/6802731633495264261'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2009/09/clube-contadores-de-historias_30.html' title='Clube Contadores de Histórias'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-8484773977588443850</id><published>2009-09-17T13:04:00.000-07:00</published><updated>2009-09-17T13:05:42.294-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='clube contadores de histórias'/><title type='text'>Clube Contadores de Histórias</title><content type='html'>Eu, sozinho, no Fim do Mundo&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Eu vivia sozinho no Fim do Mundo. &lt;br /&gt;Os dias decorriam devagar e bem. Procurava tesouros em velhos mapas de impérios decadentes. Limpava rochas e encontrava fósseis. Reconstituía o esqueleto de monstros enormes com cordel. Jogava à bola até cair de cansaço. Sentava-me e lia. Gostava de ouvir o vento soprar através dos pinheiros eriçados, cujos ramos ondulavam no azul do céu. Comia biscoitos salgados e cartilagens. Ao sol-pôr, tocava melodias para a minha mula ouvir.&lt;br /&gt;Em noites de tempestade, gostava de ficar na minha cabana. Aconchegava-me junto ao fogão e ouvia a chuva e a trovoada. Via os animais de longas caudas, cinco patas, ou bocas beijoqueiras, enfrentarem o trovão. Também nunca tive medo. Adormecia ao som dos seus grunhidos, que mais pareciam barulhos de canalização. Sabia que, de manhã, não haveria vestígios da chuva, excepto um pequeno orvalho nas árvores que ficavam junto dos rochedos desolados. Sentia-me feliz, sozinho, no Fim do Mundo.&lt;br /&gt;Até um dia. Nesse dia, estava eu sentado de cabeça para baixo para que o meu cabelo ficasse completamente de pé, quando vi um homem estranho. Tinha pernas altas, um chapéu de aba larga e uma barba circular. Os seus óculos reflectiam as nuvens.&lt;br /&gt;Montou um cavalete. Tirou um pincel da bota. Pintou o céu e o pinheiro mais solitário. E disse, numa voz que parecia a lã de um carneiro:&lt;br /&gt;— Chamo-me Constantino Brilho e sou visionário profissional.&lt;br /&gt;Olhou-me de alto a baixo e continuou:&lt;br /&gt;— Rapaz, o que fazes o dia inteiro no Fim do Mundo?&lt;br /&gt;— Muitas coisas — respondi.&lt;br /&gt;E contei-lhe dos assobios, do vento e dos pinheiros.&lt;br /&gt;— Só isso? — perguntou, com um ar aborrecido. — Não te divertes? Não tens amigos?&lt;br /&gt;Olhei para os meus pés. Dantes achava que o que fazia era divertido. Agora já não tinha a certeza.&lt;br /&gt;— Penso que as coisas vão mudar bastante por estes lados — disse o Sr. Brilho.&lt;br /&gt;Por cima da pintura do rochedo e do pinheiro solitário, escreveu as palavras: CONSTANTINO BRILHO, VIAGENS MÁGICAS AO FIM DO MUNDO. DIVERTIMENTO GARANTIDO!&lt;br /&gt;Uma semana mais tarde, estava eu a pescar peixes que voavam sobre as cataratas, quando ouvi o ruído de máquinas grandes e homens a darem ordens. Estavam a pavimentar uma clareira. Estavam a abrir valas. E o Sr. Brilho guiava uma visita.&lt;br /&gt; — Aqui — anunciava ele — é o Fim do Mundo. Este é o rochedo. Este é um rapaz local com a sua mula. Vejam como nos olham com um olhar sonhador. E aqui está o local da futura Estalagem do Fim do Mundo.&lt;br /&gt;Fiquei em estado de choque. Tinha-se juntado uma pequena multidão composta por pais e filhos, que me olhavam com curiosidade e fitavam o rochedo embasbacados.&lt;br /&gt;Nem queria acreditar que ele tinha aplanado o terreno.&lt;br /&gt;— Sr. Brilho! — chamei. — Sr. Constantino Brilho!&lt;br /&gt;Apontei para as lajes.&lt;br /&gt;— O que está a fazer? O que fez?&lt;br /&gt;— Trouxe-te uns amigos. Se lhes mostrares a paisagem, dou-te uma moeda de ouro.&lt;br /&gt;— A paisagem? Mas eu vivo numa cabana sozinho. Não quero amigos e não preciso de…&lt;br /&gt;Foi então que olhei para os miúdos que o rodeavam. Sorriam e eram simpáticos. Estenderam as mãos. Um chamava-se Alberto, outro Júlio, e a rapariga chamava-se Margarida. Queriam gostar de mim. E eu queria gostar deles. Sorri.&lt;br /&gt; — Bem — comecei — na realidade…&lt;br /&gt;O Sr. Brilho acenou, encorajador. Perguntei aos miúdos:&lt;br /&gt;— O que querem que vos mostre?&lt;br /&gt;— O que fazes por estas bandas?&lt;br /&gt;Pensei no que fazia: entretinha-me com fósseis, pores do sol, assobios, ouvia os ramos, observava os pinheiros.&lt;br /&gt;Tentei pensar em algo que fosse excitante.&lt;br /&gt;— Bem, se cuspirem no topo da terra, a cuspidela nunca mais pára de dar voltas.&lt;br /&gt;— Isso é o máximo! — exclamaram os miúdos.&lt;br /&gt;Passámos o dia na floresta junto aos rochedos. Cuspimos e batemos palmas. Mostrei-lhes os fósseis. Mostrei-lhes os caminhos. Mostrei-lhes as árvores e as pegadas dos animais rastejantes.&lt;br /&gt;Quando chegou a altura de regressarem à cidade, disseram:&lt;br /&gt;— Não queremos ir embora. Voltaremos no Outono à Estalagem do Fim do Mundo.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;continua…&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-8484773977588443850?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/8484773977588443850/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=8484773977588443850' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/8484773977588443850'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/8484773977588443850'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2009/09/clube-contadores-de-historias.html' title='Clube Contadores de Histórias'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-8032194046326549914</id><published>2009-05-31T14:54:00.000-07:00</published><updated>2009-06-01T15:59:20.004-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='objectivos para o teste'/><title type='text'>Objectivos para o último teste do ano lectivo 2008/2009 - 5º ano -</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/SiL-pLC15AI/AAAAAAAAAF4/ywuubu2_KTk/s1600-h/orprof%5B1%5D.gif"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 350px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/SiL-pLC15AI/AAAAAAAAAF4/ywuubu2_KTk/s400/orprof%5B1%5D.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5342112091307631618" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Grupo I&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Interpretar um texto Narrativo;&lt;br /&gt;- Identificar recursos expressivos: comparação, enumeração,onomatopeia, aliteração, repetição e personificação.&lt;br /&gt;- Conhecer as categorias da narrativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grupo II&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Funcionamento da Língua:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Identificar as classes e subclasses de palavras:nomes, verbos*, adjectivos, determinantes, pronomes, interjeições;&lt;br /&gt;- Classificar as palavras quanto à flexão;&lt;br /&gt;- Classificar sintacticamente frases.&lt;br /&gt;- Identificar os tipos de discurso e transformar discurso directo em indirecto;&lt;br /&gt;- Identificar a relação gráfica e fonética entre palavras (homónimas; homófonas; homógrafas; parónimas)&lt;br /&gt;- Identificar a relação semântica entre palavras (sinónimos e antónimos)&lt;br /&gt;-  Identificar o processo de formação de palavras: derivação (prefixação e sufixação) e composição (aglutinação e justaposição)&lt;br /&gt;* Verbos (regulares/Irregulares; Transitivos e Intransitivos; Conjugações - 1ª; 2ª; 3ª; Modos: Indicativo; Conjuntivo; Condicional; Imperativo; Infinitivo));&lt;br /&gt;- Classificar as palavras quanto ao número de sílabas e quanto à posição da sílaba tónica;&lt;br /&gt;- Identificar os tipos de frase;&lt;br /&gt;- Indicar o campo lexical de uma palavra ou expressão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grupo III&lt;br /&gt;- Produção de um texto relacionado com os temas abordados.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-8032194046326549914?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/8032194046326549914/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=8032194046326549914' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/8032194046326549914'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/8032194046326549914'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2009/05/objectivos-para-o-ultimo-teste-do-ano.html' title='Objectivos para o último teste do ano lectivo 2008/2009 - 5º ano -'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/SiL-pLC15AI/AAAAAAAAAF4/ywuubu2_KTk/s72-c/orprof%5B1%5D.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-6030395475094391604</id><published>2009-05-04T15:45:00.000-07:00</published><updated>2009-05-04T15:54:32.668-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='objectivos para o teste'/><title type='text'>Objectivos para o Teste de Avaliação Sumativa 5º ano</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/Sf9yIOKKtSI/AAAAAAAAAFw/x9P_fAODdIQ/s1600-h/txt.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 116px; height: 98px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/Sf9yIOKKtSI/AAAAAAAAAFw/x9P_fAODdIQ/s400/txt.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5332105969395217698" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grupo I&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Interpretar um texto Narrativo;&lt;br /&gt;- Identificar recursos expressivos: comparação, enumeração,onomatopeia, repetição e personificação.&lt;br /&gt;- Conhecer as categorias da narrativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grupo II&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Funcionamento da Língua:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Identificar as classes e subclasses de palavras:nomes, verbos*, adjectivos, determinantes, pronomes, interjeições;&lt;br /&gt;- Classificar as palavras quanto à flexão;&lt;br /&gt;- Classificar sintacticamente frases.&lt;br /&gt;- Identificar os tipos de discurso e transformar discurso directo em indirecto;&lt;br /&gt;- Identificar a relação gráfica e fonética entre palavras (homónimas; homófonas; homógrafas; parónimas)&lt;br /&gt;- Identificar a relação semântica entre palavras (sinónimos e antónimos)&lt;br /&gt;-  Identificar o processo de formação de palavras: derivadas por prefixação; sufixação; prefixação e sufixação.&lt;br /&gt;* Verbos (regulares/Irregulares; Transitivos e Intransitivos; Conjugações - 1ª; 2ª; 3ª; Modos: Indicativo; Conjuntivo; Condicional; Imperativo; Infinitivo)).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grupo III&lt;br /&gt;- Produção de um texto relacionado com os temas abordados.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-6030395475094391604?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/6030395475094391604/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=6030395475094391604' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/6030395475094391604'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/6030395475094391604'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2009/05/objectivos-para-o-teste-de-avaliacao.html' title='Objectivos para o Teste de Avaliação Sumativa 5º ano'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/Sf9yIOKKtSI/AAAAAAAAAFw/x9P_fAODdIQ/s72-c/txt.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-4758696717417747391</id><published>2009-04-28T14:49:00.000-07:00</published><updated>2009-04-28T14:55:59.474-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='clube contadores de histórias'/><title type='text'>Clube Contadores de Histórias</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/Sfd7YCGKp_I/AAAAAAAAAFo/ImajA8HfaJ0/s1600-h/rapariga.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 111px; height: 97px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/Sfd7YCGKp_I/AAAAAAAAAFo/ImajA8HfaJ0/s400/rapariga.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5329864336826083314" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A Rapariga e o Sonho&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Era uma rapariga. E sonhava.&lt;br /&gt;Uma rapariguinha muito ligada às flores, às folhas e tão presa à terra, como se dela tivesse nascido, como uma árvore.&lt;br /&gt;Também se sentia muito prisioneira do sol, da lua e das estrelas, que imaginava tão tristes por estarem longe e sozinhas, que se dobravam nas águas do laguinho do jardim, onde as via reflectidas.&lt;br /&gt;De íntimo fantasista e liberto, era do sol, da lua e das estrelas donde imaginava que tinham “chovido” uns seres invisíveis com quem brincava.&lt;br /&gt;E as brincadeiras sucediam-se. Libertavam-na do seu peso e sustentavam-na no ar, quer com vara mágica, quer com um simples dedo.&lt;br /&gt;E às vezes, faziam ainda descer sobre ela, ignoradas, poeiras e orvalhos astrais.&lt;br /&gt;E tudo aquilo era maravilhoso, pois adorava subir pelas paredes do ar ou dançar no vento. E, como aqueles serzinhos não eram identificados pelos que a rodeavam, contava-lhes segredos só dela sabidos, fazendo florescer a amizade e entrelaçando os corações num abraço.&lt;br /&gt;Tratava-os como uma mãezinha a uns filhos  muito  amados  e contava--lhes histórias inventadas por ela ou deixava um a tomar conta de uma casinha, a fingir, sem telhado.&lt;br /&gt;Outras vezes jogava às escondidas com eles, no jardim, ou vigiava-os, enquanto nadavam no laguinho-oceano, sempre à vista de terra e com a margem longa de ramos, benfazejos, para poderem agarrar-se e não se afogarem.&lt;br /&gt;Também os deixava tomar conta dos seus castelos de puzzles.&lt;br /&gt;Mas o que mais gostava era de provar-lhes t-shirts variadas ou tentar tirar-lhes medidas para trajes mágicos. Sim, porque os vestidos dela também eram como os das princesas de “Era uma vez...”, não apenas da cor do tempo, mas acesos por fogos cósmicos, cheios de corações a deitar raízes, de números fugidos da tabuada, espirais galácticas, malmequeres, margaridinhas entre caminhos concha de caracol, flores-aranhas, morangos verde-roxo, cravos alilasados, bocas-beijos, que sei eu.&lt;br /&gt;Também amava brincar com coisas vivas e gostava muito de animais, encantados e encantadores.&lt;br /&gt;Assim era tu cá tu lá com o bichano que, pasmado, a via ser capaz de fazer o pino não sobre a cabeça, mas nas perninhas curtas das tranças.&lt;br /&gt;Às vezes, de repente e sem porquê, ficava triste e silenciosa. Então, o gato e as criaturinhas invisíveis conversavam entre si. O gato, amador de mimos e de festas sobre o pêlo, sentia-se muito abandonado, e, insistente, interrogava um dos serzinhos imaginados, que, cheio de paciência e enigmaticamente, lhe explicava que ela estava a crescer por dentro e sozinha.&lt;br /&gt;Outras vezes, demorava muito tempo a arranjar-se, assistida pela sua aia, uma medusa-lunar que lhe tomava conta de uma joaninha do quintal, jóia-viva, com que fazia gosto de enfeitar-se, depois de vestida atrás da cortina de flores, trepadeiras-trevo.&lt;br /&gt;Estava a tornar-se tão íntima de si e tão madura que crescia pelo sonho. Era isso. Mesmo no seu vestidinho andadeiro e de todos os dias, às pintas, como o de qualquer adolescente, e as suas trancinhas, via-se que tinha sofrido uma transformação.&lt;br /&gt;Estava prestes a ser a Bela e a entrar no Jardim do Amor, para procurar, através do labirinto, um coração onde o seu pudesse reflectir-se e reconhecer-se.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Luísa Dacosta,Julho de 2001&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Luísa Dacosta&lt;br /&gt;A rapariga e o Sonho&lt;br /&gt;Porto, Edições Asa, 2006&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-4758696717417747391?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/4758696717417747391/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=4758696717417747391' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/4758696717417747391'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/4758696717417747391'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2009/04/clube-contadores-de-historias_28.html' title='Clube Contadores de Histórias'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/Sfd7YCGKp_I/AAAAAAAAAFo/ImajA8HfaJ0/s72-c/rapariga.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-8442413403115542529</id><published>2009-04-16T15:44:00.000-07:00</published><updated>2009-04-16T15:47:56.168-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='clube contadores de histórias'/><title type='text'>Clube Contadores de Histórias</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/See1bUCegbI/AAAAAAAAAFg/9MIYcwfp-ac/s1600-h/princesa.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 116px; height: 116px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/See1bUCegbI/AAAAAAAAAFg/9MIYcwfp-ac/s400/princesa.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5325424565229093298" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A festa de Carnaval&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;— Porque é que estás a chorar, Susi? — pergunta Jacob.&lt;br /&gt;— Porque a Catarina foi horrível para mim — soluça Susi.&lt;br /&gt;A coroazinha de papel dourado que tem na cabeça está torta. O rímel escorreu-lhe das pestanas para a cara, e os olhos estão vermelhos de chorar.&lt;br /&gt;Jacob tem vontade de dizer: “Tu às vezes também és má para a Catarina.” Mas pensa melhor e pergunta.&lt;br /&gt;— Mas o que é que a Cati te fez?&lt;br /&gt;— Riu-se de mim — choraminga Susi — e disse: “Isso é que é um vestido de princesa? Mais parece uma camisa de dormir melhorzinha!”&lt;br /&gt;Jacob olha para o vestido de Susi. É comprido e branco, não muito largo, e enfeitado com rosas de papel de seda.&lt;br /&gt;Catarina também está disfarçada de princesa. Tem uma saia de roda com muitos folhos na cintura. “Catarina parece mais uma princesa do que a Susi”, pensa Jacob.&lt;br /&gt;— Tu também achas que isto é uma camisa de dormir, não é? — diz Susi com ar triste.&lt;br /&gt;— De camisas de dormir eu não percebo muito — responde Jacob. — Mas podias ser a princesa de “A princesa e a ervilha”. Assim combina tudo: a camisa de dormir e a coroa.&lt;br /&gt;Susi pára de chorar.&lt;br /&gt;Tu és muito simpático, Jacob, mas a Catarina é má e eu não entendo como é que ela é tua amiga.&lt;br /&gt;— Convido-te para um sorvete de laranja — diz Jacob — e danço contigo. Mas tens de prometer-me que deixas de estar zangada com a Catarina. Ela não estava a falar a sério. Se calhar, tinha um pouquinho de inveja de ti porque tu hoje podes usar rímel e ela não.&lt;br /&gt;— Se calhar é por isso — diz Susi, limpando o rímel da cara.&lt;br /&gt;— Mas agora já estás outra vez bonita — diz Jacob.&lt;br /&gt;Na pista de dança encontram-se com Catarina.&lt;br /&gt;— Olá, Catarina! — diz Susi amavelmente.&lt;br /&gt;                                               Tradução e adaptação &lt;br /&gt;                                               Lene Mayer-Skumanz (org.)&lt;br /&gt;                                               Jakob und Katharina&lt;br /&gt;                                               Wien, Herder Verlag, 1986&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-8442413403115542529?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/8442413403115542529/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=8442413403115542529' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/8442413403115542529'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/8442413403115542529'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2009/04/clube-contadores-de-historias.html' title='Clube Contadores de Histórias'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/See1bUCegbI/AAAAAAAAAFg/9MIYcwfp-ac/s72-c/princesa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-211210090380064425</id><published>2009-03-28T16:13:00.000-07:00</published><updated>2009-03-28T16:20:30.903-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='clube contadores de histórias'/><title type='text'>Clube Contadores de Histórias</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/Sc6wrpMys7I/AAAAAAAAAFY/d3zahy4dvcs/s1600-h/chorar.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 98px; height: 122px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/Sc6wrpMys7I/AAAAAAAAAFY/d3zahy4dvcs/s400/chorar.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5318382473811506098" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Jacob toma uma decisão&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Susi chegou à escola com olhos de choro.&lt;br /&gt;— O que aconteceu? — pergunta Jacob.&lt;br /&gt;— O meu porquinho-da-índia morreu — responde Susi. — O meu Sebastião, que tinha uma pinta preta no nariz.&lt;br /&gt;— Oh — diz Jacob. — E agora estás triste.&lt;br /&gt;Susi acena com a cabeça.&lt;br /&gt;— Não podes pedir aos teus pais que te comprem outro? — pergunta Max.&lt;br /&gt;— Podia, mas não quero — diz Susi. — Agora para o fim, o Sebastião era infeliz. Já não queria comer nada, tinha as patas paralisadas. Fazia-me tanta pena! &lt;br /&gt;Susi chorava.&lt;br /&gt;— O Sebastião era um porquinho-da-índia muito querido — diz Catarina.&lt;br /&gt;— Mas já estava muito velho — comenta Rudi. — Todos temos de morrer; tu não podias fazer nada. Vá, não chores assim.&lt;br /&gt;Jesus — pensa Jacob — porque é que o Sebastião teve de ser tão infeliz?....&lt;br /&gt;— Deixa-a chorar — diz ele a Rudi.&lt;br /&gt;— Há coisas mais importantes por que chorar — resmunga Rudi.&lt;br /&gt;Jacob olha para Rudi.&lt;br /&gt;— Pois há — diz Rudi. — Mas não se pode passar o tempo todo a chorar.&lt;br /&gt;Jacob fica à espera, mas Rudi não quer falar mais. Só no caminho de regresso a casa começa a contar:&lt;br /&gt;— Os meus pais, afinal, sempre querem divorciar-se.&lt;br /&gt;— Oh! — exclama Jacob.&lt;br /&gt;— Eu fico com a mãe — conta Rudi. — O pai vem buscar-me ao domingo, de quinze em quinze dias. A mãe volta a ir o dia inteiro para o escritório.&lt;br /&gt;— Isso, realmente, não tem graça nenhuma — diz Jacob.&lt;br /&gt;— Se eu pudesse aprender a aquecer a comida — continua Rudi — a avó não tinha de vir todos os dias a minha casa. Não gosto dela. Está sempre a dizer mal do pai.&lt;br /&gt;— Podes vir comer a nossa casa — propõe Jacob. — Pelo menos de vez em quando. Assim não tens de aturá-la todos os dias.&lt;br /&gt;— Era… Fala lá com a tua mãe.&lt;br /&gt;Jacob promete que vai falar.&lt;br /&gt;— Nem imaginas a sorte que tens com os teus pais — diz Rudi de repente. — Porque é que em nossa casa não pode ser assim? Compreendes isto?&lt;br /&gt;— Não — responde Jacob.&lt;br /&gt;À tarde, Jacob vai com a mãe visitar a bisavó.&lt;br /&gt;— O médico esteve cá hoje — conta a mãe. — Teve de dar-lhe uma injecção contra as dores — e suspira. — É mau que a bisavó tenha de sofrer assim tanto.&lt;br /&gt;A bisavó não suspira nem se queixa. Só tem a cara um pouco pálida. Olha para Jacob e pergunta:&lt;br /&gt;— Então, há novidades na escola?&lt;br /&gt;Jacob conta o que aconteceu ao porquinho-da-índia da Susi e que os pais de Rudi vão divorciar-se.&lt;br /&gt;— É uma pena — lamenta  a  bisavó. — Pobre  Sebastião.&lt;br /&gt;Pobre Susi. Pobre Rudi. Há tanto sofrimento no mundo!&lt;br /&gt;— E porquê? — pergunta Jacob.&lt;br /&gt;— É um segredo — responde a bisavó. — Poucos têm a resposta para isso.&lt;br /&gt;No regresso, Jacob caminha em silêncio ao lado da mãe. &lt;br /&gt;Jesus — pensa ele — espera só até eu chegar à tua beira. Vou insistir tanto contigo, que hei-de receber uma resposta a todas as minhas perguntas.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Lene Mayer-Skumanz&lt;br /&gt;Jakob und Katharina&lt;br /&gt;Wien, Herder Verlag, 1986&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-211210090380064425?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/211210090380064425/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=211210090380064425' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/211210090380064425'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/211210090380064425'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2009/03/clube-contadores-de-historias_28.html' title='Clube Contadores de Histórias'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/Sc6wrpMys7I/AAAAAAAAAFY/d3zahy4dvcs/s72-c/chorar.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-2012102031258673078</id><published>2009-03-19T03:45:00.000-07:00</published><updated>2009-03-19T03:51:22.636-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='clube contadores de histórias'/><title type='text'>Clube Contadores de Histórias</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/ScIjmIlHP6I/AAAAAAAAAFQ/Zf103CEHECs/s1600-h/rei.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 72px; height: 102px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/ScIjmIlHP6I/AAAAAAAAAFQ/Zf103CEHECs/s400/rei.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5314849648295755682" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A pedra no caminho&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Conta-se a lenda de um rei que viveu há muitos anos num país para lá dos mares. Era muito sábio e não poupava esforços para inculcar bons hábitos nos seus súbditos. Frequentemente, fazia coisas que pareciam estranhas e inúteis; mas tudo se destinava a ensinar o povo a ser trabalhador e prudente.&lt;br /&gt;— Nada de bom pode vir a uma nação — dizia ele — cujo povo reclama e espera que outros resolvam os seus problemas. Deus concede os seus dons a quem trata dos problemas por conta própria.&lt;br /&gt;Uma noite, enquanto todos dormiam, pôs uma enorme pedra na estrada que passava pelo palácio. Depois, foi esconder-se atrás de uma cerca e esperou para ver o que acontecia.&lt;br /&gt;Primeiro, veio um fazendeiro com uma carroça carregada de sementes que ele levava para a moagem.&lt;br /&gt;— Onde já se viu tamanho descuido? — disse ele contrariado, enquanto desviava a sua parelha e contornava a pedra. — Por que motivo esses preguiçosos não mandam retirar a pedra da estrada? &lt;br /&gt;E continuou a reclamar sobre a inutilidade dos outros, sem ao menos tocar, ele próprio, na pedra.&lt;br /&gt;Logo depois surgiu a cantar um jovem soldado. A longa pluma do seu quépi ondulava na brisa, e uma espada reluzente pendia-lhe à cintura. Ele pensava na extraordinária coragem que revelaria na guerra.&lt;br /&gt;O soldado não viu a pedra, mas tropeçou nela e estatelou-se no chão poeirento. Ergueu-se, sacudiu a poeira da roupa, pegou na espada e enfureceu-se com os preguiçosos que insensatamente haviam deixado uma pedra enorme na estrada. Também ele se afastou então, sem pensar uma única vez que ele próprio poderia retirar a pedra.&lt;br /&gt;Assim correu o dia. Todos os que por ali passavam reclamavam e resmungavam por causa da pedra colocada na estrada, mas ninguém lhe tocava.&lt;br /&gt;Finalmente, ao cair da noite, a filha do moleiro passou por lá. Era muito trabalhadora e estava cansada, pois desde cedo andara ocupada no moinho. Mas disse consigo própria: “Já está quase a escurecer e de noite, alguém pode tropeçar nesta pedra e ferir-se gravemente. Vou tirá-la do caminho.”&lt;br /&gt;E tentou arrastar dali a pedra. Era muito pesada, mas a moça empurrou, e empurrou, e puxou, e inclinou, até que conseguiu retirá-la do lugar. Para sua surpresa, encontrou uma caixa debaixo da pedra.&lt;br /&gt;Ergueu a caixa. Era pesada, pois estava cheia de alguma coisa. Havia na tampa os seguintes dizeres: “Esta caixa pertence a quem retirar a pedra.”&lt;br /&gt;Ela abriu a caixa e descobriu que estava cheia de ouro.&lt;br /&gt;A filha do moleiro foi para casa com o coração cheio de alegria. Quando o fazendeiro e o soldado e todos os outros ouviram o que havia ocorrido, juntaram-se em torno do local onde se encontrava a pedra. Revolveram com os pés o pó da estrada, na esperança de encontrarem um pedaço de ouro.&lt;br /&gt;— Meus amigos — disse o rei — com frequência encontramos obstáculos e fardos no nosso caminho. Podemos, se assim preferirmos, reclamar alto e bom som enquanto nos desviamos deles, ou podemos retirá-los e descobrir o que eles significam. A decepção é normalmente o preço da preguiça.&lt;br /&gt;Então, o sábio rei montou no seu cavalo e, dando delicadamente as boas-noites, retirou-se.&lt;br /&gt;William J. Bennett&lt;br /&gt;O Livro das Virtudes II&lt;br /&gt; Editora Nova Fronteira, 1996&lt;br /&gt;(adaptação)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-2012102031258673078?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/2012102031258673078/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=2012102031258673078' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/2012102031258673078'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/2012102031258673078'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2009/03/clube-contadores-de-historias_19.html' title='Clube Contadores de Histórias'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/ScIjmIlHP6I/AAAAAAAAAFQ/Zf103CEHECs/s72-c/rei.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-1544823690153645215</id><published>2009-03-15T16:54:00.000-07:00</published><updated>2009-03-15T16:57:17.131-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='concurso'/><title type='text'>Passatempo “Vamos Gigglar”</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/Sb2VyKYrdII/AAAAAAAAAFI/tkH4BHBcQ6A/s1600-h/clip_image001+gigle"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 199px; height: 200px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/Sb2VyKYrdII/AAAAAAAAAFI/tkH4BHBcQ6A/s400/clip_image001+gigle" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5313567824380916866" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Passatempo “Vamos Gigglar”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O PNL, a RBE e a Revista Giggle propõem o passatempo "Vamos Gigglar" com a participação, individual e/ou do grupo - turma, em três rubricas diferentes, nomeadamente:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Repórter X &lt;br /&gt;- reportagem sobre a localidade onde moram, sobre um museu ou um monumento, ou seja, um texto que leve as pessoas a irem visitar este local;&lt;br /&gt;- entrevista ou artigo sobre uma personalidade conhecida que tenha contribuído para a história da terra onde vivem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Giggle Opina e Clube do Livro&lt;br /&gt;- artigo de opinião sobre um espectáculo, um museu, uma exposição, um filme, um cantor ou um grupo musical, um CD ou DVD, um jogo de computador ou playstation, um programa de TV, um restaurante, etc.&lt;br /&gt;• Clube do Livro&lt;br /&gt;- artigo de opinião sobre um livro que tenham lido e cuja leitura recomendem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os quatro melhores trabalhos em cada uma das rubricas serão premiados e publicados a partir da revista de Junho (publicada no final do mês de Maio).&lt;br /&gt;Os trabalhos devem ser enviados para o endereço biblioteca@giggle.pt até ao dia 3 de Maio de 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para mais informações, consulta o cartaz afixado na Biblioteca.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-1544823690153645215?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/1544823690153645215/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=1544823690153645215' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/1544823690153645215'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/1544823690153645215'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2009/03/passatempo-vamos-gigglar.html' title='Passatempo “Vamos Gigglar”'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/Sb2VyKYrdII/AAAAAAAAAFI/tkH4BHBcQ6A/s72-c/clip_image001+gigle' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-8234498832386167083</id><published>2009-03-15T16:48:00.000-07:00</published><updated>2009-03-15T16:53:44.815-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='concurso'/><title type='text'>Concurso Como se vive a Liberdade em Portugal…</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/Sb2U65sH7tI/AAAAAAAAAFA/lR7zS9Tvn8M/s1600-h/clip_image002+democracia"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 143px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/Sb2U65sH7tI/AAAAAAAAAFA/lR7zS9Tvn8M/s400/clip_image002+democracia" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5313566875006267090" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Concurso Como se vive a Liberdade em Portugal…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Crescer em Democracia:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; o olhar das crianças e dos jovens 35 anos depois do 25 de Abril&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O concurso, de âmbito nacional, dirige-se às crianças e aos jovens que frequentam, no presente ano lectivo, o ensino básico (1º, 2º e 3º ciclos) e o ensino secundário. &lt;br /&gt;A informação relativa ao presente concurso encontra-se disponível nos endereços da A25A [www.25abril.org], da APH (www.aph.pt) e da DGIDC [www.dgidc.min-edu.pt]. As candidaturas são submetidas on-line, através do preenchimento completo do formulário que se encontra disponível no endereço www.dgidc.min-edu.pt, mediante validação de utilizador (código GEPE da escola, ex-código GIASE, e respectiva palavra-chave).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O regulamento poderá ser consultado na Biblioteca/CRE&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-8234498832386167083?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/8234498832386167083/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=8234498832386167083' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/8234498832386167083'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/8234498832386167083'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2009/03/concurso-como-se-vive-liberdade-em.html' title='Concurso Como se vive a Liberdade em Portugal…'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/Sb2U65sH7tI/AAAAAAAAAFA/lR7zS9Tvn8M/s72-c/clip_image002+democracia' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-6936398708823701118</id><published>2009-03-09T05:02:00.000-07:00</published><updated>2009-03-09T05:25:19.990-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='objectivos para o teste'/><title type='text'>Objectivos para o 2º teste de avaliação sumativa</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/SYcGIx_9-oI/AAAAAAAAAEY/HBXKpnhREHo/s1600-h/images%5B3%5D.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 129px; height: 96px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/SYcGIx_9-oI/AAAAAAAAAEY/HBXKpnhREHo/s400/images%5B3%5D.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5298210234555038338" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Grupo I&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Interpretar um texto lírico;&lt;br /&gt;- Identificar recursos expressivos: comparação, enumeração e onomatopeia.&lt;br /&gt;- Analisar o poema formalmente: estrofe; verso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grupo II&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Funcionamento da Língua:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Identificar as classes e subclasses de palavras:nomes, verbos*, adjectivos, determinantes;&lt;br /&gt;- Classificar as palavras quanto à flexão;&lt;br /&gt;- Classificar sintacticamente frases.&lt;br /&gt;- Identificar os tipos de discurso e transformar discurso directo em indirecto;&lt;br /&gt;- Identificar a relação gráfica e fonética entre palavras (homónimas; homófonas; homógrafas; parónimas)&lt;br /&gt;- Identificar a relação semântica entre palavras (sinónimos e antónimos)&lt;br /&gt;-  Identificar o processo de formação de palavras: derivadas por prefixação; sufixação; prefixação e sufixação.&lt;br /&gt;* Verbos (regulares/Irregulares; Transitivos e Intransitivos; Conjugações - 1ª; 2ª; 3ª))&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grupo III&lt;br /&gt;- Produção de um texto relacionado com os temas abordados.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-6936398708823701118?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/6936398708823701118/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=6936398708823701118' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/6936398708823701118'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/6936398708823701118'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2009/03/objectivos-para-o-2-teste-de-avaliacao.html' title='Objectivos para o 2º teste de avaliação sumativa'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/SYcGIx_9-oI/AAAAAAAAAEY/HBXKpnhREHo/s72-c/images%5B3%5D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-362194362056535480</id><published>2009-03-05T14:58:00.000-08:00</published><updated>2009-03-05T15:02:19.831-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='clube contadores de histórias'/><title type='text'>Clube Contadores de Histórias</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/SbBZ4MuYMUI/AAAAAAAAAE4/GFfPJzdLEWY/s1600-h/loiro.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 77px; height: 116px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/SbBZ4MuYMUI/AAAAAAAAAE4/GFfPJzdLEWY/s400/loiro.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5309842782693110082" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Gabriel dos cabelos de ouro&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Há muitos, muitos anos, andava de terra em terra a pedir esmola um velhotezinho careca. De Inverno, usava ele um gorro de lã enfiado até às orelhas e ninguém podia adivinhar que a sua cabeça era tão lisa e luzidia que mais parecia uma bola de marfim. Mas de Verão, o pobrezito não o aguentava por causa do calor que era muito e, assim, ele já sabia que, por onde passasse, os garotos iriam correr atrás dele a gritar:&lt;br /&gt;— Olha o careca!... Olha o pelado!...&lt;br /&gt;Cuidavam eles que o arreliavam. Mas o velhinho punha-se a abanar a cabeça de cima para baixo e de baixo para cima e a murmurar resignadamente:&lt;br /&gt;— É bem feito!... É-me muito bem feito!... Os garotos calavam-&lt;br /&gt;-se, intrigados com aquelas palavras. Até que um dia, um deles, mais amigo de saber que qualquer outro, resolveu aproximar-se e perguntar:&lt;br /&gt;— Tiozinho, diz que é bem feito porquê?... Gosta de ser careca?&lt;br /&gt;— Não, meu menino, não gosto — respondeu ele com um sorriso triste. — Quem poderia gostar?&lt;br /&gt;— Então porque diz que é bem feito? — insistiu o garoto.&lt;br /&gt;— Porque... — e o velhinho calou-se.&lt;br /&gt;— Porquê, tiozinho?... Não quer dizer?...&lt;br /&gt;— Bom... É que para te explicar tudo bem explicado, teria de te contar uma longa história. E estarás tu disposto a ouvi-la?&lt;br /&gt;— Estou, pois.&lt;br /&gt;Curiosos, os outros rapazitos, um a um, tinham vindo a acercar-&lt;br /&gt;-se e todos eles gritaram em coro:&lt;br /&gt;— Nós também queremos ouvir... Nós também queremos...&lt;br /&gt;Então o velhinho sentou-se numa pedra, encostou-se a uma árvore e os garotos, uns dez, mais ou menos, sentaram-se no chão à sua frente, bem acomodados, de olhos bem abertos e ouvidos bem atentos.&lt;br /&gt;E o velho começou:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;— Pois é, meninos... Ninguém sabe o que a Vida lhe reserva... Às vezes tudo parece correr bem e, de repente, muda tudo. Comigo foi assim. Mas vamos à história... O meu nome é Gabriel. E tenho um irmão gémeo chamado Uriel. Os meus Pais eram pastores que do seu gado viviam. A lã e os queijos davam-lhes de sobra para o seu amanho. Mas não chegava para que se sentissem felizes. Eles queriam um filho. E então minha Mãe sonhava sonhos ambiciosos. À noitinha, quando aparecia no Céu a primeira estrela ou de madrugada quando, serenamente, adormecia a última, ela ria-se e dizia para o meu Pai:&lt;br /&gt;— Vais ver... O nosso menino há-de ser mais lindo que a própria Estrela do Pastor ou que a Estrela da Manhã.&lt;br /&gt;E quando o Sol despontava, a refulgir na Imensidade, minha Mãe continuava a sonhar em voz alta e extasiada:&lt;br /&gt;— Vais ver... os cabelos do nosso menino hão-de brilhar como raios de sol.&lt;br /&gt;— Tem juízo, mulher — atalhava meu Pai. — A mim me basta que seja um menino igual a qualquer outro.&lt;br /&gt;— Isso não — protestava ela. — O meu menino há-de ser diferente. Há-de ser de ouro.&lt;br /&gt;O certo é que o Céu a ouviu, pelo menos em parte: nasci de cabeça calva, tão calva como a tenho hoje, mas dourada e a brilhar de um brilho tão intenso que iluminava a casa de ponta a ponta. Quanto ao meu irmão — que ninguém esperava — esse era, sim, tal como o meu Pai queria o filho: igual a qualquer outro.&lt;br /&gt;Minha Mãe, desde aquele primeiro momento, encheu-se de medo, não fosse alguém roubar-me por amor do tesouro em que eu, na verdade, me ia tornando, pois que a minha cabeleira brotava densa e vigorosa e crescia com rapidez incrível em fios de ouro puro. Mas, apesar dos seus cuidados, exultava:&lt;br /&gt;— Tu, meu filho, não tens que te apoquentar: tens o teu pão garantido. Um só dos teus cabelos vale um ano de trabalhos e canseiras.&lt;br /&gt;E, à cautela, ia tecendo, tecendo toucas e toucados com que escondia de olhos estranhos a maravilha nunca vista de um menino de cabelos de ouro.&lt;br /&gt;Ora, ao passo que eu vivia, pode dizer-se que à sua sombra, quase prisioneiro dos seus receios e carinhos, mas bem convencido de que o mais importante era, de facto, esse futuro despreocupado de que ela me falava constantemente, meu irmão Uriel, um rapazinho moreno, activo, ágil e destemido, passava os dias fora de casa, as mais das vezes na companhia do Pai, ajudando-o na labuta das ovelhas. Conhecia-as pelos nomes, assobiava-lhes se elas pretendiam afastar-se ou apontava-as aos cães bem treinados que imediatamente obedeciam à sua voz. Ajudava a tosquiá-las. Ajudava a ordenhá-las. E ocupava-se dos cordeirinhos que nasciam no monte. Em apertos de trabalho, acudia a qualquer vizinho e, com uns e com outros, ia aprendendo a ler e a escrever. «Quero saber coisas», dizia ele. E, depois de tudo isto, sobrava-lhe tempo ainda para correr ao desafio com gente da nossa idade, jogar à pedra e ao pau, subir às árvores e atirar-se às ondas a nadar e a pescar. Na verdade, nada lhe metia medo.&lt;br /&gt;À noite, quando chegava a casa, meu Pai tinha sempre alguma coisa de especial e extraordinário a contar do filho «igual a qualquer outro»:&lt;br /&gt;— O rapaz é um azougue... Joga o pau que nem um feirante... Salta que nem um cabrito-montês... Nada que nem um peixe... Corre que nem um gamo... E já lê! Vê tu que já lê!...&lt;br /&gt;— É vivo, é — concordava minha Mãe. E beijava-me, a mim, porque bem sabia que eu, no fundo, invejava o meu irmão, uma inveja amarga apesar de conformado à ideia de que neste mundo cada qual tinha o seu quinhão e que o meu era o melhor.&lt;br /&gt;De repente, a sorte mudou de rumo. Num Inverno muito rigoroso, uma avalanche de neve desabou sobre a nossa aldeia e soterrou-a, com um fragor horrível que nunca mais se apagou dos meus ouvidos. Meus Pais lá ficaram e com eles muitos outros. Milagre foi que não ficassem todos: escaparam alguns. E esses resolveram fugir daquelas malfadadas paragens. Cada um seguiu o seu destino. Também Uriel decidiu que seguiríamos o nosso. E partimos, levando connosco apenas o que tínhamos no corpo: uns calções velhos, uma camisa rota e umas botas cambadas. Eu levava a mais um dos toucados tecidos por minha Mãe e que ela tanto recomendava que não tirasse da cabeça, à vista fosse de quem fosse. E Uriel levava o seu cajado de pastor.&lt;br /&gt;Andámos, andámos, eu sempre a lastimar-me, Uriel sempre a procurar animar-me:&lt;br /&gt;— Tens que ter um pouco mais de paciência — dizia ele. — Não tarda que encontremos gente e eu peço trabalho...&lt;br /&gt;— Mas eu não quero trabalhar— replicava eu. — Tenho o meu pão garantido.&lt;br /&gt;— Tenho eu bons braços — respondia Uriel. —  E a troco do meu trabalho dar-me--ão de comer que baste para os dois.&lt;br /&gt;Chegámos por fim a uma aldeia à beira-mar. Nas ruelas, nem vivalma. Fomos descendo até à praia e aí deparámos com um grupo enorme de mulheres e de crianças que choravam e se arrepelavam porque um barco quebrara as amarras e boiava à deriva em riscos de se despedaçar contra os rochedos. E ninguém acudia, pois que os homens capazes de o fazer tinham saído todos para a faina da pesca.&lt;br /&gt;— Um barco novo!... Quem há-de aturar o meu homem!... — soluçava uma das mulheres.&lt;br /&gt;Uriel adiantou-se:&lt;br /&gt;— Chorar de nada serve, tiazinha — disse ele.&lt;br /&gt;— É preciso é fazer alguma coisa de útil. Segure aqui.&lt;br /&gt;Deu-lhe o cajado para a mão e, decidido, atirou-se à água e nadou, nadou, até que alcançou o barco.&lt;br /&gt;Mudas de espanto, as mulheres olhavam, as crianças olhavam e ninguém podia acreditar naquilo que tinha em frente dos olhos: um rapazinho lutando contra as ondas bravias que o atiravam de alturas de entontecer a precipícios que elas próprias iam cavando, um rapazinho que acabou por dominar o barco e o arrastar até à areia.&lt;br /&gt;Então de todos os lados rompeu um clamor alvoroçado:&lt;br /&gt;— Valente rapaz!... Tu quem és?... Donde vens?... Como te chamas?&lt;br /&gt;E riam e choravam, abraçavam-no e beijavam-no. Todas à uma queriam levá-lo para sua casa, dar-lhe roupas, dar-lhe de comer, acarinhá-lo.&lt;br /&gt;— Ganhaste-o bem — diziam elas. — Ganhaste-o bem.&lt;br /&gt;Eu seguia tudo aquilo de longe, magoadíssimo porque me parecia que ninguém reparava em mim. Mas enganava-me. Uma rapariguinha gentil pôs-se a fitar-me com estranheza e acabou por perguntar:&lt;br /&gt;— E tu quem és, com esse chapéu tão feio? &lt;br /&gt;Mais magoado fiquei ainda. E respondi altivamente:&lt;br /&gt;— Sou Gabriel, o irmão gémeo desse que salvou o barco.&lt;br /&gt;A rapariguinha fez um gesto de surpresa e desprezo:&lt;br /&gt;— Nem pareces!... E então gémeo! — E correu a juntar-se às amigas. E eu vi que, à medida que ela falava, todas se iam voltando para o meu lado e desatavam a rir, e percebi que era de mim que falavam e riam.&lt;br /&gt;Nunca tal me acontecera! E não voltaria a acontecer, deliberei eu. E, raivosamente, arranquei da cabeça o toucado, e os meus cabelos de ouro, a tilintar e a reluzir, cobriram-me até à cintura.&lt;br /&gt;Sem bem saber como, vi-me envolvido por gente de todas as idades, que se empurrava e atropelava. E senti que mãos sôfregas e brutais me arrancavam aos punhados de cabelo. Coisa curiosa: não me doía. Mas enchi-me de pavor e gritei com todas as minhas forças:&lt;br /&gt;— Socorro, Uriel!... Acode-me, Uriel!... &lt;br /&gt;Imediatamente vi Uriel. Trazia na mão o seu cajado. E vestia uma camisola grossa e uns calções que eu não lhe conhecia. Intrépido como sempre, gritou, bateu, e conseguiu chegar até mim. E então, começou a manejar o seu pau com tanta arte que não tardou a abrir uma clareira à minha volta.&lt;br /&gt;— Que ninguém se atreva! — ameaçava ele. E, agarrando-me por um braço, quase me arrastou pela praia além.&lt;br /&gt;— Corre, Gabriel, corre — incitava-me ele. Tive tempo ainda de ver que toda aquela gente se adornava com os meus cabelos. Lançavam-nos ao pescoço, ao jeito de colares. Enrolavam-nos nos pulsos, ao jeito de braceletes. E o susto por que passara deu lugar a uma vaidade sem limites. E, assim, quando Uriel repetiu: «Corre, Gabriel, corre», respondi de mau modo:&lt;br /&gt;— Não sou gamo, como tu.&lt;br /&gt;Uriel olhou para mim, surpreendido:&lt;br /&gt;— Não vês que podem voltar?... Espera... Na verdade, os teus cabelos são bonitos demais. O melhor é continuar a escondê-los. Põe o carapuço. — Ele próprio mo ajeitou na cabeça. — Assim é melhor. Vamos.&lt;br /&gt;Obedecer-lhe em tudo começava a tornar-se-me insuportável. Senti nascer em mim o desejo péssimo de o atormentar:&lt;br /&gt;— Corres muito porque tens o cajado em que te apoias... Olha lá se mo emprestas!...&lt;br /&gt;Uriel nem hesitou:&lt;br /&gt;— Pois empresto. Pega. &lt;br /&gt;Mas eu não lhe peguei.&lt;br /&gt;— Pensando bem, não o quero para nada. É mais um tropeço. Leva-o tu, já que o trouxeste. Tenho é frio. Tu não, porque tens boas roupas. &lt;br /&gt;Uriel pôs-se a rir:&lt;br /&gt;— Queres trocar?&lt;br /&gt;— Quero a camisola. &lt;br /&gt;Uriel despiu-a e deu-ma:&lt;br /&gt;— Assim até fico melhor... Ela é quente.&lt;br /&gt;Eu vesti-a, não muito satisfeito com a minha consciência. Mas continuei:&lt;br /&gt;— E tenho fome. Uriel voltou a rir-se:&lt;br /&gt;— Deves ter, sim. — Tirou do bolso um merendeiro ainda morno. — Foram as mulheres que mo deram... Guardei-o para ti.&lt;br /&gt;Tirei-lho da mão, bruscamente. E perguntei, irritado:&lt;br /&gt;— Porque estás tu sempre a rir? &lt;br /&gt;Uriel pôs-se muito sério:&lt;br /&gt;— Porque não vale a pena chorar. Era bom que aprendesses. E, agora, come depressa. Ou antes, vamos andando e tu vais comendo. Vem daí.&lt;br /&gt;— Para onde?&lt;br /&gt;— Só Deus o sabe. Aqui não estás seguro.&lt;br /&gt;Eu ia cansado e com calor. Ele não. Corria ligeiro à minha frente. Saltava barrancos. Voltava atrás. Pulava de pedra em pedra. Dependurava-se dos ramos baixos das árvores. E tudo isto sem parar. Mas, de súbito, estacou, fitou um ponto ainda distante:&lt;br /&gt;— Um lobo — disse ele. — Não saias daí. Vi-o espiar, rastejar, esconder-se atrás de um penedo...&lt;br /&gt;O lobo avançava e na minha direcção. Levava nos dentes um cordeiro a balir. Eu tremia. Queria fugir e os meus pés eram de chumbo. Queria gritar e a minha garganta era um lenho seco. Uriel... Onde estaria Uriel que não me acudia?&lt;br /&gt;Uriel esperava o lobo. E, no momento propício, saltou do esconderijo e, com o cajado, desferiu-lhe um golpe certeiro. O lobo largou a presa, uivou de dor e acabou por fugir aos galões e desaparecer por entre as fragas.&lt;br /&gt;Uriel pegou no cordeiro, pô-lo às costas e chamou por mim:&lt;br /&gt;— Gabriel... Gabriel...&lt;br /&gt;Apareci-lhe, ainda tonto de medo. Quanto a Uriel, era como se nada tivesse acontecido.&lt;br /&gt;— Vamos descer ao vale — disse ele. — O rebanho não deve andar longe.&lt;br /&gt;Antes, porém, de lá chegarmos, vimos gente que subia a encosta ao nosso encontro. À frente vinha o pastor:&lt;br /&gt;— Eia, rapaz, vi tudo!... Tens cá uma destas almas!...&lt;br /&gt;E, mais uma vez, lá foi Uriel aclamado e levado pela multidão, pasmada e entusiasmada. E eu atrás, roído de inveja! As coisas não ficariam assim.&lt;br /&gt;Acotovelando uns e outros, fui perfilar-me ao lado dele.&lt;br /&gt;— Que vem a ser isto?... — exclamou o pastor. — Que barrete mais esquisito tu arranjaste, amigo!... — E largou uma tal gargalhada que todos os outros desataram a rir também, e só se calaram quando Uriel gritou:&lt;br /&gt;— Deixem-no! É meu irmão.&lt;br /&gt;Achei que não bastava. Queria valer mais do que ele e pelos meus próprios méritos. E arremessei o toucado ao chão.&lt;br /&gt;— Sou Gabriel dos Cabelos de Ouro — proclamei bem alto.&lt;br /&gt;Os meus cabelos soltos eram tão belos que todos pareciam ter esquecido o feito de Uriel para se quedarem boquiabertos a olhá-los. Foi um momento só. Logo mãos ávidas se estenderam para eles e, quando se retiravam, dos seus dedos escorriam fios de ouro a faiscar.&lt;br /&gt;Apesar de todo o meu orgulho, gritei, gritei, gritei. Mais uma vez Uriel me valeu, mais uma vez me arrastou e mais uma vez me obrigou a esconder o meu tesouro.&lt;br /&gt;— Ainda acabas por ficar sem nenhum — ia dizendo Uriel.&lt;br /&gt;Eu esquecia tudo com demasiada rapidez:&lt;br /&gt;— Não te rales... São meus, não são? E hão-de crescer outra vez como todos os outros, não é?&lt;br /&gt;Uriel não deu resposta. Caminhava depressa. Que iria a pensar de mim?... Pouco me importava. Insisti:&lt;br /&gt;— Crescem ou não crescem outra vez?&lt;br /&gt;— Sei lá... É natural que sim.&lt;br /&gt;— Então pronto.&lt;br /&gt;Apressei-me para não o perder de vista. Andámos, andámos sem destino. Chegámos por fim a uma cidade tão grande como nunca poderíamos ter imaginado. O movimento era de enlouquecer, o barulho infernal, e eu vi bem que Uriel, sempre animoso, estava tão desnorteado como eu.&lt;br /&gt;— Se ficássemos por aqui? — disse ele, apontando os degraus de um portal.&lt;br /&gt;Sentámo-nos. Uriel encostou-se e pegou logo no sono. Eu não o conseguia. O ruído era muito. A fome era muita. Olhei para Uriel. Dormia profundamente. Pus-me de pé e deixei-me guiar pelo cheiro aliciante de comidas boas, que se espalhava pelo ar e me lembrava os bons tempos da nossa casa.&lt;br /&gt;Aspirando, aspirando, cheguei à entrada de uma sala dez vezes maior que o nosso antigo redil. Ao meio, sentados em volta de uma grande mesa, mui­tos e muitos homens comiam, bebiam e conversavam. E um outro ia e vinha, trazendo e levando tachos e panelas fumegantes. Não resisti. Entrei e fui ter com ele:&lt;br /&gt;— Dê-me de comer a mim também. Morro de fome.&lt;br /&gt;Ele olhou-me de alto a baixo:&lt;br /&gt;— Isto paga-se, meu rapaz.&lt;br /&gt;Admirei-me:&lt;br /&gt;— Lá na minha terra não era assim. A minha Mãe, quando tinha de comer, dava-o a quem o pedia. — E eu quase chorava.&lt;br /&gt;— Mas eu não sou a tua Mãe. Aqui paga-se.&lt;br /&gt;— Eu pago o que o senhor quiser.&lt;br /&gt;— Com quê?... Não tens cara de muitos haveres.&lt;br /&gt;— Engana-se. Venho já.&lt;br /&gt;Aprendera a desconfiar. Saí. Procurei um recanto escuro e arranquei uma porção de cabelos.&lt;br /&gt;Voltei à sala grande com a fome a doer-me cada vez mais e os fios de ouro a luzirem-me nas mãos.&lt;br /&gt;— Chega? — perguntei.&lt;br /&gt;O homem abriu a boca, de tão pasmado.&lt;br /&gt;— Dá cá isso! — E, num instante, fê-los desaparecer no bolso, enquanto lançava olhares esgazeados em redor, não fosse alguém ter dado conta. Mas tudo passara despercebido e a sua voz tornou-se branda e afável:&lt;br /&gt;— Onde o arranjaste?... Come, rapazinho, come à tua vontade. E ainda podes levar o que te apetecer para o teu farnel. Ein! Que dizes tu a isto?&lt;br /&gt;Eu não dizia nada. Devorava. E o homem sempre a servir-me iguaria sobre iguaria, e a insistir:&lt;br /&gt;— Diz-me, rapazinho, onde arranjaste o ouro?... Come, come, meu filho... Olha-me para esta delícia de carne... Onde arranjaste o ouro?&lt;br /&gt;Todo ele era mel e ternura. Mas eu apanhara medo às multidões. E apontei para os homens que continuavam à mesa. Ele entendeu. E fez-se ainda mais carinhoso:&lt;br /&gt;— Olha, meu queridinho, dorme cá. Arranjo-te uma caminha fofa. E amanhã falamos, está bem?...&lt;br /&gt;Uma caminha fofa!... Nem quis saber de Uriel. Aceitei. E dormi, dormi, como há muito não dormia.&lt;br /&gt;Acordei havia ainda estrelas no Céu. Não percebi logo onde estava. Na caminha fofa não era, de certeza. Era, sim, nas pedras duras de uma rua estreita e enlameada. No chão, a meu lado, um saco de comida que chegaria bem para uma semana.&lt;br /&gt;Palpei a cabeça. Já lá não estava o toucado, mas sim uma boinazita vulgar. E dentro dela alguma coisa faltava: o homem roubara-me todo o meu cabelo de ouro.&lt;br /&gt;Só então me veio à ideia que estava sozinho numa terra estranha, que não tinha com que pagar fosse o que fosse enquanto o cabelo não me crescesse e que não sabia de Uriel nem ele de mim.&lt;br /&gt;Vagueei pela cidade na esperança de o encontrar. Talvez não estivesse muito longe...&lt;br /&gt;Nisto, ao dobrar de uma esquina, vi ao fundo da rua um clarão intenso. Corria gente de todos os lados. Corri também. Vi uma casa a arder. Labaredas vermelhas saltavam das janelas e do telhado, em turbilhões pavorosos. Uma mulher desgrenhada gritava e esbracejava tentando arrancar-se às mãos que a seguravam.&lt;br /&gt;— A minha filha! Larguem-me! Quero a minha filha!&lt;br /&gt;Mas ninguém considerava possível entrar naquele braseiro onde iriam morrer uma criança e um rapazinho que a ele se atrevera e que não voltara.&lt;br /&gt;— Morreram os dois — murmurava-se.&lt;br /&gt;E a mulher chorava e já todos choravam com ela.&lt;br /&gt;— Deixem-me! Quero a minha filha! Dou tudo o que tenho a quem salvar a minha filha!&lt;br /&gt;Pensei logo que, se ali estivesse Uriel, alguma coisa haveria de fazer, não hesitaria, arrojar-se-ia às chamas... E eu tinha razão. Vi-o, vi o próprio Uriel aparecer à porta da casa incendiada, cercado de labaredas altíssimas e com uma criança nos braços. Vinha negro, a roupa queimada, mas nunca esqueci o seu ar de felicidade ao ver a mãe agarrada à filha, a beijá-la, a apertá-la, sem poder convencer-se de que a tinha ali, viva, depois de a ter tido por morta nos horrores daquele inferno.&lt;br /&gt;Já mais calma, aproximou-se de Uriel. Eu aproximei-me também sem que ele desse por mim. Donde estava ouvia-os nitidamente:&lt;br /&gt;— Como te chamas? — perguntou ela.&lt;br /&gt;— Uriel.&lt;br /&gt;— Teus pais onde estão?&lt;br /&gt;— Senhora, estão ambos no Céu.&lt;br /&gt;— Serás meu filho, Uriel. Dar-te-ei o que tu quiseres.&lt;br /&gt;— Senhora, nada quero senão trabalho.&lt;br /&gt;— Que gostarias tu de vir a ser?&lt;br /&gt;— Meu Pai era pastor. Sei toda a sua arte. Mas gostava de saber coisas.&lt;br /&gt;— Saberás tudo quanto desejares saber. Vem comigo.&lt;br /&gt;— Obrigado, senhora, mas não posso. Tenho um irmão e desde ontem que não sei dele. Tenho de o procurar.&lt;br /&gt;— Ajudar-te-ei. Encontrá-lo-emos. E viverá contigo e estudará contigo.&lt;br /&gt;Ouvira o suficiente. Fugi. Passara a admirar Uriel como nunca o admirara. Mas também compreendera que nunca seria como ele, que não me interessava saber coisas, que não me interessava trabalhar, que me bastavam os meus cabelos de ouro. Eles cresceriam e eu já sabia que tinha de os resguardar e esconder da cupidez do mundo. E que teria sempre esse mundo a meus pés, com um simples punhado deles.&lt;br /&gt;Assim pensava eu. Mas o que nunca pensei foi que tivesse de os poupar. Cobiçava tudo e, com os meus cabelos, tudo conseguia. Esbanjei-os, sem que­rer convencer-me de que eles se iam tornando cada vez mais leves, cada vez mais raros. E era eu ainda bem novo quando me vi de cabeça pelada como a palma da minha mão e sem sombras da sua antiga e bela cor de ouro.&lt;br /&gt;E eu não tinha mais nada.&lt;br /&gt;Há uns anos atrás, soube de Uriel. Estudou. É um homem de valor e de tanta sabedoria que vai gente de muito longe em busca do seu conselho. Acode a todos. Todos o estimam. Casou com a menina que salvou das chamas. Tem filhos, um rancho deles. Com certeza que é feliz. E eu... eu sou isto que estão vendo... uma miséria.&lt;br /&gt;Gabriel, o velhotezinho careca, suspirou e calou-se.&lt;br /&gt;Os garotos olhavam-no, também em silêncio.&lt;br /&gt;— Foi bonita a sua história — disse um, por fim. — Acabou?&lt;br /&gt;— Não, não acabou. Queria ainda que me dissessem qual dos dois gostariam de ser: Uriel ou Gabriel dos Cabelos de Ouro?&lt;br /&gt;— Uriel — responderam todos.&lt;br /&gt;— Valeu a pena contá-la — disse o velho. Levantou-se devagar e enfiou o gorro: — O tempo arrefeceu...&lt;br /&gt;E lá foi, de sacola ao ombro, arrastando os pés pela estrada fora.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Patrícia Joyce&lt;br /&gt;Gabriel dos cabelos de ouro e outras histórias&lt;br /&gt;Lisboa, Editorial Verbo, 1983&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-362194362056535480?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/362194362056535480/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=362194362056535480' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/362194362056535480'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/362194362056535480'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2009/03/clube-contadores-de-historias.html' title='Clube Contadores de Histórias'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/SbBZ4MuYMUI/AAAAAAAAAE4/GFfPJzdLEWY/s72-c/loiro.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-251628289201819297</id><published>2009-03-01T14:24:00.000-08:00</published><updated>2009-03-01T14:25:24.349-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='objectivos para o teste'/><title type='text'>Objectivos gerais - Teste de avaliação sumativa - 9º ano</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/R8rFk24V9KI/AAAAAAAAABo/fV9YroteOFA/s1600-h/Cam%C3%B5es.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://1.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/R8rFk24V9KI/AAAAAAAAABo/fV9YroteOFA/s400/Cam%C3%B5es.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5173164358986232994" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grupo I&lt;br /&gt;- Interpretar um excerto de &lt;em&gt;Os Lusíadas&lt;/em&gt;, de Luís de Camões;&lt;br /&gt;- Identificar recursos estilísticos;&lt;br /&gt;- Conhecer as estruturas interna e externa e os planos narrativos;&lt;br /&gt;- Analisar formalmente uma estrofe.&lt;br /&gt;Grupo II&lt;br /&gt;- Funcionamento da língua:&lt;br /&gt;    - Identificar as classes e subclasses de palavras;&lt;br /&gt;    - Classificar sintacticamente frases;&lt;br /&gt;    - Dividir e classificar orações;&lt;br /&gt;    - Conjugar verbos (tempos simples e compostos; conjugação pronominal simples e reflexa;&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;Grupo III&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Produzir um texto relacionado com o tema Viagem/Aventura.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-251628289201819297?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/251628289201819297/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=251628289201819297' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/251628289201819297'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/251628289201819297'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2009/03/objectivos-gerais-teste-de-avaliacao.html' title='Objectivos gerais - Teste de avaliação sumativa - 9º ano'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/R8rFk24V9KI/AAAAAAAAABo/fV9YroteOFA/s72-c/Cam%C3%B5es.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-674122270374671294</id><published>2009-02-22T14:00:00.000-08:00</published><updated>2009-02-22T14:06:27.978-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='clube contadores de histórias'/><title type='text'>Clube Contadores de Histórias</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/SaHMScgiWpI/AAAAAAAAAEw/9cnBPRsIzvE/s1600-h/1SSCA22JY53CAVEQ8KGCAO3QHI9CAOUAFPECA7KOOCLCACDB8ZDCAKMTY7JCA0FLCJHCAQ0O37ICA9RHWY5CAJ9XSGWCAR7LTMOCACRAR2DCAKOXKDZCALW77OZCATYXA8ECA7ETZ18CANH12HZ.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 103px; height: 120px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/SaHMScgiWpI/AAAAAAAAAEw/9cnBPRsIzvE/s400/1SSCA22JY53CAVEQ8KGCAO3QHI9CAOUAFPECA7KOOCLCACDB8ZDCAKMTY7JCA0FLCJHCAQ0O37ICA9RHWY5CAJ9XSGWCAR7LTMOCACRAR2DCAKOXKDZCALW77OZCATYXA8ECA7ETZ18CANH12HZ.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5305746453281528466" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A Cidade dos Resmungos&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Era uma vez um lugar chamado Cidade dos Resmungos, onde todos resmungavam, resmungavam, resmungavam. No Verão, resmungavam que estava muito quente. No Inverno, que estava muito frio. Quando chovia, as crianças choramingavam porque não podiam sair. Quando fazia sol, reclamavam que não tinham o que fazer. Os vizinhos queixavam-se uns dos outros, os pais queixavam-se dos filhos, os irmãos das irmãs. Todos tinham um problema, e todos reclamavam que alguém deveria fazer alguma coisa.&lt;br /&gt;Um dia chegou à cidade um vendedor ambulante carregando um enorme cesto às costas. Ao perceber toda aquela inquietação e choradeira, pôs o cesto no chão e gritou:&lt;br /&gt;— Ó cidadãos deste belo lugar! Os campos estão abarrotados de trigo, os pomares carregados de frutas. As cordilheiras são cobertas de florestas espessas, e os vales banhados por rios profundos. Jamais vi um lugar abençoado com tantos benefícios e tamanha abundância. Por quê tanta insatisfação? Aproximem-se, e eu mostrar-lhes-ei o caminho para a felicidade.&lt;br /&gt;Ora, a camisa do vendedor ambulante estava rasgada e puída. Havia remendos nas calças e buracos nos sapatos. As pessoas riram ao pensar que alguém como ele pudesse mostrar-lhes como ser feliz. Mas, enquanto riam, ele puxou uma corda comprida do cesto e esticou-a entre dois postes na praça da cidade.&lt;br /&gt;Então, segurando o cesto diante de si, gritou:&lt;br /&gt;— Povo desta cidade! Aqueles que estiverem insatisfeitos escrevam os seus problemas num pedaço de papel e ponham-no dentro deste cesto. Trocarei os vossos problemas por felicidade!&lt;br /&gt;A multidão aglomerou-se ao seu redor. Ninguém hesitou diante da oportunidade de se livrar dos problemas. Todos os homens, mulheres e crianças da vila rabiscaram a sua queixa num pedaço de papel e lançaram-no no cesto.&lt;br /&gt;Observaram o vendedor que pegava em cada problema e o pendurava na corda.&lt;br /&gt;Quando terminou, havia problemas a tremularem em cada polegada da corda, de um extremo a outro. Disse então:&lt;br /&gt;— Agora cada um de vocês deve retirar desta linha mágica o menor problema que puder encontrar.&lt;br /&gt;Todos correram para examinar os problemas. Procuraram, manusearam os pedaços de papel e ponderaram, cada qual tentando escolher o menor problema. Ao fim de algum tempo, a corda estava vazia.&lt;br /&gt;Eis que cada um segurava o mesmíssimo problema que tinha colocado no cesto. Cada pessoa havia escolhido o seu próprio problema, achando ser ele o menor de todos.&lt;br /&gt;Daí por diante, o povo daquela cidade deixou de resmungar constantemente. E sempre que alguém sentia o desejo de resmungar ou de reclamar, pensava no vendedor e na sua corda mágica. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;William J. Bennett&lt;br /&gt;O Livro das Virtudes II&lt;br /&gt; Editora Nova Fronteira, 1996&lt;br /&gt;(adaptação)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-674122270374671294?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/674122270374671294/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=674122270374671294' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/674122270374671294'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/674122270374671294'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2009/02/clube-contadores-de-historias_22.html' title='Clube Contadores de Histórias'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/SaHMScgiWpI/AAAAAAAAAEw/9cnBPRsIzvE/s72-c/1SSCA22JY53CAVEQ8KGCAO3QHI9CAOUAFPECA7KOOCLCACDB8ZDCAKMTY7JCA0FLCJHCAQ0O37ICA9RHWY5CAJ9XSGWCAR7LTMOCACRAR2DCAKOXKDZCALW77OZCATYXA8ECA7ETZ18CANH12HZ.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-8684876851353729705</id><published>2009-02-19T02:57:00.000-08:00</published><updated>2009-02-19T03:01:29.962-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Exame Nacional'/><title type='text'>Informação - Exame LP 2008-2009</title><content type='html'>Encontram-se disponíveis no GAVE as informações relativas ao Exame Nacional de LP que se irá realizar no corrente ano lectivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.gave.min-edu.pt/np3content/?newsId=218&amp;fileName=IE_Linguaportuguesa_22_09.pdf&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-8684876851353729705?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/8684876851353729705/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=8684876851353729705' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/8684876851353729705'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/8684876851353729705'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2009/02/informacao-exame-lp-2008-2009.html' title='Informação - Exame LP 2008-2009'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-1569162791681255696</id><published>2009-02-10T14:40:00.000-08:00</published><updated>2009-02-10T14:42:05.041-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ambiente'/><title type='text'>Meio Ambiente - Tema de vida da turma PIEF 9º11</title><content type='html'>&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/YMFyAIZIiw8&amp;hl=en&amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/YMFyAIZIiw8&amp;hl=en&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-1569162791681255696?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/1569162791681255696/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=1569162791681255696' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/1569162791681255696'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/1569162791681255696'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2009/02/meio-ambiente-tema-de-vida-da-turma.html' title='Meio Ambiente - Tema de vida da turma PIEF 9º11'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-2955450018554728520</id><published>2009-02-05T03:02:00.000-08:00</published><updated>2009-02-05T03:03:56.136-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='clube contadores de histórias'/><title type='text'>Clube Contadores de Histórias</title><content type='html'>A história de Cristina&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Cristina é uma menina insignificante e apagada. Faz lembrar margaridas na berma do caminho, calcadas por quem passa – diz-me a Sr.ª Anders, de quem ouvi esta história. &lt;br /&gt;– A Cris já tem seis anos e tem de ir para a escola – diz a mãe. &lt;br /&gt;Mas a delegada de saúde disse que a Cris ainda tinha de ficar mais um ano em casa, a brincar. Cris gatinha para debaixo da mesa, para junto de Nenna, a irmã de quatro anos, e aí brincam as duas. Cris é a Cris, e Nenna faz de mãe. &lt;br /&gt;– Tens de ir para a escola! – diz a mãe. E só de pensar que Cris não pode ir para a escola, bebe imediatamente uns goles da garrafa. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Um ano passa depressa. Cris já tem sete anos. &lt;br /&gt;– Agora somos obrigados a aceitá-la – diz-lhe a delegada de saúde. &lt;br /&gt;Cris vai então para a classe do Sr. Pusback, que é muito engraçado e de quem as crianças gostam muito. Um ano depois, na ficha de avaliação vem registado que Cris fez um primeiro ano satisfatório e que, por isso, passa de ano. Vai agora para a segunda classe, e Nenna entra para a primeira. Passado meio ano, o professor informa o director que Cris não consegue ler. &lt;br /&gt;Cris vai fazer nove anos. E quem tem nove anos e não sabe ler, tem de ir para uma escola de crianças com problemas de aprendizagem. Uma senhora que Cris não conhece vem à escola, fica sozinha com ela numa sala, faz-lhe muitas perguntas, manda Cris fazer diversas coisas, trabalhar com pequenas peças de madeira, observar imagens, desenhar linhas, pintar. Durante a manhã inteira, das oito às doze horas. A senhora faz um intervalo para fumar e Cris tem autorização para ir ao quarto de banho e comer o pão com manteiga, mas Cris não trouxe pão para comer.&lt;br /&gt;Dias depois, chega uma carta com o carimbo do ministério. &lt;br /&gt;– És tão palerma! – grita-lhe a mãe. Cris apanha um par de estalos que a atiram ao chão. Gatinha imediatamente com Nenna para debaixo da mesa. E brincam. Cris é Cris, e Nenna faz de senhora desconhecida que foi à escola e fuma.&lt;br /&gt;Tempo depois, saem as avaliações. Nenna passa de ano, mas Cris não. &lt;br /&gt;– Espera que já lhes digo! – exclamou a mãe. Cris não sabe por quem deve esperar. Pelo Sr. Pusbach, talvez? Para que ele lhe explique por que é que ela não conseguiu aprender a ler? Mas isso nem ele próprio sabe! Todas as outras crianças aprenderam a ler… Ou será que deve esperar pela senhora desconhecida? Para que lhe diga como conseguiu descobrir, das oito às doze horas, que Cris tinha pouca inteligência para frequentar uma escola normal. Calculou-lhe um QI de 54, o que está no limiar da imbecilidade.&lt;br /&gt;Nenhum adulto consegue falar com alguém tão palerma, por isso Cris fica sem saber o que vinha na carta que o ministério enviou: que os pais demoraram demasiado tempo a enviar a autorização, que a escola do ensino especial já está cheia, e que por isso Cris tem de ir para uma escola para crianças com atrasos mentais.&lt;br /&gt;No último dia de férias, chega, pela terceira vez, uma carta do ministério, onde é dito novamente que, uma vez que os pais demoraram a conceder a autorização, Cris já não pode ir à escola durante o próximo ano (suspensão da obrigatoriedade escolar, de acordo com o artigo 14 do regulamento escolar).&lt;br /&gt;– Estão malucos! – grita a mãe, e o pai bebe logo de enfiada três copos de aguardente. Depois atira o copo contra a parede, e Cris tem de varrer os vidros.&lt;br /&gt;– A partir de hoje vão as duas para a segunda classe, para a Sr.ª Anders, e sentam-se uma ao lado da outra, percebido? – disse a mãe na manhã seguinte.&lt;br /&gt;Cris e Nenna vão para o autocarro escolar enquanto a mãe se lança para a bicicleta e voa para a escola. Quer dizer das boas ao director. &lt;br /&gt;Mas o director está doente. A substituí-lo está a Sra. Anders, que até fica tonta com tantas leis e parágrafos. Diz também que a situação em que Cris se encontra foi provocada pela mãe. O que é que tem contra a escola de ensino especial da vila vizinha? Só se ouve falar bem daquela escola. Sim, sim, os edifícios são bonitos, diz a Sr. Blattsch, mãe de Cris… Já lá foi de bicicleta. &lt;br /&gt;A campainha toca. &lt;br /&gt;– Tenho de ir para as aulas – diz a Sr.ª Anders, que ainda acompanha a Sr.ª Blattsch pelo corredor e depois se dirige para a sala de aula. E o que vê? Cris e Nenna sentadas ao lado uma da outra, como se fossem uma só.&lt;br /&gt;A Sr.ª Anders vai a correr ao recreio, mas já não vê a Sr.ª Blattsch, que saiu dali à velocidade do vento.&lt;br /&gt;– Que descarada! – vocifera a Sr.ª Anders. – Deixar-me assim uma prenda destas, como se a minha turma não estivesse já suficientemente cheia. Não pense ela que a vou deixar fazer o que quer! A Cris que pegue na sacola e que vá para casa. Se o autocarro já tiver partido, que vá a pé.&lt;br /&gt;A Sr.ª Anders volta a correr para a sala mas vê os olhos claros de Cris e o medo bem no fundo deles, e resolve não dizer nada. Pelo meio-dia, dez minutos antes de tocar, senta-se à secretária e escreve:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Cara Sr.ª Blattsch&lt;br /&gt;Daqui em diante, deixe ficar a Cris em casa, tal como determinado pelo ministério.&lt;br /&gt;O que é que a Cris vai fazer, se tiver de ficar em casa? – pergunta uma voz. Uma voz tímida e baixa. A Sr.ª Anders parece conhecê-la, já a ouviu mais vezes… – Vai brincar com garrafas vazias de aguardente? E as pessoas da aldeia, o que dirão? “Uma palerma. É tão burra, que nem a querem na escola!” Mas porque é que estás a escrever? Não lhe basta já a carta do Ministério? Ainda tens tu de te fazer importante?&lt;br /&gt;Nunca na vida! Quem é que pensa numa coisa dessas?&lt;br /&gt;Eu!&lt;br /&gt;Eu? Quem és tu?&lt;br /&gt;Prefiro antes dizer-te quem não sou. Bem, não sou essa pessoa que aceita todas as ordens do ministério. Há muito, muito tempo, antes de te tornares uma funcionária do estado, também foste uma menina indefesa e insignificante como a Cris…&lt;br /&gt;Eu fui como a Cris? Nunca, podes ter a certeza. Nunca!&lt;br /&gt;Não precisas de ter medo que as crianças ouçam o que te digo. Para elas sou completamente invisível e inaudível. Claro que eras uma criança esperta, se não, não tinhas chegado a professora. Mas talvez te lembres ainda daquela pequena, a segunda a contar do fim, quando se tinham de colocar por ordem de tamanho. E nas aulas de ginástica tinham de se pôr por ordem…&lt;br /&gt;…lembro-me, de facto…&lt;br /&gt;E quem era aquela menina esquisita e fraquinha, que na escola não se atrevia a chegar junto do professor com o lápis da lousa partido…?&lt;br /&gt;…também me lembro disso…&lt;br /&gt;E quem é que era tão imbecil, desculpa a palavra, que não conseguia perceber que três mais três e quatro mais cinco pedem números determinados, e não uns algarismos quaisquer à escolha?...&lt;br /&gt;Deixa-me rir! Era eu!&lt;br /&gt;Era eu! Era eu! Era eu! Há tanto tempo que desejo que te lembres de mim e me chames pelo nome.&lt;br /&gt;Oh, já está a tocar! Não posso dar à Cris a carta para entregar à mãe. Ainda não a acabei…&lt;br /&gt;Rasga-a, por favor! Não é bom escrever cartas que não sirvam para o bem das crianças. Gostarias de ter levado uma carta dessas à tua mãe? Um professor não tem de ser só inteligente, garanto-te. A inteligência não chega. Também precisa de saber sentir o que sentia quando era criança…&lt;br /&gt;* *&lt;br /&gt;Olá! Hoje já é o quinto dia de aulas depois das férias, se não estou em erro.&lt;br /&gt;Sabes o que é a imbecilidade? Fazes ideia do que é…&lt;br /&gt;E tu, fazes?&lt;br /&gt;Vou mostrar-te, presta atenção! &lt;br /&gt;– Cris, ora lê o que está escrito no quadro.&lt;br /&gt;…&lt;br /&gt;– Vou ler-te em voz alta: mamã. Mmmmmaaaammmmãããã. Que sons é que ouves?&lt;br /&gt;…&lt;br /&gt;Pobre idiota! Tem a idiotice estampada na cara. &lt;br /&gt;Ela pensa que vai apanhar já um estalo da mamã. Apaga a palavra mamã, Maria! Usa uma palavra de que todas as crianças gostam.&lt;br /&gt;Sabes alguma?&lt;br /&gt;Rir.&lt;br /&gt;– Cris, olha. Vou apagar mamã e vou escrever uma palavra nova: rir. Tu gostas de rir, não gostas? Rrrrir. Que sons é que ouves?&lt;br /&gt;…&lt;br /&gt;– Vou escrever outra palavra: fazer. Fazer rir. Soa bem, não soa? Ora diz lá tu.&lt;br /&gt;…&lt;br /&gt;– Vou escrever outra palavra: desenhar. Também gostas de ddeeseenhnhaarrr! Ouves os sons?&lt;br /&gt;Ergueu os cantos da boca dois milímetros. Isto não é um sucesso? Deixa-a desenhar.&lt;br /&gt;– Agora podes fazer um desenho bonito, Cris.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Ainda me lembro de quando aprendi a ler. Quando pela primeira vez dei conta de que não só ouvia mas também via as letras das palavras. Fiquei tão feliz! Profundamente admirada com essa descoberta! Tive o sonho mais bonito de todos os meus muitos sonhos. O meu amigo Itze e eu navegávamos pelo céu num navio de nuvens e ouvíamo-las todas cantar… O que é que a Cris está a pintar? … Uma mesa, dois bancos por baixo, o risco da boca é redondo nas duas crianças; quer dizer que estão a rir. E também copiou uma palavra do quadro: rir. Como é que a Nenna aprendeu a ler?&lt;br /&gt;Por acaso foi normalmente. Só que tomei mais cuidado no início, porque já sabia o que se passava em casa.&lt;br /&gt;Tomar cuidado? Será que aprender a ler pode ser perigoso?&lt;br /&gt;Se se perde a ligação, sim.&lt;br /&gt;Se calhar a Cris também perdeu a ligação.&lt;br /&gt;Com a Cris é mesmo falta de esperteza, acabaste agora de ver com os teus próprios olhos.&lt;br /&gt;Talvez seja “ligação” e burrice. Quem está sempre a apanhar estalos facilmente apanha uma má ligação, mas será que também tem de apanhar a burrice da leitura? Deixa-a brincar debaixo da mesa com a Nenna ao jogo do “Vamos ouvir as letras”. Nenna gosta da Cris e a Cris da Nenna. Aprende-se bem com alguém de quem se gosta. Deixa-me falar com a Nenna.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;* *&lt;br /&gt;“A mãe diz-me que não devo gastar tanto papel, porque o papel custa dinheiro. A Nenna tirou um bloco do balcão da loja para mim. É publicidade, e nisso podemos pegar, diz a Nenna. Faço desenhos pequeninos. Hoje vamos brincar a uma coisa nova, disse a Nenna. Hoje sou o bichinho do ouvido. Quando esse bichinho limpa as orelhas a alguém, essa pessoa consegue ouvir as letras das palavras.”&lt;br /&gt;– Limpopo, limpopo, limpopo-te as orelhas. Ouves o p em limppo?&lt;br /&gt;– Sim, ouço o p em limppo.&lt;br /&gt;– E a Sr.ª Anders é boa. Não precisas de ter medo dela. Ouves o m em mmedo?&lt;br /&gt;– Sim, ouço o m em mmedo.&lt;br /&gt;– Portanto, não precisas de ter medo nenhum da Sr.ª Anders. Se errares, ela não se vai rir de ti. E os outros meninos também não se riem de ti, porque isso não é justo. Só o Ergon é que às vezes se ri, porque ouve mal. Mas depois também ouve da Sr.ª Anders.&lt;br /&gt;– Com o Pusback riam-se sempre muito.&lt;br /&gt; – Mas isso já passou – diz Nenna. – E como tu fazes uns desenhos tão bonitos, agora vou desenhar-te como se faz um p. Agora já consegues as duas coisas: ouvir e desenhar o p. Vamos brincar a sério às escolinhas. Se ouvires o que eu ouço em ppino, se ouvires sem ajuda, então és uma menina esperta.&lt;br /&gt;– Pino, pino, P! P! Eu sou esperta!&lt;br /&gt;* *&lt;br /&gt;Quando foi a última vez que te ocupaste dela? Há quatro ou há cinco dias?&lt;br /&gt;Tenho trinta e duas crianças na turma sem contar com a Cris. – disse Maria Anders. – São trinta e duas crianças com as quais tenho de me ocupar, o que, por si só, já é muito trabalho e às vezes bem difícil de levar a cabo, acredita. Não me sinto responsável pela Cris. Não estudei idiotice.&lt;br /&gt;Foi por isso que pedimos ajuda à Nenna.&lt;br /&gt;Pedir ajuda? Mas que palavra tão forte para este caso. Permitimos que Cris viesse para a escola. Ela porta-se bem, não perturba as aulas. Faz sarrabiscos e desenha. Sempre está melhor aqui do que se estivesse sentada em casa. Faço mais do que o que me é autorizado pelo ministério.&lt;br /&gt;Não poderias ocupar-te dela só mais um pouco?&lt;br /&gt;Mas como? Eu faço perguntas, ela não responde. Torno a perguntar, ponho-lhe a resposta na boca, por assim dizer. Ela continua sem responder. Quantas vezes tenho de repetir isto? Eu tenho de ver resultados, se não, um professor também não se sente motivado. E também não quero perder o meu tempo.&lt;br /&gt;Será que cada funcionário público tem de se esquecer do que sentiu em criança?&lt;br /&gt;Andas constantemente a lembrar-mo.&lt;br /&gt;A Cris já cá está há dez dias. Em dez dias ainda não te disse uma palavra, mas o lápis dela fala com o papel. Vai até lá e dá uma olhadela.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Não vejo nada de interesse nos gatafunhos dela.&lt;br /&gt;A última vez que olhaste para eles foi há cinco dias. Por favor, vai até lá outra vez…&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;PINO     PATO&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Os cantos da boca de Cris estão virados para cima. Quase sorri. Aponta com o lápis primeiro para uma palavra, depois para a outra. Os lábios abrem uma fresta.&lt;br /&gt;Quer dizer-te alguma coisa, Maria. Depressa, baixa-te para perceberes…&lt;br /&gt;Cris fala tão baixinho que nem na mesa do lado a ouvem.&lt;br /&gt;– Se trocar este por este – diz ela batendo primeiro no A, depois no I – fica pano.&lt;br /&gt;Mas isso é óptimo! É mesmo bom! Ela percebeu como funciona…&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Se eu não tivesse vivido isto, disse mais tarde Maria Anders, acharia a história impossível. Uma coisa impossível como esta é o melhor que pode acontecer a um professor. Não se consegue esquecer, pensa-se e volta-se a pensar. Uma pessoa nunca se cansa de reflectir nesta história, acho eu. Na altura, falei abertamente com a Cris e com a Nenna. Expliquei-lhes qual era o problema dela, mas que ia conseguir aprender. Todas as manhãs, eu estudava uns minutos com ela, e Nenna fazia o mesmo à tarde. Foi simplesmente espantoso como Cris conseguiu aprender. Passados poucos meses já conseguia ler sozinha textos desconhecidos. Então, peguei no telefone, contactei o ministério e informei que tinha agido contra as ordens, e expliquei porquê. Disse ainda que a Cris agora já sabia ler, que aprendera com a ajuda da irmã. Meio ano mais tarde, a colega voltou a vir fazer um teste de inteligência e redigiu uma carta onde escreveu: “Cris desenvolveu uma boa técnica de leitura mas não entende nada do que lê.” Bem, este é o problema da ligação. Quando Cris sente que está a ser controlada, não abre a boca. Nem mesmo hoje. E já está com Nenna no quinto ano.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Irmela Wendt&lt;br /&gt;Jutta Modler (org.)&lt;br /&gt;Brücken Bauen&lt;br /&gt;Wien, Herder, 1987&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-2955450018554728520?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/2955450018554728520/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=2955450018554728520' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/2955450018554728520'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/2955450018554728520'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2009/02/clube-contadores-de-historias.html' title='Clube Contadores de Histórias'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-4326174812039128342</id><published>2009-02-02T06:28:00.000-08:00</published><updated>2009-02-05T13:16:30.186-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='objectivos para o teste'/><title type='text'>Objectivos para o Teste - 5º ano</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/SYcGIx_9-oI/AAAAAAAAAEY/HBXKpnhREHo/s1600-h/images%5B3%5D.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 129px; height: 96px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/SYcGIx_9-oI/AAAAAAAAAEY/HBXKpnhREHo/s400/images%5B3%5D.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5298210234555038338" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Grupo I&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Interpretar um excerto de um conto;&lt;br /&gt;- Conhecer as Categorias da Narrativa: narrador, personagens, acção, tempo e espaço.&lt;br /&gt;- Identificar recursos expressivos: comparação e enumeração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grupo II&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Funcionamento da Língua:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Conhecer a organização de um texto escrito: parágrafo, período e frase;&lt;br /&gt;- Identificar as classes e subclasses de palavras:nomes, verbos*, adjectivos, determinantes;&lt;br /&gt;- Classificar as palavras quanto à flexão;&lt;br /&gt;- Classificar sintacticamente frases.&lt;br /&gt;* Verbos (regulares/Irregulares; Transitivos e Intransitivos; Conjugações - 1ª; 2ª; 3ª))&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grupo III&lt;br /&gt;Produção de um texto narrativo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-4326174812039128342?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/4326174812039128342/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=4326174812039128342' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/4326174812039128342'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/4326174812039128342'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2009/02/objectivos-para-o-teste-5-ano.html' title='Objectivos para o Teste - 5º ano'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/SYcGIx_9-oI/AAAAAAAAAEY/HBXKpnhREHo/s72-c/images%5B3%5D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-8311955667422473296</id><published>2009-02-02T06:21:00.000-08:00</published><updated>2009-02-02T06:42:16.953-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='objectivos para o teste'/><title type='text'>Objectivos para o teste - 9º ano</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/SYcCrgXzaHI/AAAAAAAAAEQ/bOFDTY2ELgE/s1600-h/images%5B2%5D.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 92px; height: 142px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/SYcCrgXzaHI/AAAAAAAAAEQ/bOFDTY2ELgE/s400/images%5B2%5D.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5298206433072081010" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Grupo I&lt;br /&gt;- Interpretar uma "cena" da obra &lt;em&gt;Auto da Barca do Inferno&lt;/em&gt;;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Identificar recursos estilísticos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Conhecer os tipos de cómico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grupo II&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Funcionamento da língua:&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;- Identificar as classes e subclasses de palavras;&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;- Classificar sintacticamente frases;&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;- Dividir e classificar de orações;&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;- Conjugar verbos (tempos simples e compostos; conjugação pronominal simples e reflexa;&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;- Conhecer os fenómenos fonéticos na evolução da língua;&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;- Identificar os registos de língua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grupo III&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Expressão escrita.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-8311955667422473296?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/8311955667422473296/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=8311955667422473296' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/8311955667422473296'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/8311955667422473296'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2009/02/grupo-i-interpretar-uma-cena-da-obra.html' title='Objectivos para o teste - 9º ano'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/SYcCrgXzaHI/AAAAAAAAAEQ/bOFDTY2ELgE/s72-c/images%5B2%5D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-4895746925256742641</id><published>2009-01-28T15:57:00.000-08:00</published><updated>2009-01-28T16:00:58.154-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='clube contadores de histórias'/><title type='text'>Clube Contadores de Histórias</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/SYDxnGJF_nI/AAAAAAAAAEI/zwEA98r9gkY/s1600-h/cravo.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 86px; height: 116px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/SYDxnGJF_nI/AAAAAAAAAEI/zwEA98r9gkY/s400/cravo.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5296498815753649778" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Mozart, o menino mágico&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Havia um cravo no meio do quarto e uma janela a dar para a rua. O cravo não era uma flor e sim um instrumento polido, elegante, bonito, capaz de fazer música, de encher os dias com o som suave das suas teclas brancas e negras, com a alegria dos seus acordes, das suas harmonias leves e limpas como a voz do vento.&lt;br /&gt;O menino levantou-se do chão, sentou-se no banco almofadado e pousou as mãos pequeninas sobre as teclas. Que música ia nascer dos seus dedos saltitantes como pássaros contentes com a chegada da Primavera?&lt;br /&gt;Atrás do menino havia um vulto e atrás do vulto uma luz igual à que cobre as telas dos pintores. O menino gostava da luz e o seu sorriso de menino feliz era já uma espécie de música a enfeitar a vida da casa.&lt;br /&gt;“Amadeu”, — disse a voz atrás do menino —, “hoje tens ainda muito trabalho pela frente, dois minutos para estudar, uma longa lição para aprender.”&lt;br /&gt;O menino gostava que soubessem que, para ele, tocar era uma maneira de brincar e que o cravo, o piano e o violino bem podiam tomar o lugar dos cavalos de pau, dos soldadinhos de chumbo, das máscaras de cartão.&lt;br /&gt;Um dia o menino desenhou a giz um rosto no chão, uma andorinha no tapete persa, uma borboleta na tampa do cravo. Depois inventou letras gémeas dos algarismos e das notas de música e deu nomes raros às melodias que lhe esvoaçavam na cabeça, roubando-lhe o sono e o&lt;br /&gt;sossego.&lt;br /&gt;Os dedos do menino saltavam, nervosos, de tecla para tecla, de música para música. O vulto, atrás do menino, era familiar e meigo. Chamava-lhe Pai, queria-lhe muito. À frente, num trono alto, um homem enfeitado de ouro ouvia, atento, a música que nascia dos dedos pequenos do menino. Chamavam-lhe Imperador e era senhor de uma cidade luminosa chamada Viena. Gostou do que ouviu e disse: “Há-de ir longe, muito longe este menino”. Não se enganava, o Imperador.&lt;br /&gt;O menino não gostava de castigos, de notas desafinadas, de ralhetes, de sons de trompete. Amava a doçura do cravo e a voz alta e sonante do piano. Queria tocar com os dedos pequeninos o horizonte da música. Não lhe faltava nem vontade, nem saber, nem engenho. Era um menino mágico igual aos dos sonhos e das lendas.&lt;br /&gt;Um dia o menino faz as malas, guarda nelas, bem guardados, os brinquedos e as partituras, pega na mão da irmã, na mão do pai, nas rédeas do vento e lança-se na lonjura dos caminhos. Hoje Munique, amanhã Paris, depois Bruxelas e Coblenz, mais adiante Londres e Frankfurt. O menino aprende os nomes das cidades e das gentes que se deixam assombrar em salas brilhantes e grandes com o som da música que nasce, irrequieta, dos seus dedos.&lt;br /&gt;“Chegou o dia”, diz o pai do menino, “de mostrares as tuas sinfonias”. O menino achava que era ainda cedo, mas gostava de obedecer à vontade do pai. Escreveu no caderno de viagem os nomes de Bach e de Haendel e da música de ambos fez companhia fiel para concertos e andanças. A música era agora o seu único brinquedo, a festa dos seus dedos pequeninos e velozes sobre as teclas brancas e negras.&lt;br /&gt;Rendem-se as cidades à magia dos seus dedos que inventam trios e sinfonias como cascatas de som. Hoje Haia, amanhã Paris, depois Milão, de novo Londres e Munique.&lt;br /&gt;O menino está doente e cansado. Chamam-lhe prodígio, menino-prodígio, e ele não gosta.&lt;br /&gt;Prefere que lhe chamem apenas menino, ou então Wolfgang Amadeus, Amadeu para os amigos que com ele partilham a viagem destes versos.&lt;br /&gt;O menino gosta de fazer amigos. Florença é uma cidade bonita, clara e cantante, com praças, igrejas e mercados. Um outro menino com dedos mágicos como os seus toca violino e gosta de brincar. Chama-se Tomás e tem olhos azuis. A música os junta, a música os separa.&lt;br /&gt;Cada um segue o seu rumo, que as estradas de fazer amigos nem sempre são iguais às de fazer música.&lt;br /&gt;Em Roma há quem diga: “Uma grandeza assim só em Miguel Angelo”. O menino não sabe quem seja, se é músico ou pintor, mas pressente que é alguém tão alto e brilhante como as catedrais do mundo na hora fantástica em que todos os sinos chamam para a festa. O menino&lt;br /&gt;tem nos ouvidos o eco imenso dos aplausos. Que lhe dêem, doravante, tudo menos silêncio e escuridão.&lt;br /&gt;O menino não gosta de usar cabeleira postiça, casaca bordada a ouro, pó na face. Mas que há-de fazer? Toca nos salões, nas salas de concerto para gente rica e exigente e só lhe resta seguir a moda, respeitar o gosto de quem manda. Ninguém espera que ria, que brinque, que salte e que corra. Mas ele, às vezes, lembra-se que ainda é menino e em vez de música deixa uma pirueta, uma careta na lembrança de cardeais e de duques.&lt;br /&gt;O menino também sabe cantar com uma voz fina e perfeita que enche as capelas e os salões. Canta um Miserere e Roma fica de joelhos a adorar nele uma santidade que não tem, uma realeza que não quer ter. Ele é somente um menino, um menino de músicas mágicas, mas ainda e sempre um menino.&lt;br /&gt;Às vezes o menino sonha que tem altura de estátua, largura de rio, tamanho de onda.&lt;br /&gt;Depois acorda em sobressalto e sobra-lhe do sonho que teve uma réstia de som, um farrapo de música, um ímpeto de sinfonia. O menino descobre que cresce ao ritmo dos sonhos que de noite e de dia o visitam, à velocidade luminosa dos astros.&lt;br /&gt;O menino acrescenta palavras à música, dá voz a personagens, dá corpo a reis e a mitos, dá nome a cidades e a séculos. Tem catorze anos e escreve uma ópera. Depois escreve uma cantata para casar um arquiduque. Dá nomes às óperas: Mitridate, Lúcio Silla, Finta Giardiniera. O mundo é um tapete de espantos e vénias que se desenrola a seus pés.&lt;br /&gt;O triunfo é um pássaro que lhe cabe na concha da mão. Mas apetece-lhe ser sempre menino. Para sempre menino, como se pudesse ser esse o seu destino.&lt;br /&gt;O menino está em Paris, mas pertence a todas as cidades que amam a sua música, que cantam na voz das suas óperas e cantatas. Paris abre-lhe portas que a tristeza se apressa a fechar. Parte a mãe para um lugar aonde não chega, nunca chegará, o som da sua música. O menino está só e infeliz. Sente-se indefeso como todos os meninos. Volta a casa e chora, dobrado como um menino triste, no colo do pai que o consola.&lt;br /&gt;O menino sonha com uma flauta que seja mágica, com uma música que seja diferente.&lt;br /&gt;Usa a língua italiana nas primeiras óperas e a língua alemã, a que entra no que diz e no que escreve, para escrever outras a que chama: Flauta Mágica, O Rapto do Serralho. Todas lhe exaltam a mão esquerda, a mágica mão que dança sobre as teclas como uma bailarina com véus de sonho e de brisa.&lt;br /&gt;Há um vulto ao lado do menino, que não é o de seu pai, nem o de um anjo protector. É um vulto que se escreve com nome de música. Chama-se Joseph Hayden e diz: “Compositor maior, senhores, nunca eu vi ou ouvi”. O menino torna-se gigante na admiração e no afecto dos que o&lt;br /&gt;ouvem tocar. É um menino gigante com um riso alegre e sonoro como é sempre o riso dos meninos quando a música os faz felizes.&lt;br /&gt;O menino é pálido, magro, doente. Mesmo quando a febre e a fadiga o levam à cama, não deixa de compor, de escrever, de inventar sinfonias e concertos, de mandar cartas, de endereçar mensagens. Não sabe nem quer parar. Não é capaz. Há nos seus olhos uma luz que não se apaga e que o faz ter sempre rosto de menino, idade de menino, gestos de quem ainda deixou muito para brincar.&lt;br /&gt;As mãos do menino cantam, dançam, inventam. São mágicas como o riso do menino.&lt;br /&gt;Quando se erguem no ar, fazem crescer a força da música que acorda as cidades, de Salzburgo, onde nasceu, até Milão, Paris ou Londres, que não se cansam de dizer: “Como tu nunca vimos igual”. Mas o menino sente que o elogio é coisa incómoda, de feição só para gente idosa. Dá uma gargalhada e nasce uma nova sinfonia.&lt;br /&gt;As mãos do menino esbanjam o dinheiro que ganham com pequenas e grandes coisas, com festas e com surpresas, presentes e brindes. O menino é generoso e gosta de ser amado.&lt;br /&gt;Só se sente feliz quando, à sua beira, os outros também são felizes. É essa, afinal, a lei de ouro da sua música.&lt;br /&gt;O menino sabe que a harmonia do mundo começa e acaba na sua música. Fora dela é a desordem, a tristeza, a doença. Façam-lhe tudo menos estragar, ofuscar a luz da sua música.&lt;br /&gt;Vê-lo-ão em fúria, com mãos ameaçadoras e palavras altas e graves, se lhe maltratarem uma sinfonia, uma cantata, uma ópera.&lt;br /&gt;O menino esquece-se do tempo. A música acena-lhe de dentro da noite, chama alto por ele. E ele perde o sentido das horas, deixa escapar por entre os dedos o fio do tempo. Compõe, compõe sempre, com uma pressa só igual à de quem corre contra o tempo por saber que já não tem tempo. Dorme sem ter horas, escreve sem ter fome ou sede, inventa-se e reinventa-se no muito que faz como se lhe restassem poucos dias para o fazer, para o sonhar.&lt;br /&gt;Engana-se quem o festeja, quem o quer adulado e adorado. Para ele só a música conta e a ternura dos que ama, a da mulher, do pai, dos amigos. A música não é uma casa, nem uma estrada, nem uma lua acesa a medo no escuro da noite. A música é um universo povoado por cometas, planetas e sóis de mil e uma cores. E ele é o único habitante capaz de pôr ordem nesse universo, de lhe dar harmonia, sentido e voz.&lt;br /&gt;Há quem não goste que o menino toque de igual modo para os que tudo têm e para os que são donos de nada. Para uns querem brilho, para outros silêncio apenas. Mas o menino não faz distinção entre uns e outros. Para ele há os que sabem e os que não sabem ouvir. No meio está uma espiral de sons, de notas mágicas, que cresce com os sonhos do menino.&lt;br /&gt;O menino tem já a idade das sinfonias e das óperas que compôs. Cresceu, mas não deixou de ser menino. Acorda quando o dia acorda e passeia pela casa arejada e branca as ideias novas, as melodias cantantes, os fragmentos de música que depois vão salpicar de notas as partituras, os cadernos. Nenhum dia é igual ao outro dia. Sucedem-se, diferentes, porque a música que os habita também nunca se repete.&lt;br /&gt;Um dia, um rei diz ao menino: “Esta ópera é muito bela, mas tem notas a mais”. O menino, que é rei e senhor da sua música, fica sisudo e responde: “Só tem as notas que são precisas”. Aos reis, aos imperadores, aos arquiduques só se responde quando eles pedem uma resposta. Mas o menino, que também é rei, à sua maneira, responde com as palavras que acha justas e acertadas. Não precisa de coroa nem de trono.&lt;br /&gt;Há um muro de inveja levantado à volta do menino. Mas ele não se importa porque sabe que há uma luz que nada nem ninguém impedirá de entrar na sua música. Cobiçam-lhe a alegria, o génio, o gosto de ser menino, o riso e o prazer de ser livre. Mas ele não se importa porque sabe que há na sua música uma voz a que nenhuma outra voz se pode sobrepor, por ser única e imensa.&lt;br /&gt;O menino nunca abandona aqueles que ama. A música é a ponte que os liga. Constança, sua mulher, adoece e o menino, que a vida tornou crescido e atento a tudo, toca para ela, para que a febre baixe e a dor não lhe roube o sono. “Dorme, Constança, dorme porque há uma música bonita que traz sonhos nas asas e os poisa sobre as tuas pálpebras”.&lt;br /&gt;A doença começa a lançar um véu de tons sombrios sobre os olhos do menino, que nunca pára de tocar, nem para dormir nem para comer. O menino sente que uma grande pressa lhe magoa o peito e lhe agita os dedos. Todas as horas se tornam apenas instantes quando tem de compor. Todos os dias se tornam minutos quando tem de tocar. Uma vida inteira, mesmo longa, seria breve para toda a música que tem dentro da cabeça.&lt;br /&gt;Hoje um acto de ópera, amanhã um andamento de sinfonia ou de concerto, uma cantata, um divertimento. O menino sente que a febre lhe arde nos olhos e que a noite lhe adormece nos dedos. Tem pressa, cada vez mais pressa. Chegam amigos, mas não está para eles; quer estar só. Só, com a música toda que tem para escrever.&lt;br /&gt;Um homem visita o menino sem deixar o nome. Fala de alguém que partiu, da pena que sente, da tristeza que o verga. Quer uma música que saiba dizer tudo isso e muito mais, que diga a sombra e a mágoa. A encomenda está feita, o preço combinado: cem ducados. Ficará pronto, promete o menino, em quatro semanas. Com o Requiem, que é assim que a obra se chama, cresce, veloz, a tristeza do menino.&lt;br /&gt;Um pássaro vestido de névoa pousa no parapeito da janela do quarto do menino. Anuncia dias sem luz, horas magoadas e sombrias. E o menino trabalha, trabalha sempre, no desamparo da cama desfeita, da comida entornada, da febre a subir, do corpo a doer. Tem pressa, muita pressa, mas o tempo não chega para cumprir a promessa.&lt;br /&gt;O pássaro está pousado dentro do sono do menino a vigiar-lhe os sonhos, a seguir-lhe as ideias, a afugentar-lhe a febre com um constante bater de asas. A cabeça do menino está cheia de música. Entram e saem do quarto aqueles que ama. “Está tão doente o menino”, lamentam-se. Ele não os pode ouvir, que os seus ouvidos são conchas, búzios e casulos onde a música não cessa nunca de tocar.&lt;br /&gt;O menino adormece e acorda, desmaia e volta à razão. Deixou de poder distinguir a noite do dia, a sombra da luz. E a pressa, essa, nunca abranda. “Tenho o Requiem para acabar, não faltarei à promessa”. Mas falta sem querer faltar. Quando vêm buscar a obra, o menino fecha&lt;br /&gt;os olhos e já não está para responder, seja a quem for.&lt;br /&gt;É mais triste que a tristeza o dia da despedida. O menino vai deitado com tão pouca companhia: as lágrimas de quem sempre soube amá-lo, a sinfonia grave da chuva, mais a cantata do vento, mais a ópera do silêncio. Há um pássaro pousado no poleiro alto de um cedro a dizer adeus, baixinho, com um leve bater de asas. “Adeus, menino, adeus que saudades já temos de ti...”&lt;br /&gt;No patamar de uma nuvem está um cravo aberto, um piano com teclas de vento. O menino senta-se e toca e as estrelas em volta começam a cantar. Passa um cometa e diz: “Bonita música essa, Amadeu. Passa um meteoro e murmura: “Ensina-me também a cantar, Amadeu”. Cá em baixo, na terra, enfeita-se o silêncio com o eco de mil coros. O menino guarda a partitura e viaja sobre um raio de luz até ao planeta distante onde só a música pode ser rainha.&lt;br /&gt;Está um pássaro pousado nas teclas de um piano, está um pássaro a cantar enquanto a noite dorme. O menino brinca com a lua, veste casaca bordada a ouro e tem cabelos feitos com fios de prata.&lt;br /&gt;Voltou a ter a idade saltitante dos brinquedos e dos sonhos. O seu riso é do tamanho da alegria do mundo. Tudo em redor se cala só para o ouvir tocar, com o encantamento imenso que apenas a magia é capaz de explicar. Até já, até sempre, Amadeu!&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;José Jorge Letria&lt;br /&gt;Mozart, o menino mágico&lt;br /&gt;Porto, Ambar, 2006&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-4895746925256742641?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/4895746925256742641/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=4895746925256742641' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/4895746925256742641'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/4895746925256742641'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2009/01/clube-contadores-de-historias.html' title='Clube Contadores de Histórias'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/SYDxnGJF_nI/AAAAAAAAAEI/zwEA98r9gkY/s72-c/cravo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-4770559420279333854</id><published>2009-01-16T13:54:00.000-08:00</published><updated>2009-01-16T13:58:06.549-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='clube contadores de histórias'/><title type='text'>Clube Contadores de Histórias</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/SXEC3M5VYMI/AAAAAAAAAEA/keGPv-53GwU/s1600-h/a+flor.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 115px; height: 59px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/SXEC3M5VYMI/AAAAAAAAAEA/keGPv-53GwU/s400/a+flor.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5292014184514805954" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A flor e o sino&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Como é que uma flor e um sino podem caber na mesma história?&lt;br /&gt;Há-de ser difícil. A flor tão rasteira e o sino tão alto nada têm a ver um com o outro. Hão-de pertencer a histórias diferentes.&lt;br /&gt;Talvez sim e talvez não…&lt;br /&gt;A flor tinha acordado, na ponta de um caule, quando o sino se pôs a badalar. Abriu-se de espanto, porque nunca tinha ouvido música assim: tlim-dlão-dlim…&lt;br /&gt;Mas tudo tem uma lógica, um começo, um antes do que está para vir. Nós contamos.&lt;br /&gt;A erva donde a flor nascera tinha rompido a terra como um dedo espetado, que quer chamar a atenção:&lt;br /&gt;— Perguntem-me porque nasci — gritava a erva, numa vozinha de erva-fina.&lt;br /&gt;Ninguém lhe perguntava.&lt;br /&gt;E ela, impaciente, sempre na sua:&lt;br /&gt;— Perguntem-me porque nasci. Perguntem-me.&lt;br /&gt;Estávamos bem servidos, se tivéssemos de dar conversa a todas as ervas do caminho…&lt;br /&gt;— Então, não querem saber? Perguntem-me — teimava a erva.&lt;br /&gt;Fartos de ouvi-la,  debruçámo-nos, enfim, para a ervinha.&lt;br /&gt;Logo ela, muito direita, na sua importância de erva fresca, nos disse:&lt;br /&gt;— Nasci, sabem porquê? Nasci para dar uma flor.&lt;br /&gt;Olha a admiração! Nisto o sino, tlim-dlão-dlim, tlim-dlão-dlim, e apareceu a flor.&lt;br /&gt;— Quem me chama? Quem me chama? — perguntou a flor, que nasceu a falar.&lt;br /&gt;O sino anunciava um casamento. Era o José mais a Maria que iam casar.&lt;br /&gt;O noivo, antes de entrar na igreja, colheu, à beira da estrada, uma flor com que enfeitou a lapela. Logo por coincidência, a flor que tinha acabado de nascer.&lt;br /&gt;Aí têm como um sino e uma flor podem caber na mesma história. Mas não acaba aqui.&lt;br /&gt;Passado tempo, a flor desprendeu-se da lapela. Já tinha dado um ar da sua graça. Secou, desfez-se, juntou-se à terra. É sempre assim.&lt;br /&gt;Na Primavera seguinte, mais coisa menos coisa, o sino outra vez a badalar: tlim-dlão-dlim, tlim-dlão-dlim. Desta vez, era um baptizado, o do menino José Maria, filho de Maria e do José.&lt;br /&gt;Depois, houve boda. No centro da mesa, um grande ramo de flores campestres, iguais à que viveu nesta história.&lt;br /&gt;Tudo se multiplica. Pelos tempos fora, o sino vai voltar a bater e as flores a crescer. É uma história que não acaba.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;António Torrado&lt;br /&gt;www.historiadodia.pt&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-4770559420279333854?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/4770559420279333854/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=4770559420279333854' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/4770559420279333854'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/4770559420279333854'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2009/01/clube-contadores-de-histrias_16.html' title='Clube Contadores de Histórias'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/SXEC3M5VYMI/AAAAAAAAAEA/keGPv-53GwU/s72-c/a+flor.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-2096976620922377982</id><published>2009-01-07T13:02:00.000-08:00</published><updated>2009-01-07T13:08:19.901-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='clube contadores de histórias'/><title type='text'>Clube Contadores de Histórias</title><content type='html'>A PRINCESA DESENCANTADA&lt;br /&gt;Quando alguma vez, em sonho ou viagem, voltar àquela terra, não poderei esquecer a história que certa tarde lá ouvi.&lt;br /&gt;Contou-ma um ancião, de olhar profundo e barba ruiva, à hora em que me deu para subir ao ponto mais alto da cidade e ver de lá as grandes torres espelhadas na água do rio que ali corre – rio de lágrimas que uma princesa, um dia, então chorou.&lt;br /&gt;Em tempos, este reino fora terra de encanto.&lt;br /&gt;Deixou de o ser a partir do momento em que o rei mandou prender a filha, na mais fortificada masmorra da cidade, por ela achar infame a servidão em que viviam os súbditos do reino.&lt;br /&gt;— Esta é a história de Tristália — resmoneou o velho — e como todas as histórias não é uma história perfeita: o fim parece o princípio e quem uma vez a ouvir logo pedirá que ninguém a volte a repetir.&lt;br /&gt;Fitando a mão trémula que apontava na direcção do rio, vi o desconhecido entrever o lugar onde se erguia a fortaleza em que a filha do rei vivera encerrada. Então ele contou:&lt;br /&gt;Desencantada, como a princesa, com a maldade que, às ordens do rei, cumpria lei, Tristália deixou de ser terra de amor.&lt;br /&gt;Dia e noite, a princesa não parava de chorar. Recomendavam-na às cortes, os nobres, convidava-a o clero a arrepender-se, mesmo temendo que sobre o povo desabassem novas iras do rei.&lt;br /&gt;O mais arrasador dos desencantos, porém, devia-se ao modo com que o rei Severo, seu pai, tratava a rainha Edwiges, sua mãe.&lt;br /&gt;Escandalizavam-se os chanceleres, o episcopado, a nação. De banquete em banquete, o rei Severo é que não.&lt;br /&gt;Por desígnio divino iluminada, resolveu a princesa pôr fim à humilhação.&lt;br /&gt;Qual segredo de estado, determinou sem demora escapar-se da prisão, correr mundo, revoltar-se como só o faz quem tem razão.&lt;br /&gt;Como mais vale fuga que espera, assim foi. Em semanas conquistou as boas-graças do guarda-mor Epaminondas, logo obteve a sela dum fogoso cavalo alazão.&lt;br /&gt;Do tesoureiro Sigesmundo, em poucos dias, elevada quantia em peças de oiro.&lt;br /&gt;Do camareiro Malaquias, em horas, uma poderosa espada de dois gumes.&lt;br /&gt;Planeada a evasão, antes fugir que ficar mal.&lt;br /&gt;Não ia ainda longe o cavaleiro embruxado, de armadura e espada em riste, e já um mensageiro, ao serviço do rei, passava aviso por terras de província e lugarejo.&lt;br /&gt;Entraram as tropas em estado de alerta. Povoaram-se de espias os postos de fronteira.&lt;br /&gt;Um capacete de sombra abateu-se sobre o rosto dos soldados entrincheirados nas esquinas.&lt;br /&gt;À saída da cidade, um mendigo, que acorrera ao som de tão ligeiro trote, interrompeu:&lt;br /&gt;— Onde vos leva esta pressa de viver, senhor do cavalo alazão?&lt;br /&gt;Deixou-lhe o cavaleiro idade a menos que outra coisa não tinha ali na ocasião!&lt;br /&gt;Fugia de si mesmo, não do mundo, o cavaleiro, atrás de si deixando um rasto de miséria e escravidão.&lt;br /&gt;De uma casa em ruínas saiu, de filho ao colo, uma mulher a quem a guerra encontrara vazio o coração:&lt;br /&gt;— Quem feliz fará, um dia, Senhor meu, todo o oiro que levais?&lt;br /&gt;Deixou-lhe o cavaleiro o sol e a lua, que mágoas há na vida que não esquecem mais.&lt;br /&gt;Entretanto, podia alguém adivinhar quem, assim disfarçado, segredava às ervas do caminho quantas vezes subidas honras, por muito que se diga, desonras são?&lt;br /&gt;À porta de um albergue, uma criança, fascinada pelo anel de luz que, na corrida, cavalo e cavaleiro lanço a lanço envolvia, fê-‑los estacar:&lt;br /&gt;— Se na tua espada, Rosa Peregrina, a vontade do povo assim confia, por que não voltas de pronto ao Palácio onde o terror da noite, em boa hora se fez dia?&lt;br /&gt;Deu meia volta o cavaleiro que de si tanto fugia. Aclamado nas ruas de Tristália, juntou‑se o foragido aos Pares do Reino que já nas cortes buscavam herdeiro entre os bastardos que, do rei Severo, então havia.&lt;br /&gt;Largado o manto, aos pés, ninguém ousou dizer que aquele misterioso cavaleiro a coroa não merecia.&lt;br /&gt;— Não há outro encanto — comentou o velho, emocionado — senão o que põe fim à reinação que os reis tiranos, quase sempre, espalham por servidão gratuita ou por mania.&lt;br /&gt;Vergílio Alberto Vieira&lt;br /&gt;O Livro dos Enganos&lt;br /&gt;Lisboa, Editorial Caminho, 2002&lt;br /&gt;Adaptação&lt;br /&gt;______________________________&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-2096976620922377982?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/2096976620922377982/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=2096976620922377982' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/2096976620922377982'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/2096976620922377982'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2009/01/clube-contadores-de-histrias.html' title='Clube Contadores de Histórias'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-8984009794178674620</id><published>2008-12-17T16:19:00.000-08:00</published><updated>2008-12-17T16:22:34.915-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='clube contadores de histórias'/><title type='text'>Clube de Contadores de Histórias</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/SUmXreM0EkI/AAAAAAAAAD4/P1whMH7ebZM/s1600-h/natal.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 130px; height: 111px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/SUmXreM0EkI/AAAAAAAAAD4/P1whMH7ebZM/s320/natal.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5280918811165594178" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clube de Contadores de Histórias&lt;br /&gt;Projecto: Abrir as portas ao sonho e à reflexão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Celestina e o pinheirinho de Natal&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Na clareira da floresta, Celestina viu um pinheiro pequenino:&lt;br /&gt;— Oh, Ernesto, olha que pinheirinho tão bonito!&lt;br /&gt;— Está todo torto, Celestina. Aqui foi uma plantação de pinheiros de Natal e deixaram ficar esse porque não era bonito.&lt;br /&gt;— Mas é por isso mesmo que eu gosto dele, Ernesto!&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Ernesto e Celestina fazem projectos para a festa de Natal. &lt;br /&gt;— Celestina — diz — este ano podes escolher tudo o que quiseres para o Natal. Tudo. Uma festa a sério com todos os teus amigos.&lt;br /&gt;— Posso mesmo escolher, Ernesto?... O que quiser? Acho que já sei…&lt;br /&gt;— Sim? Então?&lt;br /&gt;— Gostava de ter um Natal na neve, junto do meu pinheirinho.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;*&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Na manhã seguinte, Ernesto tenta convencer Celestina.&lt;br /&gt;— Mas… este ano tu podes escolher tudo o que quiseres, Celestina. Tudo!&lt;br /&gt;— Eu sei!&lt;br /&gt;— Celestina… Nós vamos outra vez dar aquele passeio, vamos ver outra vez o pinheirinho… Uma festa a sério, Celestina, uma festa com todos os teus amigos, com prendas, íamos comprar daqueles chapeuzinhos…&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Mas Celestina não muda de ideias.&lt;br /&gt;— Com bolas de Natal, com bolachas e tudo… Música. Mas... o que é que tens? Celestina! Celestina?&lt;br /&gt;— Estás decepcionado comigo, Ernesto? Ernesto, eu queria ter um Natal na neve a sério, contigo. Tu e eu, sozinhos, só nós dois. Acendíamos velinhas, tínhamos estrelas a sério no céu… Diz que sim, Ernesto, diz que sim!&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;— Pronto, está bem. Vais ter o teu Natal na neve. Até podíamos comer lá fora! E fazer uma fogueira!&lt;br /&gt;— Oh, obrigada, Ernesto! E que mais? Diz lá!&lt;br /&gt;— Eu também sonhei com um Natal na neve, quando era pequeno.&lt;br /&gt;— Conta, Ernesto, conta!&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;*&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;À noite, Ernesto está a escrever umas cartas quando Celestina abre a porta da sala.&lt;br /&gt;— Estava a chamar por ti, Ernesto. O que é que estás a fazer?&lt;br /&gt;— Estou a escrever umas cartas.&lt;br /&gt;— Cartas? Cheira tão bem! Estás a fazer bolos?&lt;br /&gt;— Tens de ir dormir, Celestina…&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Caro Vladimir:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Encontro no dia 24 pelas 10 horas. Eu e a Celestina estaremos no sítio onde cortaram os pinheiros de Natal.&lt;br /&gt;Bebemos qualquer coisa e, em seguida, festejamos o Natal em nossa casa com bolos, café e com os amigos todos.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Ernesto&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Caros amigos:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Venham com as crianças no dia 24 às 10 horas à clareira onde estavam os pinheirinhos de Natal.&lt;br /&gt;Em seguida comemos bolos em casa.&lt;br /&gt;Não digam nada à Celestina. É uma surpresa.&lt;br /&gt;Ernesto&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Caro Clemente&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Vem com a tua mulher e com as crianças ao convívio no dia 24, pelas 10 horas na clareira do bosque. Depois aquecemo- -nos em minha casa.&lt;br /&gt;Haverá bolos e café.&lt;br /&gt;Não dizer nada à Celestina.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Ernesto&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;E foi a correr deitá-las no correio.&lt;br /&gt;“Depressa! A Celestina não pode suspeitar de nada!”&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;— Ernesto! Onde é que estavas? Vamos fazer tudo o que disseste?&lt;br /&gt;— Está prometido.&lt;br /&gt;— Só nós?&lt;br /&gt;— Só nós. Agora vai para a cama, Celestina.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;        No dia seguinte, Ernesto e Celestina vão ao bosque enfeitar o pinheirinho. Celestina põe-lhe fitas coloridas e brilhantes e muitas bolinhas. Enquanto isso, Ernesto junta lenha para a fogueira na floresta. Quando está tudo pronto, acendem o lume, duas velas  e  sentam--se no chão a comer e a olhar para o pinheiro. E nesse momento, começam a chegar mais pessoas.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;— Oh! Ernesto, olha! Olha tanta gente que está a chegar! Não estamos sozinhos! Porque será?&lt;br /&gt;Todos se cumprimentam, falam, cantam e dançam em volta do pinheirinho.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Quando chega a altura de ir embora, Celestina despede-se do seu pinheiro.&lt;br /&gt;— Amanhã voltamos cá, mas só nós os dois, Celestina. Prometo.&lt;br /&gt;— Então até amanhã, pinheirinho! O Ernesto prometeu-me!&lt;br /&gt;O convívio com os amigos continua em casa. Ri-se, contam-se histórias…&lt;br /&gt;— Agora é a tua vez, Ernesto. Conta-nos os natais da tua infância! &lt;br /&gt;— Quando eu era pequeno… na minha família, no dia de Natal…&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;*&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;— Celestina, as minhas mais belas recordações de Natal são aqueles Natais que passei contigo depois que chegaste. Amanhã voltaremos ao teu pinheirinho… nós os dois.&lt;br /&gt;— Só nós dois?&lt;br /&gt;— Só nós dois…&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Bom Natal!&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Gabrielle Vincent&lt;br /&gt;Ernest et Célestine – Le sapin de Noël&lt;br /&gt;Paris, Casterman, 2003&lt;br /&gt;Texto adaptado&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-8984009794178674620?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/8984009794178674620/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=8984009794178674620' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/8984009794178674620'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/8984009794178674620'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2008/12/clube-de-contadores-de-histrias_17.html' title='Clube de Contadores de Histórias'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/SUmXreM0EkI/AAAAAAAAAD4/P1whMH7ebZM/s72-c/natal.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-2106126529507157333</id><published>2008-12-12T08:32:00.000-08:00</published><updated>2008-12-12T08:36:15.523-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='clube contadores de histórias'/><title type='text'>Clube de Contadores de Histórias</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/SUKS4PlbY4I/AAAAAAAAADw/RVRKBiniUqQ/s1600-h/Natal.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 117px; height: 122px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/SUKS4PlbY4I/AAAAAAAAADw/RVRKBiniUqQ/s320/Natal.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5278943208185488258" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A outra face do Natal&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Ceia de Natal, Confraternização. Troca de presentes. Festa de Ano Novo. Brinde. Beijos e abraços. Repleto de ritos sociais, o encerramento do ano é uma época que reforça o sentimento de solidão em muitos de nós. Até mesmo quem gosta de viver só durante o ano inteiro está sujeito a ser invadido por um desconforto inesperado ao perceber que não sabe com quem partilhar o peru de dia 24 ou o champanhe de dia 31. O golpe de solidão que chega com a última página do calendário não é exclusivo de quem está, literalmente, sozinho durante as datas festivas. Há aqueles que, no meio de ruidosos encontros familiares ou empresariais, mal conseguem disfarçar o mal-estar e a sensação de inadequação.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O Natal é um período consensualmente considerado de alegria e esperanças optimistas. Por norma é assim mas, para muitas pessoas, pode ser uma época muito triste e fazer-se acompanhar por sentimentos de solidão, desamparo e desânimo. A alegria, imposta pela sociedade, torna-se desconfortável para quem não consegue pôr de lado a angústia. O desgaste provocado pelo esforço em contemplar tudo e agradar a todos faz disparar os níveis de ansiedade numa escalada ascendente assim que surgem as primeiras propagandas de Natal e Ano Novo.&lt;br /&gt;A “tristeza do Natal” é comum durante o frenesim de Dezembro ao fazermos balanços e projectos. Aquela que para muitos de nós é a época mais feliz do ano, para outros é precisamente o contrário. O Natal e os encontros de família podem transformar--se em momentos tristes e difíceis de suportar, especialmente se a pessoa já está deprimida. Paralelamente, nos meios de comunicação social é vendida urna mensagem que difere da realidade que a maioria das pessoas vive e sente, sobretudo num período de crise económica, desemprego, violência e incertezas em relação ao futuro. Não é raro ouvirmos comentários negativos em relação aos preparativos do Natal, traduzidas pelas célebres frases “Detesto o Natal” ou “Odeio quadras festivas”.&lt;br /&gt;Muitas vezes, o sentimento de desamparo e desânimo é provocado por datas que nos trazem lembranças tristes, seja por perdas, como a de entes queridos, separações, desemprego ou doenças. Todos esses factos provocam o que podemos chamar de tristeza natural. Entristecer não é deprimir. É a consciencialização da situação ou condição que não aquela que gostaríamos que fosse, independentemente de ser ou não fantasiosa. Afinal, todo o ser humano tem momentos de tristeza, faz parte da vida.&lt;br /&gt;Mas, na generalidade, a “tristeza do Natal” é sazonal, de duração breve, decorre durante alguns dias ou semanas e, em muitos casos, termina quando as férias acabam e quando se retorna à rotina quotidiana. O mais importante é permitir a si próprio estar triste ou saudoso. Esses são os sentimentos normais, particularmente na época do Natal.&lt;br /&gt;Porém, mesmo para quem é difícil contornar esta quadra, é importante tomar consciência de que esse sentimento é mais comum do que se imagina e de que há formas de superar a tristeza e angústia, e readquirir, pelo menos em parte, o espírito natalício. Deixar de lado projectos “extraordinários”, propor-se objectivos realísticos, organizar o próprio tempo, elaborar listas de prioridades, fazer um plano e segui-lo, exercitar o pensamento positivo, são truques ao alcance de qualquer um. &lt;br /&gt;Enfim, o segredo reside na capacidade de sair da ritualidade muito “litúrgica” das festas e procurar inventar novas maneiras de celebrar o Natal e o Ano Novo.&lt;br /&gt;E porque não?… Ser solidário e desejar a paz ao resto do mundo! &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Cláudia Fernandes&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-2106126529507157333?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/2106126529507157333/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=2106126529507157333' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/2106126529507157333'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/2106126529507157333'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2008/12/clube-de-contadores-de-histrias.html' title='Clube de Contadores de Histórias'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/SUKS4PlbY4I/AAAAAAAAADw/RVRKBiniUqQ/s72-c/Natal.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-8464353124327812687</id><published>2008-12-01T15:16:00.001-08:00</published><updated>2008-12-12T08:32:32.910-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ficha de leitura'/><title type='text'>Leitura Recreativa</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/STRxg4PQaiI/AAAAAAAAADo/2j0gdIDZV1E/s1600-h/images%5B6%5D.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 69px; height: 104px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/STRxg4PQaiI/AAAAAAAAADo/2j0gdIDZV1E/s320/images%5B6%5D.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5274965873223821858" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Resumo do livro “Uma Aventura na casa assombrada”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   A Teresa e a Luísa tinham que fazer as malas para irem para o acampamento. Primeiro tinham de estar com o Pedro para irem buscar o João, o Chico, o Caracol e o Faial.&lt;br /&gt;   Chegaram ao acampamento e montaram as tendas.&lt;br /&gt;   Já de noite, o Pedro foi com o João passear, porque não tinham sono.&lt;br /&gt;   De manhã, fizeram um passeio e a meio do caminho avistaram uma casa muito antiga. Era a casa do pai da Maria.&lt;br /&gt;   O acampamento acabava de tarde e a Maria convidou-os para dormir na casa do seu pai, mas chamou a atenção que se costumava dizer que a casa era “uma casa assombrada”. &lt;br /&gt;   De noite, o Chico ouviu um barulho, levantou-se e foi chamar o João. Nesse mesmo momento, as gémeas ouviram também um barulho e resolveram chamar o Pedro. No meio de tanta confusão, esbarraram-se uns nos outros e o Pedro bateu com a cabeça na esquina da mesa. As gémeas nessa altura, viram um gato sem pernas a voar, enquanto o Chico avistou uma pessoa pela janela.&lt;br /&gt;   Afinal a casa era mesmo “uma casa assombrada”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;         Ana Cláudia, 5º 7, nº3, Escola EB 2,3 de Lamaçães&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-8464353124327812687?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/8464353124327812687/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=8464353124327812687' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/8464353124327812687'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/8464353124327812687'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2008/12/ficha-de-leitura-recreativa.html' title='Leitura Recreativa'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/STRxg4PQaiI/AAAAAAAAADo/2j0gdIDZV1E/s72-c/images%5B6%5D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-532732631190267694</id><published>2008-11-27T16:43:00.000-08:00</published><updated>2008-11-27T16:46:59.886-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Gil Vicente'/><title type='text'>Resumo das cenas estudadas</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/SS8-5QyiEcI/AAAAAAAAADg/8m1IdXayvl4/s1600-h/Gil+Vicente.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 92px; height: 129px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/SS8-5QyiEcI/AAAAAAAAADg/8m1IdXayvl4/s320/Gil+Vicente.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5273502842154521026" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Auto da Barca do Inferno&lt;/em&gt;, de Gil Vicente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cenário desta obra Auto da barca do Inferno, de Gil Vicente consiste em duas embarcações, que se encontram num porto imaginário, onde todas as almas chegam quando morrem. A acção da peça começa com a chegada das personagens a esse porto em busca da vida eterna.&lt;br /&gt;A preparação das barcas consiste na primeira cena... O diabo está alegre com a certeza de que receberá muitas almas, e o anjo pelo contrário, encontra-se sério e quieto. Estas posturas opostas conferem ao Diabo um relevo especial na peça que se caracteriza pela ironia e pela sátira que diverte o público.&lt;br /&gt;  Logo depois, começam a chegar outras personagens-tipo como o Fidalgo Anrique que é das primeiras figuras do auto, trazendo como referência de sua posição, um pajem carregando uma cadeira com encosto, apresentando-se ricamente vestido. Embora muito bem vestido e de uma elegância extrema, este é condenado ao inferno.  &lt;br /&gt;  O personagem que surge logo de seguida é o Onzeneiro, ambicioso. Este traz consigo uma grande bolsa, onde guardava o dinheiro que roubava das pessoas, acabando por ser condenado pela avareza e ganância.&lt;br /&gt;Quase enganado pelo Diabo que o alicia a entrar na sua barca, a figura que nos aparece seguidamente é o Parvo, o ingénuo  Joane. Este acaba por escapar proferindo palavrões quando descobre o destino dessa barca. Ao se deparar com o Anjo é acolhido; a sua sentença é de glorificação da modéstia e humildade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Texto adaptado:www.eb23-pico-regalados.rcts&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-532732631190267694?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/532732631190267694/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=532732631190267694' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/532732631190267694'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/532732631190267694'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2008/11/resumo-das-cenas-estudadas.html' title='Resumo das cenas estudadas'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/SS8-5QyiEcI/AAAAAAAAADg/8m1IdXayvl4/s72-c/Gil+Vicente.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-7722915541747737929</id><published>2008-10-28T17:24:00.000-07:00</published><updated>2008-10-28T17:35:13.955-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='objectivos para o teste'/><title type='text'>Objectivos para o Teste de Avaliação Sumativa - 5º ano</title><content type='html'>&lt;div&gt;Grupo I&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;. Interpretar um excerto de um conto;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;. Conhecer as Categorias da Narrativa: narrador, personagens, acção, tempo e espaço.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Grupo II&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;. Conhecer a organização de um texto escrito: parágrafo, período e frase;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;. Identificar a classe de palavras;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;. Classificar as palavras quanto ao número de sílabas e quanto à posição da sílaba tónica;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;. Conhecer as regras de translineação;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;. Identificar tipos e formas de frase;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;. Distinguir frase simples de complexa.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Grupo III&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Produção de um texto narrativo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-7722915541747737929?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/7722915541747737929/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=7722915541747737929' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/7722915541747737929'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/7722915541747737929'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2008/10/objectivos-para-o-teste-de-avaliao.html' title='Objectivos para o Teste de Avaliação Sumativa - 5º ano'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-9070712357175772338</id><published>2008-10-18T15:57:00.000-07:00</published><updated>2008-10-18T16:04:15.963-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='objectivos para o teste'/><title type='text'>Objectivos Gerais para o Teste de Avaliação Sumativa - 9º ano</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_HbiEdoXFG0Y/RxPFt5mUG-I/AAAAAAAAAAc/E3AZvpstzeg/s1600-h/EÃ§a+de+QueirÃ³s.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5121654593596693474" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_HbiEdoXFG0Y/RxPFt5mUG-I/AAAAAAAAAAc/E3AZvpstzeg/s320/E%C3%A7a+de+Queir%C3%B3s.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Grupo I&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;. Interpretar um excerto do conto "A Aia", de Eça de Queirós;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;. Conhecer as Categorias da Narrativa;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;. Conhecer os Modos de Representação do Discurso;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;. Identificar alguns recursos estilísticos: metáfora, comparação, dupla adjectivação, antítese, enumeração, aliteração.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Grupo II&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;. Analisar sintacticamente algumas frases;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;. Identificar a classe e subclasse de palavras;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;. Classificar palavras quanto à flexão;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;. Conjugar verbos (tempos simples e compostos; conjugação pronominal)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;. Identificar tipos e formas de frase;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;. Reescrever frases no discurso directo ou indirecto.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Grupo III&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Expressão escrita (tema relacionado com os contos estudados)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-9070712357175772338?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/9070712357175772338/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=9070712357175772338' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/9070712357175772338'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/9070712357175772338'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2008/10/grupo-i.html' title='Objectivos Gerais para o Teste de Avaliação Sumativa - 9º ano'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_HbiEdoXFG0Y/RxPFt5mUG-I/AAAAAAAAAAc/E3AZvpstzeg/s72-c/E%C3%A7a+de+Queir%C3%B3s.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-2577463472530956923</id><published>2008-10-08T16:11:00.000-07:00</published><updated>2008-10-08T16:19:17.103-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='apontamentos'/><title type='text'>"A Aia"</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/SO0_XFMuDMI/AAAAAAAAACQ/Q8rLhcLzKa0/s1600-h/E%C3%A7a.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/SO0_XFMuDMI/AAAAAAAAACQ/Q8rLhcLzKa0/s320/E%C3%A7a.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5254926005976304834" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Site com apontamentos sobre o conto "A Aia", de Eça de Queirós&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://apontamentoslp.wordpress.com/category/a-aia/&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-2577463472530956923?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/2577463472530956923/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=2577463472530956923' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/2577463472530956923'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/2577463472530956923'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2008/10/aia.html' title='&quot;A Aia&quot;'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/SO0_XFMuDMI/AAAAAAAAACQ/Q8rLhcLzKa0/s72-c/E%C3%A7a.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-4437701350351752356</id><published>2008-05-10T09:44:00.000-07:00</published><updated>2008-05-10T09:52:38.672-07:00</updated><title type='text'>Teste de Avaliação Sumativa - 8º ano - Objectivos Gerais</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/SCXSiUAlWBI/AAAAAAAAACI/CvpV9OABGec/s1600-h/gato.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/SCXSiUAlWBI/AAAAAAAAACI/CvpV9OABGec/s400/gato.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5198792831797647378" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I&lt;br /&gt;- Interpretar um excerto da obra &lt;em&gt;O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá&lt;/em&gt;, de Jorge Amado;&lt;br /&gt;- Conhecer as categorias da Narrativa;&lt;br /&gt;- Identificar os recursos estilísticos;&lt;br /&gt;- Conhecer os modos de representação e expressão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Funcionamento da Língua:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Identificar as classes e subclasses de palavras;&lt;br /&gt;- Conjugar verbos nos tempos simples e compostos; conjugação pronominal simples e reflexa;&lt;br /&gt;- Classificar sintacticamente frases;&lt;br /&gt;- Dividir e classificar orações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;III&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Expressão escrita:&lt;br /&gt;- Carta ou Notícia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-4437701350351752356?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/4437701350351752356/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=4437701350351752356' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/4437701350351752356'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/4437701350351752356'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2008/05/teste-de-avaliao-sumativa-8-ano.html' title='Teste de Avaliação Sumativa - 8º ano - Objectivos Gerais'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/SCXSiUAlWBI/AAAAAAAAACI/CvpV9OABGec/s72-c/gato.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-4949069832318285586</id><published>2008-04-15T07:51:00.000-07:00</published><updated>2008-04-15T08:00:21.638-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teste de avaliação'/><title type='text'>Teste de Avaliação Sumativa 9º ano: objectivos gerais</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/SATCY-ZNDUI/AAAAAAAAACA/02bvQmtNoCE/s1600-h/lus%C3%ADadas.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/SATCY-ZNDUI/AAAAAAAAACA/02bvQmtNoCE/s400/lus%C3%ADadas.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5189486404959014210" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Grupo I&lt;br /&gt;- Interpretar um excerto de &lt;em&gt;Os Lusíadas&lt;/em&gt;, de Luís de Camões;&lt;br /&gt;- Identificar recursos estilísticos;&lt;br /&gt;- Conhecer as estruturas interna e externa e os planos narrativos;&lt;br /&gt;- Analisar formalmente uma estrofe.&lt;br /&gt;Grupo II&lt;br /&gt;- Funcionamento da língua:&lt;br /&gt;    - Identificar as classes e subclasses de palavras;&lt;br /&gt;    - Classificar sintacticamente frases;&lt;br /&gt;    - Dividir e classificar orações;&lt;br /&gt;    - Conjugar verbos (tempos simples e compostos; conjugação pronominal simples e reflexa;&lt;br /&gt;    - Conhecer os processos de enriquecimento da língua&lt;br /&gt;Grupo III&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Produzir um texto relacionado com os temas abordados no estudo d'&lt;em&gt;Os Lusíadas&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-4949069832318285586?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/4949069832318285586/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=4949069832318285586' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/4949069832318285586'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/4949069832318285586'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2008/04/teste-de-avaliao-sumativa-9-ano.html' title='Teste de Avaliação Sumativa 9º ano: objectivos gerais'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/SATCY-ZNDUI/AAAAAAAAACA/02bvQmtNoCE/s72-c/lus%C3%ADadas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-862410078921573915</id><published>2008-04-07T14:03:00.000-07:00</published><updated>2008-04-10T14:19:30.208-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teste de conhecimentos'/><title type='text'>O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/R_qMzdL-uFI/AAAAAAAAAB4/KxFGG2QwrP8/s1600-h/gato.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/R_qMzdL-uFI/AAAAAAAAAB4/KxFGG2QwrP8/s400/gato.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5186612736506640466" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Depois de  leres a obra, testa aqui os teus conhecimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://proftwebquests.no.sapo.pt/avaliacao.htm&lt;br /&gt;"&gt;http://proftwebquests.no.sapo.pt/avaliacao.htm&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-862410078921573915?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/862410078921573915/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=862410078921573915' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/862410078921573915'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/862410078921573915'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2008/04/o-gato-malhado-e-andorinha-sinh.html' title='O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/R_qMzdL-uFI/AAAAAAAAAB4/KxFGG2QwrP8/s72-c/gato.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-4787316193160337559</id><published>2008-03-03T13:04:00.000-08:00</published><updated>2008-03-03T13:30:17.549-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='actividades'/><title type='text'>Parlamento dos Jovens</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/R8xtY24V9LI/AAAAAAAAABw/ROsZd0O-Uhg/s1600-h/Jan.+Fev.+2008+087.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/R8xtY24V9LI/AAAAAAAAABw/ROsZd0O-Uhg/s400/Jan.+Fev.+2008+087.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5173630345757979826" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Agrupamento de Escolas de Lamaçães vence&lt;br /&gt;o PARLAMENTO DOS JOVENS do distrito&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O nosso Agrupamento, representado pelos alunos Mariana Brandão (9.º 7), Ana Santos (8.º 7), Diogo Simão Lemos (9.º 4), Henrique Pacheco (9.º 4) e Catarina Azevedo (9.º 9), venceu a Sessão Distrital do Parlamento dos Jovens/2008, que decorreu no dia 18 de Fevereiro, no IPJ de Braga.&lt;br /&gt;Os trabalhos, que decorreram durante todo o dia, foram presididos pelo Sr. Deputado António José Seguro, presidente da Comissão de Educação da Assembleia da República.&lt;br /&gt;Participaram na Sessão Distrital onze Escolas/Agrupamentos.&lt;br /&gt;O «Projecto de Recomendações» do nosso Agrupamento, no âmbito das energias alternativas e preservação do ambiente, foi o mais votado e representará o distrito de Braga da Sessão Nacional. Os nossos alunos foram também os mais votados (25 votos a favor) e eleitos para representarem o distrito de Braga na Sessão Nacional.&lt;br /&gt;Assim, nos dias 19 e 20 de Maio, o nosso Agrupamento estará na Assembleia da República, na Sessão Nacional do Parlamento dos Jovens/2008.&lt;br /&gt;Parabéns e agradecimentos a todos os alunos que participaram na Sessão Escolar (140 alunos) e na Sessão Distrital (5 alunos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Texto escrito pelo Professor Joaquim Cracel para a revista da escola.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-4787316193160337559?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/4787316193160337559/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=4787316193160337559' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/4787316193160337559'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/4787316193160337559'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2008/03/parlamento-dos-jovens.html' title='Parlamento dos Jovens'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/R8xtY24V9LI/AAAAAAAAABw/ROsZd0O-Uhg/s72-c/Jan.+Fev.+2008+087.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-1993740449750151762</id><published>2008-03-02T13:01:00.000-08:00</published><updated>2008-03-03T12:36:18.989-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='vídeo'/><title type='text'>Auto da Barca do Inferno: o Parvo</title><content type='html'>&lt;object width="425" height="350"&gt; &lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/xfilLoSmChE"&gt; &lt;/param&gt; &lt;embed src="http://www.youtube.com/v/xfilLoSmChE" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350"&gt; &lt;/embed&gt; &lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dramatização da cena do Parvo, na aula, por alunos do 9º4, da Escola E.B. 2,3 de Lamaçães.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-1993740449750151762?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/1993740449750151762/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=1993740449750151762' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/1993740449750151762'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/1993740449750151762'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2008/03/auto-da-barca-do-inferno-o-parvo.html' title='&lt;em&gt;Auto da Barca do Inferno&lt;/em&gt;: o Parvo'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-7645626851862575343</id><published>2008-03-02T09:01:00.000-08:00</published><updated>2008-03-05T02:24:11.103-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='entrevista'/><title type='text'>Entrevista a Sophia de Mello Breyner Andresen</title><content type='html'>&lt;object width="425" height="350"&gt; &lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/IFKWdOAVi2I"&gt; &lt;/param&gt; &lt;embed src="http://www.youtube.com/v/IFKWdOAVi2I" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350"&gt; &lt;/embed&gt; &lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trabalho realizado por Joana Cruz e Inês Barros, alunas do 8º6, da Escola E.B. 2,3 de Lamaçães, baseado num excerto de uma entrevista que Sophia de Mello Breyner deu à rádio Antena 1, em 20 de Abril de 1985.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-7645626851862575343?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/7645626851862575343/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=7645626851862575343' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/7645626851862575343'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/7645626851862575343'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2008/03/entrvista-sophia-de-mello-breyner.html' title='Entrevista a Sophia de Mello Breyner Andresen'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-8557571799483930435</id><published>2008-03-02T07:12:00.000-08:00</published><updated>2008-04-15T08:00:39.044-07:00</updated><title type='text'>Teste de Avaliação Sumativa - 9º ano - Objectivos Gerais</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/R8rFk24V9KI/AAAAAAAAABo/fV9YroteOFA/s1600-h/Cam%C3%B5es.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://1.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/R8rFk24V9KI/AAAAAAAAABo/fV9YroteOFA/s400/Cam%C3%B5es.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5173164358986232994" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grupo I&lt;br /&gt;- Interpretar um excerto de &lt;em&gt;Os Lusíadas&lt;/em&gt;, de Luís de Camões;&lt;br /&gt;- Identificar recursos estilísticos;&lt;br /&gt;- Conhecer as estruturas interna e externa e os planos narrativos;&lt;br /&gt;- Analisar formalmente uma estrofe.&lt;br /&gt;Grupo II&lt;br /&gt;- Funcionamento da língua:&lt;br /&gt;    - Identificar as classes e subclasses de palavras;&lt;br /&gt;    - Classificar sintacticamente frases;&lt;br /&gt;    - Dividir e classificar orações;&lt;br /&gt;    - Conjugar verbos (tempos simples e compostos; conjugação pronominal simples e reflexa;&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;Grupo III&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Produzir um texto relacionado com o tema Viagem/Aventura.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-8557571799483930435?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/8557571799483930435/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=8557571799483930435' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/8557571799483930435'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/8557571799483930435'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2008/03/teste-de-avaliao-sumativa-9-ano.html' title='Teste de Avaliação Sumativa - 9º ano - Objectivos Gerais'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/R8rFk24V9KI/AAAAAAAAABo/fV9YroteOFA/s72-c/Cam%C3%B5es.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-2542624675729405846</id><published>2008-02-21T12:38:00.000-08:00</published><updated>2008-02-21T12:57:30.575-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ficha de leitura'/><title type='text'>Ficha de registo de leitura recreativa</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/R73loAUtF7I/AAAAAAAAABg/R13bu9_r0_0/s1600-h/livros.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://1.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/R73loAUtF7I/AAAAAAAAABg/R13bu9_r0_0/s400/livros.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5169540422735566770" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Indicações bibliográficas:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;- autor;&lt;br /&gt;- título;&lt;br /&gt;- edição;&lt;br /&gt;- colecção;&lt;br /&gt;- local,&lt;br /&gt;- editora;&lt;br /&gt;- data.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Classificação da obra:&lt;/strong&gt;ficção romanesca; policial; histórias maravilhosas e fantásticas; narrativa histórica; banda desenhada; teatro; poesia; discurso; documental; aventura...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Assunto&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Resumo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Aconselhava a leitura deste livro a um colega, porque...&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Data de início da leitura&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Data da conclusão da leitura&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ficha de leitura retirada do manual "Ser em Português 8", da Areal Editores.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-2542624675729405846?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/2542624675729405846/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=2542624675729405846' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/2542624675729405846'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/2542624675729405846'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2008/02/ficha-de-registo-de-leitura-recreativa.html' title='Ficha de registo de leitura recreativa'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/R73loAUtF7I/AAAAAAAAABg/R13bu9_r0_0/s72-c/livros.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-284464695954917811</id><published>2008-02-19T13:47:00.000-08:00</published><updated>2008-02-19T13:57:51.560-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Testes de avaliação'/><title type='text'>Teste de Avaliação Sumativa - 8º ano  - Objectivos gerais</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/R7tQfwUtF6I/AAAAAAAAABY/nhUmiHWB-30/s1600-h/Saga.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/R7tQfwUtF6I/AAAAAAAAABY/nhUmiHWB-30/s320/Saga.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5168813503815686050" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I&lt;br /&gt;- Interpretar um excerto do conto &lt;em&gt;Saga&lt;/em&gt;;&lt;br /&gt;- Conhecer as categorias da Narrativa;&lt;br /&gt;- Identificar os recursos estilísticos;&lt;br /&gt;- Conhecer os modos de representação e expressão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Funcionamento da Língua:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Identificar as classes e subclasses de palavras;&lt;br /&gt;- Conjugar verbos nos tempos simples e compostos;&lt;br /&gt;- Classificar sintacticamente frases;&lt;br /&gt;- Dividir e classificar orações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;III&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Expressão escrita:&lt;br /&gt;- Carta ou Notícia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-284464695954917811?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/284464695954917811/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=284464695954917811' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/284464695954917811'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/284464695954917811'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2008/02/objectivos-para-o-teste-de-avaliao.html' title='Teste de Avaliação Sumativa - 8º ano  - Objectivos gerais'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/R7tQfwUtF6I/AAAAAAAAABY/nhUmiHWB-30/s72-c/Saga.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-8593131942203712365</id><published>2008-02-05T16:01:00.000-08:00</published><updated>2008-02-05T16:13:06.378-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Testes de avaliação'/><title type='text'>Teste de Avaliação Sumativa 9º ano - Objectivos Gerais</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/R6j6_D0Lo1I/AAAAAAAAABQ/Fuo7rmElcH8/s1600-h/teatro.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/R6j6_D0Lo1I/AAAAAAAAABQ/Fuo7rmElcH8/s320/teatro.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5163652934043149138" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grupo I&lt;br /&gt;- Interpretar uma cena da obra &lt;em&gt;Auto da Barca do Inferno&lt;/em&gt;;&lt;br /&gt;- Identificar recursos estilísticos;&lt;br /&gt;- Conhecer os tipos de cómico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grupo II&lt;br /&gt;- Funcionamento da língua:&lt;br /&gt;    - Identificar as classes e subclasses de palavras;&lt;br /&gt;    - Classificar sintacticamente frases;&lt;br /&gt;    - Dividir e classificar de orações;&lt;br /&gt;    - Conjugar verbos (tempos simples e compostos; conjugação pronominal simples e reflexa;&lt;br /&gt;    - Conhecer os fenómenos fonéticos na evolução da língua;&lt;br /&gt;    - Identificar os registos de língua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grupo III&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Expressão escrita.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-8593131942203712365?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/8593131942203712365/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=8593131942203712365' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/8593131942203712365'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/8593131942203712365'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2008/02/teste-de-avaliao-sumativa-9-ano.html' title='Teste de Avaliação Sumativa 9º ano - Objectivos Gerais'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/R6j6_D0Lo1I/AAAAAAAAABQ/Fuo7rmElcH8/s72-c/teatro.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-4787547413103108670</id><published>2008-01-23T13:27:00.000-08:00</published><updated>2008-01-24T13:31:33.173-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='entrevista'/><title type='text'>Entrevista a Sophia de Mello Breyner</title><content type='html'>&lt;param name="movie" value="http://www.podOmatic.com/flash/flashcatcher.swf"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.podOmatic.com/flash/flashcatcher.swf" width="320" height="315" flashvars="playlist_url=http://proffrancissilva.podOmatic.com/xspf.xspf" &gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.podOmatic.com/podcast/embed/proffrancissilva" style="text-decoration: none"&gt;&lt;font size="1" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" color="#0033ff"&gt;&lt;strong&gt;Click here to get your own player.&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;Trabalho realizado por Miguel António, aluno do 8º10, da Escola E.B. 2,3 de Lamaçães, baseado num excerto de uma entrevista que Sophia de Mello Breyner deu à rádio Antena 1, em 20 de Abril de 1985.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-4787547413103108670?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/4787547413103108670/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=4787547413103108670' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/4787547413103108670'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/4787547413103108670'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2008/01/entrevista-sophia-de-mello-breyner.html' title='Entrevista a Sophia de Mello Breyner'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-7213046077135844974</id><published>2008-01-12T13:40:00.000-08:00</published><updated>2008-01-19T07:56:11.823-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Autores'/><title type='text'>Sophia de Mello Breyner Andresen</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/R4k0sWQscmI/AAAAAAAAABI/m0tRNCcTZgI/s1600-h/Sophia.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://1.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/R4k0sWQscmI/AAAAAAAAABI/m0tRNCcTZgI/s320/Sophia.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5154709184996733538" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Sophia de Mello Breyner Andresen nasceu no Porto a 6 de Novembro de 1919 e faleceu em Lisboa a 2 de Julho de 2004. Da infância aristocrática e feliz passada no Porto ficaram imagens e reminiscências que povoam, de forma explícita ou alusiva, a sua obra poética e ficcional, particularmente os contos para crianças.&lt;br /&gt;                       &lt;br /&gt;                   http://www.instituto-camoes.pt/cvc/figuras/smellobreyner.html&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-7213046077135844974?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/7213046077135844974/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=7213046077135844974' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/7213046077135844974'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/7213046077135844974'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2008/01/sophia-de-mello-breyner-andresen.html' title='Sophia de Mello Breyner Andresen'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/R4k0sWQscmI/AAAAAAAAABI/m0tRNCcTZgI/s72-c/Sophia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-5965931768209727699</id><published>2007-11-22T10:35:00.000-08:00</published><updated>2007-12-10T15:57:26.023-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='vídeo'/><title type='text'>Entrevista a Gil Vicente</title><content type='html'>Este vídeo foi realizado por alunas de uma turma do 9º ano da Escola E. B. 2,3 de Lamaçães.&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="350"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/B2XPd-kdd7U"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/B2XPd-kdd7U" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-5965931768209727699?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/5965931768209727699/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=5965931768209727699' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/5965931768209727699'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/5965931768209727699'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2007/11/entrevista-gil-vicente.html' title='Entrevista a Gil Vicente'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-2075774504258201936</id><published>2007-11-11T13:22:00.001-08:00</published><updated>2007-11-11T13:22:52.830-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='vídeo'/><title type='text'>Falar Verdade a Mentir</title><content type='html'>apreciem este vídeo...&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=3OnTfJCPovU"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=3OnTfJCPovU&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-2075774504258201936?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/2075774504258201936/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=2075774504258201936' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/2075774504258201936'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/2075774504258201936'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2007/11/falar-verdade-mentir.html' title='Falar Verdade a Mentir'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-3873079265509292464</id><published>2007-11-01T09:58:00.000-07:00</published><updated>2007-11-07T13:30:08.562-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='poesia'/><title type='text'>Poesia sobre a mãe</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/RzIuVjBRxoI/AAAAAAAAABA/nVUp9TlG3LE/s1600-h/MÃ£e.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5130213873241147010" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/RzIuVjBRxoI/AAAAAAAAABA/nVUp9TlG3LE/s320/M%C3%A3e.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha Mãe&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mãe é tudo&lt;br /&gt;é o que me faz viver&lt;br /&gt;é quem me dá força&lt;br /&gt;p'ra continuar a crescer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha mãe é amiga,&lt;br /&gt;símbolo do amor materno.&lt;br /&gt;É o cheiro a mel&lt;br /&gt;numa manhã de inverno.&lt;br /&gt;É o desenho de um coração&lt;br /&gt;no papel do amor eterno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mãe,&lt;br /&gt;o centro de tudo,&lt;br /&gt;que me envolve&lt;br /&gt;na amizade&lt;br /&gt;que me põe a par&lt;br /&gt;das experiências&lt;br /&gt;e da verdade.&lt;br /&gt;Quando não existir,&lt;br /&gt;não vai ser possível&lt;br /&gt;esconder a saudade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mauro Rocha*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pseudónimo de um aluno do 8º ano, da Escola E.B. 2,3 de Lamaçães.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mãe é…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mãe é ar puro&lt;br /&gt;no meio do lixo.&lt;br /&gt;Água límpida&lt;br /&gt;em mar&lt;br /&gt;Salgado.&lt;br /&gt;Mãe é como&lt;br /&gt;Rosas a florir,&lt;br /&gt;num deserto&lt;br /&gt;Seco e árido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem água&lt;br /&gt;não havia vida.&lt;br /&gt;E, sem mãe,&lt;br /&gt;não havia felicidade,&lt;br /&gt;não havia paz.&lt;br /&gt;Sem mãe,&lt;br /&gt;Havia mundo,&lt;br /&gt;Mas inabitável&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pedro Costeira*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Aluno do 8º ano, da Escola E.B. 2,3 de Lamaçães&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-3873079265509292464?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/3873079265509292464/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=3873079265509292464' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/3873079265509292464'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/3873079265509292464'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2007/11/poesia-sobre-me.html' title='Poesia sobre a mãe'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/RzIuVjBRxoI/AAAAAAAAABA/nVUp9TlG3LE/s72-c/M%C3%A3e.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-435096429150035628</id><published>2007-10-15T12:38:00.000-07:00</published><updated>2007-10-15T12:57:33.735-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teste de avaliação'/><title type='text'>Teste de Avaliação Sumativa 9º ano Objectivos Gerais</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/RxPFt5mUG-I/AAAAAAAAAAc/E3AZvpstzeg/s1600-h/EÃ§a+de+QueirÃ³s.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5121654593596693474" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/RxPFt5mUG-I/AAAAAAAAAAc/E3AZvpstzeg/s320/E%C3%A7a+de+Queir%C3%B3s.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Grupo I&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;. Interpretar um excerto do conto "A Aia", de Eça de Queirós;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;. Conhecer as Categorias da Narrativa;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;. Conhecer os Modos de Representação do Discurso;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;. Identificar alguns recursos estilísticos: metáfora, comparação, dupla adjectivação, antítese, enumeração, aliteração.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Grupo II&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;. Analisar morfológica e sintacticamente algumas frases;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;. Conjugar verbos (tempos simples e compostos; conjugação pronominal)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;. Identificar os graus dos adjectivos;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;. Identificar tipos e formas de frase;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;. Reescrever frases no discurso directo ou indirecto.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Grupo III&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Expressão escrita&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-435096429150035628?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/435096429150035628/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=435096429150035628' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/435096429150035628'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/435096429150035628'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2007/10/teste-de-avaliao-sumativa-9-ano.html' title='Teste de Avaliação Sumativa 9º ano Objectivos Gerais'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/RxPFt5mUG-I/AAAAAAAAAAc/E3AZvpstzeg/s72-c/E%C3%A7a+de+Queir%C3%B3s.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-6301728310130735575</id><published>2007-10-15T10:00:00.000-07:00</published><updated>2007-10-15T13:03:19.100-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Testes de avaliação'/><title type='text'>Teste de Avaliação Sumativa 8º ano Objectivos Gerais</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/RxPHeZmUG_I/AAAAAAAAAAk/ehNfhL4wvK4/s1600-h/poesia.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5121656526331976690" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/RxPHeZmUG_I/AAAAAAAAAAk/ehNfhL4wvK4/s320/poesia.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/RxOl1JmUG9I/AAAAAAAAAAU/Jay867WX8N8/s1600-h/alunos.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Grupo I&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;. Identificar texto literário/ texto não literário (principais características);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;. Interpretar um poema;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;. Conhecer alguns recursos estilísticos: metáfora, comparação, anáfora, aliteração, enumeração;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;. Analisar formalmente o poema ( escansão, esquema rimático, tipos de rima, classificação das estrofes).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grupo II&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;. Analisar morfológica e sintacticamente as frases;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;. Conjugar verbos (tempos simples e compostos); conjugação perifrástica;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;. Identificar os graus dos adjectivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grupo III&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Expressão Escrita&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-6301728310130735575?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/6301728310130735575/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=6301728310130735575' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/6301728310130735575'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/6301728310130735575'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2007/10/teste-de-avaliao-sumativa-8-ano.html' title='Teste de Avaliação Sumativa 8º ano Objectivos Gerais'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_HbiEdoXFG0Y/RxPHeZmUG_I/AAAAAAAAAAk/ehNfhL4wvK4/s72-c/poesia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7679916243423121469.post-5514500388179962022</id><published>2007-09-29T08:07:00.000-07:00</published><updated>2007-09-29T08:09:51.633-07:00</updated><title type='text'>Bem-vindo</title><content type='html'>Esta é a mensagem inicial do meu blog.&lt;br /&gt;Mais tarde estará plena de trabalhos para analisar e comentar.&lt;br /&gt;Até lá!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7679916243423121469-5514500388179962022?l=profsilva-profsilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/feeds/5514500388179962022/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7679916243423121469&amp;postID=5514500388179962022' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/5514500388179962022'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7679916243423121469/posts/default/5514500388179962022'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profsilva-profsilva.blogspot.com/2007/09/bem-vindo.html' title='Bem-vindo'/><author><name>profsilva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525671030421800542</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
